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Saúde

Cidade de SP amplia capacidade para tratar pacientes com câncer

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Instituto do Câncer em São Paulo
Reprodução: Governo de SP

Instituto do Câncer em São Paulo

O prefeito Ricardo Nunes participou, na manhã desta sexta-feira (1º), de evento no Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) no qual o governador Rodrigo Garcia anunciou a liberação de R$ 7,5 milhões para a implantação da Unidade de Transplantes de Medula Óssea (TMO).

Durante a cerimônia também foi anunciada a ampliação do tratamento de leucemias agudas no hospital, que terá um custeio anual de R$ 6,7 milhões. A unidade do Icesp está ligada ao complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP).

“Não temos como falar sobre câncer sem lembrar do nosso prefeito Bruno Covas, que sempre desejou que as pessoas mais vulneráveis tivessem acesso ao mesmo tipo de tratamento que ele recebeu. A Prefeitura conta com o Centro Oncológico Bruno Covas, que oferece tratamentos de alta complexidade e robótica a seus pacientes. As ações em conjunto com o Governo do Estado são importantes para oferecer melhores condições para que as pessoas tenham estrutura para vencer essa doença terrível”, afirmou Nunes.

De acordo com o governador Rodrigo Garcia, todo um andar do Icesp será adaptado para que o transplante de medula óssea possa ser realizado na sede do instituto. “A partir do segundo semestre do próximo ano teremos aqueles pacientes que têm demanda por transplante de medula óssea sendo atendidos.

É um investimento importante que o Governo de São Paulo faz no combate ao câncer, indo ao encontro daquilo que hoje é um dos grandes desafios da saúde pública”, declarou o Garcia.

Celeridade

O secretário estadual de Saúde, Jean Gorincheteyn, enfatizou que, com a unidade de transplante de medula óssea, será possível dar celeridade ao tratamento contra o câncer, favorecendo a cura. “É uma medida importante especialmente para os mais jovens, que representam nosso futuro. Agora temos uma demanda muito grande pós-covid e precisamos acolher a todos com mais exames e tratamentos”, afirmou o secretário.

Para o presidente do Conselho do Icesp, Paulo Hoff, a nova ala fará a diferença para a cura dos pacientes com leucemia aguda. “A celeridade é importante. O Sistema Único de Saúde (SUS) promete atendimento a todos, mas nem sempre há celeridade. Esse investimento de mais de R$ 7 milhões possibilitará transplante de medula e atendimento aos pacientes leucêmicos que têm dificuldade de encontrar tratamento. Vamos poder atendar mais, com maior rapidez”.

Estrutura

A nova unidade de TMO será instalada no 22º andar do Instituto, que receberá adequações. Lá serão instalados oito leitos individuais, totalmente adaptados às necessidades dos pacientes submetidos ao transplante. Dois deles serão destinados à realização de transplantes alogênicos (quando as células-tronco vêm de um doador com composição genética semelhante, como de um irmão) e seis leitos para transplantes autólogos (as células-tronco hematopoiéticas do paciente são removidas antes da quimioterapia ou da radioterapia, armazenadas e colocadas no paciente novamente). Uma sala de fisioterapia, baias médicas e de enfermagem, copa e vestiários também fazem parte do projeto.

A previsão é que sejam realizados 108 transplantes adicionais por ano com o TMO em operação no Icesp. A unidade também receberá R$ 9,3 milhões para custeio anual do serviço. Atualmente, os pacientes em tratamento no Instituto do Câncer realizam o transplante de medula óssea no Instituto Central do HCFMUSP.

Leucemias agudas

As adequações estruturais no 22º do Instituto serão feitas para receber dez novos leitos voltados ao tratamento de leucemias agudas, além da unidade de TMO, ampliando a capacidade de atendimento da doença que, devido às características de agressividade e rápida evolução, geralmente se manifesta em quadros de alta gravidade e que demandam internações prolongadas e alto consumo de recursos.

Para o atendimento desses pacientes, serão instalados leitos com estrutura adequada para isolamento deles, com filtro de ar e assistência médica setorizada. Os leitos para o atendimento de leucemias agudas serão preparados no 19º andar para atender os pacientes em tratamento a partir desta sexta-feira (1ª), até que a obra do TMO seja finalizada.

Iodoterapia

Os pacientes que necessitam de iodoterapia também serão beneficiados. A previsão é de que o Icesp tenha cem novos pacientes encaminhados pelo Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (CROSS) com o objetivo de acelerar a fila de quem precisa deste tipo de tratamento. A iodoterapia, tratamento administrado pela especialidade de Medicina Nuclear, utiliza iodo radioativo, é indicado para os casos de câncer de tireoide.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Diabético pode ter filho?

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Tom e a seguidora Esther, de 5 anos
Arquivo pessoal

Tom e a seguidora Esther, de 5 anos

Conviver com diabetes requer cuidado e planejamento em vários momentos da vida. Quando uma mulher decide engravidar já diagnóstica com diabetes, a doença é considerada um fator de risco tanto para ela, quanto para o bebê. No caso dos homens, pouco se fala sobre como o diabetes pode interferir nesse processo para ser pai .

Eu conversei com dois endocrinologistas , a Dra. Denise Franco e o Dr. Rodrigo Siqueira, ambos são referência no tratamento do  diabetes no Brasil e alertaram para a necessidade dos cuidados para homens e mulheres que sonham em ter filho e convivem com diabetes.

No caso da mulher, a recomendação é para que a gestação seja “ planejada ”. Isso porque durante os meses de gestação é necessário manter um controle mais rigoroso da glicose no sangue. O diabetes oferece risco tanto para o bebê, quanto para a mãe. A falta de controle glicêmico, por exemplo, pode causar má formação dos bebês, além de aborto espontâneo, pré-eclâmpsia ou parto prematuro.

É recomendado que a mulher com diabetes e gestante seja acompanhada também pelo médico especialista em diabetes, no caso, o endocrinologista. Caso esse cuidado e planejamento aconteçam, a mulher pode realizar esse sonho de filhos.

Já no caso dos homens com diabetes, o importante é saber que o controle da glicose é fundamental para evitar a impotência sexual causada pelo diabetes descontrolado.

A glicose alta pode resultar em uma neuropatia no pênis, que impede a ereção.

Portanto, se você é homem, convive com diabetes e sonha em ser pai, controle a glicemia para não perder a chance de ser pai.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Varíola dos macacos: Brasil tem 2.458 casos confirmados até agora

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Varíola dos macacos
Divulgação

Varíola dos macacos

O número de casos confirmados da varíola de macaco já está em 2.458 pessoas no Brasil, segundo números atualizados, nesta sexta-feira (12), pelo Ministério da Saúde.

A maioria dos casos confirmados está no estado de São Paulo, com 1.748. Na sequência vem Rio de Janeiro (278), Minas Gerais (102), Distrito Federal (92), Paraná (52), Goiás (53), Bahia (25), Ceará (9), Rio Grande do Norte (8), Espírito Santo (7), Pernambuco (13), Tocantins (1), Acre (1), Amazonas (5), Pará (1), Paraíba (1), Piauí (1), Rio Grande do Sul (29), Mato Grosso (2), Mato Grosso do Sul (8), e Santa Catarina (22).

Cuidados necessários

As feridas na pele provocadas pela varíola trazem o risco de infecções secundárias causadas, principalmente, por bactérias. As fissuras presentes nas lesões servem de porta de entrada de microrganismos que podem ser nocivos.

O Ministério da Saúde recomenda que os cuidados voltados para a população de risco sem sinais de gravidade devem ser analisados caso a caso.

Em relação aos pacientes com bom estado geral, recomenda-se que seja prescrito tratamento sintomático. Além disso, o paciente deve permanecer isolado até a liberação dos resultados negativos da doença.

As lesões na pele devem ser cobertas o máximo possível, com o uso de camisas de mangas compridas e calças, também para minimizar o risco de contato com outras pessoas. Para evitar o risco de contaminação de outras partes do próprio corpo, o paciente deve evitar tocar nas feridas e não levar as mãos à boca e aos olhos, por exemplo.

Ações do Ministério da Saúde 

O Centro de Operações de Emergência, criado pelo Ministério da Saúde para monitorar o avanço da doença, classificou a varíola dos macacos com nível máximo de emergência no território nacional. O nível III é estabelecido em cenários de “excepcional gravidade” e admite que a situação pode culminar em declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin).

De acordo com o plano, a situação da doença no país foi classificada como nível III pois já existem casos confirmados da doença no Brasil, com transmissão comunitária, e ainda não há disponibilidade de medidas de imunização e tratamento.

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Fonte: IG SAÚDE

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