conecte-se conosco


Nacional

Chuvas devem continuar até domingo em área de barragem na Bahia

Publicado

Agência Brasil

água escoa de barragem que se rompeu arrow-options
Reprodução/Twitter

Barragem se rompeu na última quinta-feira (11)

A chuva no nordeste baiano, próximo à divisa com Sergipe, deve cair até domingo (14), dificultando o escoamento das águas que inundam  desde quinta-feira (11) o município de Coronel João Sá, onde 500 pessoas estão desalojadas após o transbordamento e o rompimento da barragem Quati, no rio do Peixe.

A informação sobre previsão do tempo é do secretário de Comunicação de Coronel João Sá , Valdomiro da Conceição Jr. Segundo o secretário, “o problema é o transtorno que causa. A chuva não para. Fica difícil o trabalho dos bombeiros e da Defesa Civil”. 

De acordo com o governo da Bahia, a barragem foi construída pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional e entregue em novembro de 2000 à Associação de Moradores da Comunidade de Quati .

A barragem forma açude de multiuso, inclusive abastecimento e irrigação na época da seca. Segundo o secretário Valodomiro Jr, a barragem tinha cerca de 200 metros de largura e 20 metros de profundidade.

Leia também: Após rompimento de barragem, cidade baiana vai entrar em estado de emergência

Por falta de informações dos órgãos estaduais, a obra não consta da última edição do Relatório de Segurança de Barragens da Agência Nacional de Águas. Segundo o documento, “não há nenhum ato de autorização, outorga ou licenciamento em 42% das barragens [de todo o país], e em 76% dos casos não está definido se a barragem é ou não submetida à PNSB [Política Nacional de Segurança de Barragens] por falta de informação”.

O município iniciou campanha pedindo doações por meio de depósito.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Nacional

Planalto pagou por vacina indiana valor 1.000% maior que preço ofertado

Publicado


source
Presidente Jair Bolsonaro e o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello
Reprodução

Presidente Jair Bolsonaro e o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

As vacinas indianas, adquiridas pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido), foram pagas por um valor 1.000% maior do que o ofertado pelo próprio fabricante. As dados foram retirados de documentos do  Ministério das Relações Exteriores e as informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Em agosto do ano passado, telegramas sigilosos da embaixada brasileira em Nova Délhi informavam que o imunizante – produzido pela farmacêutica Bharat Biotech – custava 100 rúpias por dose, ou U$ 1,34. Meses depois, em dezembro de 2020, outro comunicado diplomático alegava que o imunizante indiano “custaria menos do que uma garrafa de água”.

A compra foi sacramentada em fevereiro deste ano e o Ministério da Saúde pagou U$ 15 – ou R$ 80,70 – por unidade de vacina. A mais cara de todas as seis vacinas adquiridas até o momento pelo governo brasileiro.


Todo o período de negociação durou três meses. O presidente Jair Bolsonaro emitiu uma ordem direta para a aquisição das vacinas indianas. Em comparação, as negociações com a Pfizer levaram mais de dez meses e o preço não se alterou – um custo de U$ 10 por dose do imunizante.

Continue lendo

Nacional

Marco Aurélio defende Bolsonaro e diz que “não avançaremos se tivermos tumultos”

Publicado


source
 Ministro do Supremo Tribunal Federal concedeu entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura
Reprodução/Youtube

Ministro do Supremo Tribunal Federal concedeu entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, participou do programa Roda Viva, na última segunda-feira (21), e defendeu o mandato do presidente Jair Bolsonaro . Segundo o decano, “os brasileiros escolheram esse presidente” e é preciso “apoiá-lo no que houver de positivo”.

Entrevistado pela terceira vez no programa, o magistrado ressaltou que torce pelo andamento do governo federal. De acordo com Marco Aurélio, “não avançaremos se tivermos tumultos maiores, quer no campo criminal comum, quer no campo político. É aguardar, buscar apoiá-lo no que houver de positivo nos atos e aguardar o que nós teremos em 2022.”

O ministro da Suprema Corte, ainda, e mostrou contrário a possibilidade de afastamento ou de prisão de Jair Bolsonaro (sem partido), pois a repercussão internacional para o Brasil seria “péssima”.

Ao ser questionado sobre a economia brasileira, o decano considerou que a seu andamento “não está tão ruim, considerando a fase vivenciada”.

A pandemia do novo coronavírus – bem como a gestão do presidente no combate ao covid – se fez presente nas discussões. Marco Aurélio ressaltou que o ‘negacionismo’ de Bolsonaro causou uma “sinalização de insegurança” ao país. “Evidentemente quando o presidente negou a existência da pandemia, nós ficamos à reboque, inclusive quanto à aquisição de vacinas. O ideal seria realmente termos vacina para todos, indistintamente. Mas não é o que ocorre”.


Por fim, o decano defendeu a utilização das urnas eletrônicas como método do processo eleitoral, já que “ele [Bolsonaro] foi eleito considerado esse sistema. O que nós tínhamos anteriormente? Nós tínhamos cédulas. O manuseio da cédula para apuração dos votos, e a interferência passo a passo do homens. Quando há interferência do homem, principalmente em uma disputa eleitoral, é possível termos distorções. De lá para cá não tivemos uma única impugnação minimamente séria, procedente, quanto à fidelidade do voto depositado na urna eletrônica pelo eleitor”.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana