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“Chorei por 10 minutos”: Ivan Parente fala sobre dublar Timão em “O Rei Leão”

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Dar voz a um dos personagens mais conhecidos do universo Disney não é uma tarefa fácil e quem carrega a missão de ser o interprete nacional de Timão, do aguardado live-action de “ O Rei Leão ”, é Ivan Parante – um paulistano de 46 anos que soma sucessos no teatro musical e, atualmente, está no ar na novela “As Aventuras de Poliana”, do SBT .

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Ivan Parente dubla Timão arrow-options
Divulgação/Disney

Ivan Parente dubla Timão em “O Rei Leão” e ficou emocionado ao cantar Hakuna Matata


Com essa crescente onda de live-actions, esse não é o primeiro trabalho que Ivan Parente fez com a Disney. Em 2017, o ator emprestou sua voz para Lumière, o candelabro de “A Bela e a Fera”. Viver essa experiência de dublar foi algo novo que ele confessa que amou. “É sensacional, mas acho também que é uma das coisas mais difíceis que eu já fiz”, comenta ao iG.

O processo de dublagem é realmente complicado, o ator explica que dublador só pode assistir a cena original em uma telinha e a partir disso precisa interpretar as falas em português. “Não é só imitar a musiquinha do texto que o ator está fazendo, precisamos reinterpretar para dar entendimento na nossa língua”, explica Ivan e que acrescente que para dar certo é preciso repetir as cenas várias e várias vezes.

Dublar um personagem que marcou a infância e a vida de tantas pessoas é uma grande responsabilidade, pois a expectativa que se cria é grande. Timão foi dublado originalmente por Pedro de Saint German e sua voz ficou gravada no imaginário de muita gente – inclusive no de Ivan.

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“Quando fiz o teste já entendi a bucha. Chorei por 10 minutos até conseguir gravar a introdução de Hakuna Matata . Quando recebi o telefonema dizendo que eu havia passado eu chorei de novo por mais 10 minutos. Pensei: ‘Meu! Eu vou cantar Hakuna Matata ’. Chorei de novo. E no dia da gravação não foi diferente. Chorei.”

Reconhecida carreira musical

Ivan Parente arrow-options
Divulgação/Osmar Lucas

Ivan Parente tem uma longa carreira no teatro musical

Antes de chegar às telonas, a voz de Ivan já podia ser ouvida e apreciada no teatro. Desde os 24 anos, ele se dedica ao teatro musical e, como um dos pioneiros do ramo no Brasil, ele afirma se que sente orgulhoso de ver o crescimento desse gênero no País.

“Lutamos muito por uma profissionalização da classe. Formamos um público que ama assistir musicais. Nós éramos vistos como intrusos pela classe teatral, mas sinto que um artista não tem limites. Ele precisa atuar, ele precisa cantar, ele precisa dançar, ele pode dublar, ele pode tudo”, enfatiza.

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Durante esses anos de trabalho árduo, Ivan teve muitos trabalhos voltados para o público infantil – principalmente nas parcerias com o diretor Billy Bond. No currículo, ele soma musicais como “Pinocchio”, “A Bela e a Fera” e “Peter Pan” e “O mágico de Oz”, no qual viveu o Homem de Lata, seu primeiro grande personagem.

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Entretanto, o que rendeu a ele o prêmio Bibi Ferreira de melhor ator coadjuvante e um convite para participar da novela infantil “ As Aventuras de Poliana ” foi um papel voltado para o público adulto na recente montagem do musical “Les Misérables”. “Eu não era nada infantil, mas mostrava o meu lado cômico.”

Novos desafios

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Divulgação/Osmar Lucas

Ivan Parente está confirmado no elenco de “Madagascar – Uma Aventura Musical”

Ao migrar para a televisão, o artista precisou se moldar a essa nova linguagem. “Eu tive que me adaptar para ficar menos teatral e mais natural. Me mexia muito e fazia muita careta”, comenta o ator que vive Lindomar na trama infantil. A novidade é que seu personagem vai começar a soltar a voz na novela: “Poder cantar numa trama de sucesso no SBT é sensacional, pois assim posso mostrar um pouco mais da minha experiência além da atuação”.

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A novela busca trazer uma trama lúdica que estimula a imaginação das crianças e o desejo de brincar. O próximo trabalho de Ivan Parente , que será o Girafa Melman em “ Madagascar – Uma Aventura Musical ”, busca passar uma mensagem similar. “Estamos cada vez mais sozinhos por causa da tecnologia. Precisamos nos reconectar. Acho que a função da arte é conectar a criança que sonha com o adulto que será capaz de realizar”, finaliza.

Fonte: IG Gente
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Como fica a corrida pelo Oscar 2020 depois dos festivais outonais?

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Encerrados os principais festivais de cinema outonais, o triunvirato formado por Veneza, Toronto e Telluride, a rota para o Oscar 2020 está pavimentada e já é possível vislumbrar alguns dos principais concorrentes a figurar na maior e mais importante premiação do cinema.

O Irlandês arrow-options
Divulgação/Netflix

Robert De Niro em cena de “O Irlandês”: ninguém viu o filme ainda, mas todos o consideram na lista final do Oscar

Há, claro, filmes que permanecem um mistério para a crítica, como o são “O Irlandês”, épico mafioso de Martin Scorsese para a Netflix , e “Adoráveis Mulheres”, o aguardado segundo filme de Greta Gerwig como diretora. É inegável que esses filmes são contenders naturais na temporada de premiações, mas estão longe de ostentar lugar cativo na disputa. Tudo porque a edição 2020 do Oscar se anuncia disputadíssima e vocacionada a surpreender.

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Coringa arrow-options
Divulgação/Warner Bros.

Cena de Coringa, que inesperadamente assumiu o status de ser um dos favoritos ao Oscar

“Coringa”, para todos os efeitos uma adaptação de HQ, é hoje um dos grandes favoritos da temporada . A conexão Veneza-Oscar, que favoreceu produções como “A Forma da Água”, “Nasce uma Estrela” e “Roma” nos anos anteriores deve vingar novamente. O surpreendente vencedor do Leão de Ouro deve receber indicações nas categorias de Filme, Ator, Roteiro Adaptado e Fotografia. Cogita-se até mesmo nomeação para Todd Phillips entre os diretores.

Outra convicção inerente deixada pelos festivais é de que a Netflix terá uma presença muito mais robusta no próximo Oscar. “O Irlandês”, resiste como a principal aposta da plataforma de streaming, mas há excelentes opções com chances de múltiplas indicações. São os casos de “Marriage Story”, comédia dramática de Noah Baumbach sobre um casal em crise; “Dois Papas”, longa de Fernando Meirelles sobre a inesperada sucessão no Vaticano; “A Lavanderia”, thriller de Steven Soderbergh sobre o escândalo conhecido como Panama Papers e “Meu Nome é Dolemite”, que marca o retorno de Eddie Murphy sob a batuta do diretor de “No Ritmo de um Sonho”.

Outros filmes bem cotados

“Waves”, de Trey Edwards Shults, está suscitando comparações com “Moonlight” e já é apontado como uma força do cinema independente no Oscar. “Era uma Vez… Em Hollywood”, novo de Quentin Tarantino, “Jojo Rabbit”, vencedor do Festival de Toronto e “Ford vs Ferrari” são outras produções bem posicionadas para o Oscar. Assim como o vencedor da Palma de Ouro “Parasita”. Uma tendência que deve ser forte do Oscar daqui para frente será a presença de ao menos uma produção estrangeira na categoria principal.

“O Relatório”, de Scoot Z. Burns, recebe elogios desde a estreia em Sundance e também é uma possibilidade forte na temporada. O musical “Cats” e o drama de guerra de Sam Mendes “1917” ainda são duas incógnitas, mas o apreço da Academia pelos gêneros que representam impõe atenção a eles.

As ficções científicas de cineastas prestigiados, “Ad Astra”, de James Gray, e “Projeto Gemini”, de Ang Lee, parecem ainda salgados demais para o paladar da Academia, mas podem ser boas surpresas na lista que será divulgada em janeiro.

Atuações

O interesse da indústria nesse momento se concentra em dois nomes bem atípicos na corrida pelo Oscar. Adam Sandler, elogiadíssimo, por seu papel em “Uncut Gems”, e Jennifer Lopez, que depois de 25 anos de carreira e estrelato pode chegar ao Oscar pelo papel da stripper golpista de “As Golpistas”. São dois nomes que precisam superar barreiras, umas óbvias, outras mais sutis, para receberem nomeações.

Brad Pitt deve receber sua quarta indicação ao Oscar como ator. Suas chances principais residem na categoria de coadjuvante por “Era Uma Vez… Em Hollywood”, mas suas chances na categoria principal por “Ad Astra” não podem ser desprezadas. Essa categoria tem Joaquin Phoenix (“Coringa”) e Adam Driver (“Marriage Story”) como principais cotados.

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Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez… Em Hollywood”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Antonio Banderas (“Dor & Gloria”), Eddie Muphy (Meu Nome é Dolemite”) e Taron Egerton (“Rocketman”) também estão no páreo. Há, ainda, Robert De Niro em um filme de Martin Scorsese (“O Irlandês), uma combinação que pode ser simplesmente irresistível.

Meryl Streep está novamente na corrida como atriz principal de “A Lavanderia” e como coadjuvante por “Adoráveis Mulheres”. A impressionante performance da já vencedora do Oscar Lupita Nyong`o em “Nós” deve motivar burburinho em torno de seu nome.

Meryl Streep arrow-options
Divulgação/Netflix

Meryl Streep em cena de “A Lavanderia”

Scarlett Jonhansson é outra estrela que pode receber sua primeira indicação, no caso pelo drama conjugal “Marriage Story” . Awkafina é bastante comentada pelo hit indie “The Farewell”. Já Reneé Zellweger ensaia um grande retorno com o papel título de “Judy”. A ala feminina da disputa, no entanto, parece menos engarrafada do que a masculina.

Os próximos meses, com alguns festivais ainda acontecendo, como Nova York e Londres, a campanha pelo Oscar 2020 deve se intensificar, mas definitivamente as cartas já estão na mesa.

Fonte: IG Gente
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Record TV aposta em Geraldo Luís para blindar audiência após saída de Gottino

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Nesta semana o “Balanço Geral”, noticiário vespertino da Record TV , sofreu um baque: seu apresentador titular Reinaldo Gottino deixou a emissora para embarcar em uma nova jornada na CNN Brasil , que ainda não têm data fechada para estrear. 

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Reinaldo Gottino arrow-options
Divulgação/ Record TV

Reinaldo Gottino

Tentando tapar o sol com a peneira, a Record TV escalou temporariamente Luiz Bacci, pupilo de Marcelo Rezende, para segurar as pontas no folhetim durante a semana. No primeiro dia sob o comando o Menino de Ouro, segundo dados da Kantar Ibope na Grande São Paulo, o “Balanço Geral” fechou com 8,4 de média, caindo 1,3 ponto em comparação com essa última segunda (16), quando registrou 9,7 na última edição com Gottino.

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Em contrapartida, o quadro “A Hora da Venenosa”, que conta com a participação de Fabíola Reipert, conseguiu manter bem seu nível de audiência. Ao lado de Bacci, ainda de acordo com dados do Ibope, Fabíola conquistou 9,9 pontos, comparado ao seu número frequente, 10 pontos, a venenosa, como é conhecida, decaiu poucos décimos. 

Na busca curar a ferida da audiência causada pela saída do apresentador titular, na quinta-feira (19) a emissora resolveu anunciar que escalou um velho conhecido do jornal para assumir o programa permanentemente, Geraldo Luís. Segundo o comunicado, o jornalista irá acumular a função com seu programa dominical, o “Domingo Show”. 

Geraldo, que já passou pelo “Balanço” entre 2007 e 2009, e depois de 2010 até 2014, irá retornar no mesmo dia da estreia do “Se Joga”, programa de Fernanda Gentil, na Globo, o que mostra um forte senso de confiança da emissora em seu potencial de concorrência.  

Geraldo Luís arrow-options
Divulgação / Record Tv

Geraldo Luís

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Com uma nova estratégia, a Record TV perde um grande nome em tempos de forte concorrência. Mesmo sendo uma aposta segura, se Geraldo Luís será o suficiente para estabilizar o “Balanço” após a saída de Reinaldo Gottino , só o tempo dirá. Todavia, outro fato que pode-se extrair desta análise é que Fabíola Reipert é um elemento independente e estável e que, apesar de ter tido aumento de tempo em seu quadro, ainda pode conquistar mais dentro da transmissora.

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Fonte: IG Gente
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