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Internacional

China reitera apoio à Rússia nas questões de ‘soberania e segurança’

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 Putin telefonou para Xi para felicitá-lo por seu aniversário
Reprodução/Wikimédia Communs

Putin telefonou para Xi para felicitá-lo por seu aniversário

O presidente da China , Xi Jinping, conversou com seu homólogo russo, Vladimir Putin , nesta quarta-feira (15) e reafirmou o compromisso de seu país com Moscou nas questões de “soberania e segurança”. O telefonema ocorreu por conta do aniversário de 69 anos do líder chinês.

“A China deseja seguir apoiando a Rússia nas questões que afetam interesses fundamentais e as principais preocupações como soberania e segurança, a intensificar a coordenação estratégica entre os dois países e a reforçar a comunicação e a coordenação nas principais organizações internacionais e regionais, como ONU, Brics e Organização para a Cooperação de Xangai”, disse Xi em nota repercutida pela emissora estatal “CCTV”.

Os dois líderes ainda concordaram que devem “promover ações com países dos mercados emergentes e em via de desenvolvimento que devem unir e cooperar para um desenvolvimento da ordem internacional e da governança global em uma direção mais justa e racional”.

Ainda conforme a ” CCTV “, Putin teria afirmado que sob Xi, a China obteve “notáveis resultados em termos de desenvolvimento”.

“Moscou ainda sustenta a iniciativa de segurança global proposta pela parte chinesa e se opõe a qualquer força que interfira nos assuntos internos da China sob qualquer pretexto com Xinjiang, Hong Kong, Taiwan e sobre outras questões está disposta a reforçar a cooperação multilateral com a China”, informou a estatal.

O comunicado é um claro ataque aos Estados Unidos que, especialmente neste ano, vem apoiando os independentistas de Taiwan e ampliando sua presença na região do indo-pacífico , de histórico domínio chinês.

Horas após a divulgação por parte do governo de Pequim, o Kremlin publicou uma nota da conversa, repercutida pela Tass, e ressaltou que Xi afirmou que as “ações da Rússia para a defesa de seus interesses nacionais perante desafios externos são legítimas”.

Ainda conforme o governo russo, as posições das duas nações “na arena global são unidas ou muito próximas”.

A fala é uma clara referência à guerra na Ucrânia, iniciada por Moscou em fevereiro , e que fez os russos sofrerem com uma série de pesadas sanções internacionais.

Sobre o tema, o Kremlin ainda informou que as relações bilaterais “estão em um nível sem precedentes e melhorar constantemente” e que os dois líderes “vão reforçar a cooperação nos setores energéticos, financeiros, industriais à luz das ilegais sanções ocidentais”.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Bispo mexicano propõe ‘pacto social’ que inclua narcotraficantes

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Sigifredo Noriega, bispo do estado mexicano de Zacatecas (norte)
Reprodução/Facebook Sigifredo Noriega

Sigifredo Noriega, bispo do estado mexicano de Zacatecas (norte)

Um bispo mexicano propôs firmar um “pacto social”, que incluiria traficantes de drogas, para combater a violência no país, que teria, inclusive, levado a pedidos para que o presidente Andrés Manuel López Obrador repense a política de segurança vigente. O pacto proposto seria necessário para que “toda a sociedade, e até os criminosos, pudessem participar de alguma forma”, disse Sigifredo Noriega, bispo do estado de Zacatecas (um dos que apresenta os maiores índices de violência), no norte do país, ao jornal Milenio.

Os questionamentos sobre a estratégia de segurança adotada por López Obrador aumentaram desde que dois padres jesuítas foram assassinados em 27 de junho em uma igreja no estado de Chihuahua, no norte do país. Os bispos católicos mexicanos pressionaram o governo após o ataque para “revisar as estratégias de segurança que estão falhando”.

Na segunda-feira, a Conferência Episcopal Mexicana disse estar comprometida com o “diálogo para construir um caminho de justiça e reconciliação que nos leve à paz”.

López Obrador defendeu esta semana sua política de segurança, que se “concentra no combate às causas profundas da violência”, incluindo a pobreza. Na terça-feira, ele disse que, embora apoiasse o perdão, seu governo “não negocia” com criminosos.

Mais de 340 mil pessoas foram mortas desde 2006 em decorrência de ações contra o crime organizado, quando o governo da época enviou o exército para combater os cartéis de drogas. O governo atribui a maior parte das mortes a gangues envolvidas em crimes como tráfico de drogas, roubo de combustível, sequestro e extorsão.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Guerra: prefeito de Sloviansk pede que civis fujam após ataque russo

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Prefeito de Sloviansk pede para civis fugirem após ataque russo
Ansa

Prefeito de Sloviansk pede para civis fugirem após ataque russo

O prefeito de Sloviansk, Vadim Lyakh, fez um apelo nesta terça-feira (5) para os moradores fugirem da cidade no sudeste da Ucrânia  após as tropas russas intensificarem os bombardeios na região.

“É importante evacuar o maior número possível de pessoas”, disse Lyakh em entrevista à Reuters, segundo o “The Guardian”.

De acordo com o prefeito, “144 pessoas, incluindo 20 crianças, fugiram hoje” de Sloviansk, um dos principais centros populacionais de Donetsk ainda sob controle da Ucrânia.

Hoje, um bombardeio russo atingiu um mercado local e deixou pelo menos dois mortos e sete feridos. No último domingo, seis civis já haviam sido mortos e 15 ficaram feridos em outro ataque das tropas de Moscou.


Segundo Lyakh, Sloviansk está sob fogo pesado do Exército russo há dias. “Bombardeio maciço da cidade. No centro, no norte. Todos nos abrigos antiaéreos”, escreveu ele no Facebook, acusando a Rússia de usar munições proibidas por tratador internacionais.

Após a queda de Lysychansk no domingo, as forças russas avançaram para oeste e dirigiram-se para esta cidade de cerca de 100 mil habitantes antes da guerra.

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Fonte: IG Mundo

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