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Internacional

China constata mais 17 casos de pneumonia viral

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As autoridades chinesas anunciaram neste domingo (19) que identificaram mais 17 pessoas infectadas no país com uma nova forma de pneumonia viral, que matou duas vítimas e colocou outros países em alerta.

No total, 62 casos do novo coronavírus foram registrados pela Comissão Municipal de Saúde da cidade de Wuhan, mas 19 receberam alta de um hospital, enquanto dois homens na faixa dos 60 anos morreram. Pelo menos meia dúzia de países da Ásia adotaram medidas excepcionais para evitar a doença.

Sintomas

Investigadores do Centro de Análise Global de Doenças Infecciosas, que assessora instituições como a Organização Mundial de Saúde (OMS), estimam que ” 1.723 casos” em Wuhan apresentavam sintomas da doença desde o último dia 12.

FILE PHOTO: People walk past newly built residential flats in Shenzhen, Guangdong Province, China October 26, 2019. REUTERS/Tyrone Siu/File Photo

Pneumonia viral deixa grande parte da população da China preocupada com efeitos da doença               Tyrone Siu/Reuters/direitos reservados

O alerta de disseminação do vírus foi dado esta semana pela OMS, depois que os três primeiros casos constatados fora da China foram conhecidos na Tailândia e no Japão. As três vítimas haviam visitado a cidade de Wuhan, na China, recentemente.

Os casos de pneumonia viral alimentaram receios sobre uma potencial epidemia, depois de uma investigação ter identificado a doença como um novo tipo de coronavírus, uma espécie de vírus que causa infecções respiratórias em seres humanos e animais e são transmitidos através da tosse, espirros ou contacto físico.

Os Estados Unidos anunciaram que vão monitorizar os passageiros dos voos provenientes de Wuhan para nos aeroportos em Los Angeles, São Francisco e Nova Iorque.

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Internacional

Breonna Taylor: júri acusa policial envolvido em morte polêmica

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Breonna Taylor em frente a bandeiras e segurando flores e um certificado
Courtesy of Taylor Family attorney Sam Aguiar via AP, Arquivo

Breonna foi morta por agentes dentro de seu apartamento, durante operação de drogas

Nesta quarta-feira (23), em Kentucky, nos Estados Unidos, um júri decidiu formalizar a acusação contra um policial envolvido na morte de Breonna Taylor , mulher negra de 26 anos que foi morta por agentes de segurança dentro do próprio apartamento, em uma operação de busca de drogas. No local, nenhum entorpecente foi encontrado.

O policial Brett Hankison foi demitido da polícia no dia 23 de junho e, agora, responderá por três acusações ao ter colocado a vida de outra pessoa em perigo e agido com indiferença em relação à situação, de acordo com a Justiça americana.

Os outros dois policiais diretamente envolvidos na morte da jovem não foram formalmente acusados, somente Hankison responderá pelo crime. 

O chefe da corporação, Robert Schroeder, disse que, na carta de demissão, Hankison violou procedimentos ao mostrar “extrema indiferença ao valor da vida humana ao disparar cega e arbitrariamente” no apartamento onde vivia a jovem.

Na semana passada, a prefeitura de Louisville, cidade onde Taylor foi morta, concordou em pagar US$ 12 milhões à família da jovem, de acordo com o G1. Além disso, pelo acordo firmado entre o prefeito e os parentes de Taylor, a polícia precisará investir em reformas na corporação para evitar que novas ações terminem em morte.

Assim como Geroge Floyd , Breonna se tornou um símbolo de luta racial nos Estados Unidos . Floyd também foi morto por policiais, asfixiado durante uma abordagem.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Camisinhas usadas são lavadas e revendidas como novas no Vietnã

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Material apreendido pesava mais de 360 quilos no total


Autoridades sanitárias do Vietnã apreenderam 324 mil preservativos usados ​​que estavam prestes a ser limpos e revendidos no mercado . A reciclagem clandestina e ilegal era realizada em uma instalação na cidade de Tan Uyen Town, que foi invadida no último sábado (19).

Além das camisinhas já usadas – ​​que pesam, juntas, 360 quilos no total -, os fiscais encontraram outros milhares de preservativos embalados e prontos para venda, sem marca.

Segundo a Diretoria de Vigilância de Mercado do Vietnã, o local foi alugado por uma mulher identificada como Pham Thi Thanh Ngoc, 32.

Ela disse que, uma vez por mês, “alguém” lhe entregava milhares de preservativos usados. Seu trabalho era limpar, secar e separar o material para fazê-lo parecer novo  aos olhos dos clientes.

As autoridades locais estão investigando o caso.

Fonte: IG Mundo

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