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Chevrolet Onix Plus fecha outubro na liderança entre os sedãs

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Motor Show

O destaque de outubro no ranking de veículos novos vai para o Chevrolet Onix Plus . Com 7.140 unidades emplacadas, o compacto fechou o mês passado como o sedã mais vendido do mercado brasileiro, superando o médio Toyota Corolla (6.211) e o concorrente direto Ford Ka Sedan (5.083).

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Já dentre os SUVs, o Jeep Renegade (6.680) liderou com folga e foi o único utilitário esportivo a figurar entre os 10 modelos mais emplacados do período. Confira abaixo o top 20 do mês de outubro. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Confira abaixo os 10 carros mais vendidos em outubro.

1 -Chevrolet Onix: 21.198

Chevrolet Onix branco arrow-options
Divulgação

Chevrolet Onix continua sendo o hatch compacto mais vendido do Brasil e deverá fechar o quinto ano seguido na liderança



2 – Ford Ka: 9.691





3 – Hyundai HB20: 8.332

hyundai HB20 vermelho arrow-options
Divulgação

Hyundai HB20: acaba de mudar, mas agora resta saber se a nova geração vai conseguir ter o mesmo sucesso da primeira



4 – Fiat Argo: 7.586

Fiat Argo vermelho arrow-options
Divulgação

Fiat Argo: deve peder espaço com a chegada da nova geração do Onix hatch, que vai chegar no fim do mês às lojas




5 – VW Polo: 7.245

VW Polo amarelo arrow-options
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VW Polo tem conjunto bem acertado, ,mas também deverá ser incomodado com os novos Onix e HB20



6 – Chevrolet Onix Plus: 7.140

Chevrolet Onix Plus azul arrow-options
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Chevrolet Onix Sedan: logo no primeiro mês que vendas, o sedã compacto mostra que vai dar trabalho aos concorrentes





7 – Fiat Strada: 6.958

Fiat Strada vernelha arrow-options
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Fiat Strada: mesmo prestes a mudar a picape compacta ainda é a mais vendida do Brasil, com bom custo-benefício

8 – Fiat Toro: 6.914

Fiat Toro branca arrow-options
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Fiat Toro: mudou pouco na linha 2020, mas continua bem na frente da rival Renault Oroch, por enquanto, a única rival



9 – Jeep Renegade: 6.680





10 – VW Gol: 6.670

VW Gol branco arrow-options
Carlos Guimarães/iG

VW Gol: o veterano já foi o carro mais vendido do Brasil por 27 anos seguidos e ainda se mantém na lista dos 10 primeiros





Fonte: IG Carros
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Qual versão do Toyota Corolla mais perdeu valor ao longo dos anos?

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Na quinta geração nacional, o Toyota Corolla ganhou a inédita motorização híbrida flex – a que mais perderá valor no futuro

Com quase três décadas de mercado, o Toyota Corolla é um dos queridinhos dos brasileiros. O sedã chegou ao Brasil em 1991, importado do Japão na mesma versão que era direcionada aos Estados Unidos. Com o sucesso nas vendas, a marca optou por iniciar sua produção nacional em 1998, no Complexo Industrial de Indaiatuba (SP) – que chegou no mercado como modelo 1999.

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A disputa com o principal rival, o Civic, durou até 2009, quando o Toyota Corolla ultrapassou o sedã da Honda para nunca mais deixar a liderança. Já são vinte anos como veículo nacional, e dez de liderança absoluta. A KBB, plataforma de análise e precificação de automóveis, publicou um levantamento mostrando quais versões do Corolla desvalorizam mais, e quais perdem menos valor – considerando apenas os modelos nacionais.

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De acordo com a KBB, a versão que menos perde valor é a GLi 1.8 CVT da geração que acaba de sair de linha, em agosto (2014 – 2019). O modelo conta com 144 cv de potência a 6.000 rpm e 18,6 kgfm a 4.800 rpm, com câmbio do tipo CVT capaz de simular sete velocidades. Seu porta-malas tem capacidade para 470 litros. Confira abaixo a lista dos modelos do Corolla que menos perdem valor.

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Toyota Corolla arrow-options
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Quinta geração do Toyota Corolla é valorizada no mercado de seminovos, com depreciação de apenas -4,89%

5 – G3 (2009 – 2005) – GLi 1.8 automático – -7,26%
4 – G2 (2003 – 2008) – SEG 1.8 automático – -7,14%
3 – G2 (2003 – 2008) – XLi 1.6 automático – -6,22%
2 – G3 (2009 – 2015) – XLi 1.8 automático – -6,04%
1 – G4 (2015 – 2019) – GLi 1.8 CVT – -4,89%

O que mais deprecia

O levantamento também aponta que o Corolla SEG da primeira geração (1999 – 2003), com motor 1.8 e câmbio automático, é o que mais perde valor desde a nacionalização. Para refrescar a memória, o modelo tinha 136 cv de potência e 17,5 kgfm de torque, com a transmissão automática de apenas quatro marchas. Para sua época e tamanho, o porta-malas de 437 litros era bem expressivo. Confira abaixo a lista dos modelos que mais perdem valor.

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5 – G3 (2009 a 2014) -Altis 2.0 automático – 7,69%
4 – G1 (1999 a 2002) – XLi 1.8 automático – -8,51%
3 – G1 (1999 – 2002) – XEi 1.8 automático – -8,36%
2 – G4 (2015 – 2019) – XEi 2.0 automático – -9,02%
1 – G1 (1999 – 2002) – SEG 1.8 automático – -10,19%

Fonte: IG Carros
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Bike elétrica Vela 2 é revelada com novas tecnologias e soluções de mobilidade

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Aline Chahade

Vela 2 é revelada com mais recursos de proteção ao condutor e à bicicleta, que surge mais eficiente

A Vela 2, novidade da marca de bicicletas elétricas Vela Bikes, acaba de ser apresentada com mais tecnologias. Apesar do mesmo visual retrô da geração anterior — com bom refinamento do projeto, mas que pouco entrega a sua modernidade à primeira vista — também vem acompanhada de uma série de recursos de conectividade, via aplicativo, que viabilizam o uso no dia-a-dia. Chegará às lojas em março de 2020 com dois anos de garantia, pelo preço de reserva de R$ 5.390, e opção de aluguel por R$ 349 ao mês.

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Disponível nas cores preta, azul, verde escuro, vermelho e coral, a Vela 2 oferece três pacotes de recursos opcionais que são acessados via aplicativo de celular da Vela Bikes . O primeiro é gratuito, e inclui a primeira revisão sem custos, acesso à rede de recarga rápida (que a fabricante está ampliando na cidade de SP), navegação, endereço e contato de estabelecimentos, bloqueio por Bluetooth e atualizações básicas. Vale lembrar que também é possível efetuar ligações e acessar a internet.

O segundo, por R$ 49 ao mês, adiciona bloqueio remoto (sem a necessidade de estar próximo à bicicleta elétrica ), proteção contra roubo, furto e acidente, atualizações exclusivas, rastreamento por GPS e oferta de uma Vela reserva. Por fim, o terceiro (R$ 89/mês) complementa com serviços e manutenções sempre gratuitos (enquanto o usuário for assinante deste plano).

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Outro recurso que a marca deverá implantar futuramente é um sistema que telefona o contato mais próximo quando a bicicleta sofrer um forte impacto.

Acessórios inclusos e especificações

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Aline Chahade

Apesar da concepção símples, vem equipada para comportar objetos e adicionar estilo

A nova geração da Vela também traz um item no guidão capaz de fixar, magneticamente, o celular ou um objeto de até 8 kg, sem sofrer com impactos e vibrações. Além disso, mesmo que siga feita sobre a mesma base, oferece duas opções de quadro.

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O primeiro é rebaixado, que proporciona mais conforto e comporta um cesto para levar objetos. Enquanto isso, a segunda, de quadro reto, prioriza a postura, mas sacrifica um pouco do conforto e do espaço para a bagagem. Inclui, também, uma buzina de sininho com estilo clássico.

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Entretanto, em relação à Vela 1, é pensada para mais praticidade na condução, uma vez que agora o guidão é aberto e horizontal, como nas bicicletas convencionais. E, ainda neste quesito, um acelerômetro acelera ou freia a bicicleta em inclinações.

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Aline Chahade

Vela 2 na cor vermelha e oferecida com pneu branco, dando um aspecto retrô

No caso do freio, é regenerativo, seja quando é acionado sozinho em declives, quanto na mão. Outro ponto é que é capaz de detectar vibração nas ruas, para alertar o ciclista a procurar outro solo.

Ao contrário do modelo anterior — que seguirá à venda até uma segunda ordem, por R$ 4.990 — entrega 5 modos de condução. São eles: passeio (até 10 km/h), veloz (até 25 km/h), economia (chegando a 60 ou 70 km de autonomia) e cardio (que estimula o uso dos pedais, em um exercício físico aeróbico).

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Além disso, ainda ante a antecessora, traz o dobro de sensores de movimento no pedal, o que aumenta a precisão e a suavidade da entrega de movimento do motor elétrico durante as pedaladas. A sua bateria é impermeável e carrega 1 km de autonomia por minuto, quando colocada nos carregadores que a marca disponibilizará na cidade. É claro que a Vela 2 também pode ser carregada em tomadas caseiras.

Fonte: IG Carros
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