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Saúde

Chá, respiração e mais: 8 dicas caseiras para aliviar dor de cabeça

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É difícil encontrar alguém que nunca sofreu com dores de cabeça. Problema comum e de diferentes causas, a doença atinge cerca de 70% dos brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC). Algumas práticas simples, porém, podem aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida de quem enfrenta a dor. 

mulher de cabelo preso e camisa branca pressiona as têmporas arrow-options
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Dicas simples podem aliviar a dor de cabeça









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Dicas simples para aliviar dor de cabeça #1: fuja de lugares cheios!

De acordo com o médico neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira, diretor científico da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, uma curiosidade que poucos sabem sobre a dor de cabeça é o fato de que o gás carbônico – comum em lugares onde há muitas pessoas respirando – pode causar ou agravar a dor . Assim, caso você precise aliviar o sintoma, prefira lugares vazios ou abertos. 

Dicas simples para aliviar dor de cabeça  #2: prefira o calor

O frio também pode ser o vilão das dores de cabeça. Para Oswaldo de Oliveira, manter-se aquecido pode ser fundamental para o bem-estar nesses casos. A dica também vale para os banhos: prefira os quentes, sempre evitando a possibilidade de choque térmico. “Mais importante que o banho quente é o ambiente antes e depois de entrar no chuveiro. O paciente deve evitar sentir frio após o banho com cuidados com o ambiente e evitando molhar o cabelo, por exemplo”, diz. 

Dicas simples para aliviar dor de cabeça  #3: evite alimentos salgados demais 

Por interferir na pressão arterial, a comida muito salgada pode ser um agravante para as dores de cabeça. Prefira alimentos de sabor mais suave, principalmente durante as crises de cefaleia . “Vale lembrar que bebidas com muito sódio, como os refrigerantes, também significam muito sal”, alerta o médico.

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Dicas simples para aliviar dor de cabeça  #4: pressione o ponto entre o dedão e o indicador

Poucos sabem, mas existe um ponto de acupuntura que pode ajudar a aliviar vários tipos de dor, entre eles, a de cabeça. Ele se chama IG4 e está localizado entre o indicador e o polegar. De acordo com a naturóloga Mariane Vitte, do W Spa, o ideal é pressionar o ponto com movimentos circulares por alguns minutos. 

Dicas simples para aliviar dor de cabeça  #5: lavanda no travesseiro para relaxar 

Quando a dor de cabeça vem no final do dia, causada pela correria e pelo estresse, o segredo é relaxar. Para isso, a naturóloga indica o óleo essencial de lavanda. “Pingar quatro gotinhas no travesseiro antes de dormir pode ajudar no relaxamento, trazendo um sono mais profundo e reparador”, diz.

Dicas simples para aliviar dor de cabeça  #6: chás sempre ajudam 

Se existe uma dica que nunca pode faltar quando o assunto são receitas naturais: chá. Com eficácia comprovada ao longo dos séculos, as ervas trazem ativos contra vários sintomas, entre eles a cefaleia. Nesse caso, a dica é investir na camomila, que apresenta propriedades relaxantes e analgésicas , ou no hortelã, que ainda é antiinflamatório

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Dicas simples para aliviar dor de cabeça  #7: exercícios respiratórios

Para tranquilizar a mente e relaxar o corpo, respirar pode ser a solução. Para isso, a naturóloga orienta o exercício: “Deitado na cama, antes de dormir, coloque as mãos sobre a barriga, inspire lentamente empurrando a mão para cima e expire contraindo o abdome”. Esse exercício torna a respiração mais profunda, reduz a ansiedade e melhora a oxigenação do nosso cérebro. 

Dicas simples para aliviar dor de cabeça #8: anote!

Caso a dor de cabeça seja recorrente – o que caracteriza um problema crônico – uma orientação importante é anotar a forma como ela aparece para, mais tarde, tentar identificar a causa. Como afirma Marcus Ferreira, autor do livro “O que é acupuntura?”, a observação dos gatilhos é a única forma de que chegar a um tratamento definitivo da dor de cabeça.

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“Tem gente que tem dor causada por queijo, tem gente que sente dor após comer chocolate. A forma mais simples de você interromper um processo de dor dessa natureza é tomar distância do gatilho”, diz. 

Quando devemos procurar um médico? 

mulher com dedos sobre as têmporas arrow-options
Thinkstock/Getty Images

É preciso estar atento ao momento em que os sintomas fogem à normalidade

Apesar de muito comum, é importante estar atento para quando a dor de cabeça sai da normalidade. Por ser um sintoma de diferentes causas, o incômodo pode ser o sinal de uma doença mais séria . Para saber o momento de ir ao médico, é fundamental observar: 

  • Recorrência

Se o paciente apresenta 15 ou mais episódios por mês, é um sinal de que o problema pode ser crônico. Nesse caso, é fundamental buscar um profissional que possa auxiliar no melhor tratamento

  • Anormalidade:

Oswaldo de Oliveira alerta que, caso a dor de cabeça apareça de alguma maneira pouco familiar, o sintoma merece atenção. “A diferença pode estar no local, na intensidade ou no gatilho que causou a dor de cabeça. Se ela soa estranha ao paciente, é importante descobrir a causa”, diz.

  • Causa

Quando a dor forte surge de maneira súbita ou após uma pancada na cabeça, é importante ir ao médico com urgência, antes mesmo de tentar aliviar a dor de cabeça . Nesse caso, o sintoma pode ser sinal de rompimento de vasos ou hemorragia. 

  • Sintomas relacionados

Quando a dor vem acompanhada de outros sintomas como vertigem, febre, formigamento ou dificuldade de movimentar os membros e visão escurecida, pode ser o indicativo de doenças graves. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Comentário desagradável do marido faz mulher descobrir câncer de mama

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A britânica Louise Stephens-Pantoja, de 48 anos, diz que deve sua vida a um comentário “mal educado” do marido. De acordo com ela, Oliver, com quem é casada há 15 anos, comentou que seu seio estava “um pouco esquisito” durante uma manhã de domingo. O comentário a motivou a fazer exames que levaram ao diagnóstico de câncer de mama .

cicatriz de cancer de mama arrow-options
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Louise descobriu um câncer de mama após marido alertar sobre marca “esquisita” em seu seio

Leia mais: Apenas 24% das mulheres que deveriam fazer mamografia realizam o exame

Ao portal The Sun , a mulher compartilhou a importância de os parceiros observarem os corpos uns dos outros e comentarem se algo estiver diferente. “Eu ainda não tinha percebido nada estranho. Se não fosse por ele eu poderia não descobrir a tempo”. 

“É fundamental que os maridos e namorados saibam reconhecer o câncer de mama também e tenham a confiança de contar se algo estiver errado”, reforça. “Eu quero passar essa mensagem para frente: é melhor ser rude do que ficar em silêncio”.

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O sintoma era um pequeno caroço do tamanho de uma ervilha, localizado logo acima do mamilo esquerdo de Louise. Após o diagnóstico, ela diz que “fez o possível para se manter positiva”.

Leia mais: empoderamento feminino e seu protagonismo na luta contra o câncer de mama

Louise precisou se submeter a uma mastectomia completa, além da quimioterapia. Ou seja, retirou o seio esquerdo em cirurgia. Felizmente, agora a mãe de dois filhos diz que se sente bem e pretende “deixar a doença para trás”.  

Além da contribuição do parceiro, é importante não descuidar do autoexame , fundamental para um diagnóstico precoce do câncer de mama . De acordo com especialistas, a mulher deve estar atenta a qualquer alteração na coloração da pele dos seios, descamações, nódulos ou crescimento sem explicação aparente. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Além da depressão: outras doenças que podem levar ao suicídio

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Embora quase sempre associada aos casos de suicídio , a depressão não é o único motivo que pode influenciá-lo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS, a doença não é sequer a principal causa. Entre os outros fatores estão alterações de humor, personalidade, doenças psiquiátricas e condições como abuso e dependência do ácool. 

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Thinkstock/Getty Images

Os borderlines sentem uma dependência emocional profunda em relação a outra pessoa


Leia mais: Dia mundial de prevenção do suicídio: saiba como reconhecer sinais e ajudar

É importante destacar que “os transtornos psicológicos são o foco das campanhas de prevenção porque, em sua maioria, exageram ou distorcem a realidade do paciente, conduzindo a uma falsa ideia de que o suicídio seria a última saída”, explica o psicólogo Gutemberg Santos.

Saiba quais são os principais fatores de risco que podem levar ao suicídio :

Transtorno Afetivo Bipolar

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), o transtorno afetivo bipolar é o principal fator de risco para o suicídio . Caracterizada pela mudança brusca entre episódios depressivos e momentos de enorme euforia – chamados hipomania ou mania – a bipolaridade afeta cerca de seis milhões de brasileiros, dos quais 15% chegam a tentar se matar. 

Assim como os demais diagnósticos psiquiátricos, o transtorno bipolar não possui um exame laboratorial que determine sua presença. O teste é feito por observação de comportamento e exclusão de fatores, o que depende de critérios subjetivos e pode levar anos. 

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Independente do diagnóstico, porém, existem tratamentos psicoterapêuticos e psiquiátricos que podem ajudar a pessoa bipolar a lidar com os sintomas e reduzir riscos. 

Esquizofrenia

As crises esquizofrênicas se manifestam através de de delírios, alucinações, ideias de perseguição e os chamados sintomas negativos: diminuição da vontade, incapacidade de sentir prazer e necessidade de isolamento. Por isso, o paciente diagnosticado e em crise pode oferecer sérios riscos a si mesmo e aos outros. 

De acordo com o psicólogo Ronaldo Coelho, a doença pode se manifestar em qualquer fase da vida, mas os tratamentos são eficazes e podem proporcionar uma vida tranquila, dentro dos cuidados corretos. “independente do diagnóstico a prioridade deve ser a diminuição do sofrimento desse paciente”, diz. 

Leia mais: Preconceito sobre a depressão ainda impede que muitos busquem ajuda

Transtornos de personalidade

Tendo como principal representante o transtorno de personalidade borderline (ou limítrofe, como também é chamado) esse distúrbio é caracterizado pela quebra brusca nos padrões de comportamento

Reações muito exageradas ou violentas com mudanças repentinas de humor, medo exagerado do abandono, automutilações e desprendimento da realidade estão entre os sintomas.

Apesar de afetar quase 6% da população brasileira, o transtorno borderline ainda é pouco conhecido pela maioria das pessoas, o que reforça olhares preconceituosos sobre a doença. Também é importante destacar a diferença entre borderline e bipolaridade, que é um transtorno de humor e possui episódios que chegam a durar meses em cada extremo. 

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Abuso de álcool e drogas 

Entre os fatores de risco para o suicídio , também está o abuso de drogas lícitas ou ilícitas. Entre as de venda legalizada, destaca-se o álcool, relacionado a cerca de 35% dos suicídios no país, de acordo com pesquisadores na Universidade de São Paulo. 

Segundo o neurologista comportamental Fábio Porto, os perigo está nas mudanças que as drogas podem provocar na forma como o cérebro lida com a impulsividade e os instintos vitais, de uma maneira geral. 

“Existem as drogas estimulantes e depressoras. Ambas oferecem riscos. Enquanto as estimulantes, como a cocaína, incentivam o comportamento impulsivo, as depressoras – como o álcool – podem confundir os instintos vitais”, afirma o profissional.

Leiam mais: Sintomas de bipolaridade podem começar na adolescência

Como ajudar alguém que pensa em suicídio? 

Independente da causa que pode estar por trás do pensamento suicida, porém, a consumação do ato pode ser evitada. Atenção de amigos e familiares e um suporte social são fundamentais, além do acompanhamento psicológico que deve ser levado em consideração independente de crises ou diagnósticos. 

Em São Paulo, existem redes especializadas e clínicas que oferecem psicoterapia e plantões psiquiátricos gratuitamente. Confira no infográfico abaixo informações para agendar uma consulta. 


Fonte: IG Saúde
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