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Mato Grosso

CGE divulga balanço da atuação preventiva em 2019

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Trinta e uma avaliações de controle interno, 1.200 pareceres, 440 recomendações técnicas, 40 capacitações, 1.500 servidores capacitados e 660 consultas respondidas por e-mail. Estes foram alguns números da atuação preventiva da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) junto aos órgãos e entidades do Governo de Mato Grosso no ano de 2019.

A produção é resultado da priorização da CGE pelo controle preventivo, vertente de atuação que concentra metade da força de trabalho dos auditores do Estado. “O papel predominante do controle interno é atuar na prevenção de desperdícios, desvios e má gestão de recursos públicos, e não na identificação de erros e falhas”, salienta o secretário-controlador geral do Estado, Emerson Hideki Hayashida.

Entre as 31 avaliações de controle interno, foi analisada a gestão administrativa de contratações, transferências, pessoal, orçamentária, contábil, financeira e patrimonial das seguintes instituições: Assistência Social e Cidadania (Setasc), Fazenda (Sefaz), Planejamento e Gestão (Seplag), Educação (Seduc), Infraestrutura (Sinfra), Departamento de Trânsito (Detran), Instituto de Terras (Intermat), Mato Grosso Previdência (MT Prev), Defesa Agropecuária (Indea), Desenvolvimento Econômico (Sedec), Casa Civil e Companhia de Mineração (Metamat).

Também foi avaliada a prestação direta de serviços específicos à população, como gestão escolar (Seduc), dívida ativa (PGE) e assistência farmacêutica (SES).

A avaliação de controle interno objetiva analisar o grau de segurança dos sistemas de controles internos; verificar a aplicação das normas internas, da legislação vigente e das diretrizes traçadas pela administração; prevenir o cometimento de erros, desperdícios, práticas antieconômicas e fraudes; verificar o cumprimento das recomendações dos órgãos de controle externo e interno e apresentar sugestões de melhoria dos controles existentes.

Além disso, foram emitidos 1.200 pareceres e as 440 recomendações técnicas aos órgãos estaduais com o objetivo de detectar e corrigir, de forma concomitante ao andamento das ações e processos, eventuais falhas e erros.

Capacitações

Ainda na vertente de atuação preventiva, foram realizadas 40 capacitações, que alcançaram 1.500 servidores públicos não somente do Estado mas também de outras esferas e Poderes Constituídos. Os temas das capacitações foram definidos a partir de necessidades identificadas pela CGE-MT em auditorias e atividades de controle no âmbito do Governo de Mato Grosso.

Destaque para o lançamento do “Programa CGE Orienta – Estado Íntegro e Eficaz“. A ação tem como objetivo a promoção da integridade e do aperfeiçoamento da gestão pública mediante a oferta continuada e direcionada de orientações e capacitações a gestores, servidores públicos, empresas com contratos vigentes ou com interesse em estabelecer negócios com o Poder Executivo do Estado de Mato Grosso.

No primeiro ciclo do “Programa CGE Orienta”, servidores de cinco instituições do Governo de Mato Grosso (Jucemat, Indea, Intermat, Seaf e CGE) e da Defensoria Pública aprimoraram os conhecimentos sobre controle disciplinar, gestão de pessoas, conformidade da despesa pública e fiscalização de contratos.

Também foi inserida no calendário anual de atividades da CGE a Conferência Estadual de Controle Interno. A primeira edição do evento reuniu agentes, pesquisadores e avaliadores do controle interno da União, do Estado e de 20 municípios mato-grossenses para debater o papel do controle interno na prevenção e no combate à corrupção e na eficiência, eficácia e efetividade da gestão pública.

A CGE também realizou capacitações para os servidores das Unidades Setoriais de Controle Interno (Unisecis), que são extensão da Controladoria em cada órgão.  As capacitações para este público versaram sobre as atribuições das Unisecis, a elaboração e o monitoramento dos planos de providências de controle interno, produtos específicos de auditoria, entre outros assuntos.

Em evento próprio realizado em novembro/2019, auditores da CGE e analistas e técnicos das Unisecis colocaram à mesa as dificuldades, os desafios e as proposições para melhorar o relacionamento institucional e a missão de aprimorar os controles internos do Governo de Mato Grosso.

Pergunte à CGE

Destaque também da atuação preventiva foram as consultas respondidas pelo canal “Pergunte à CGE“. Em 2019, os auditores do Estado responderam a 661 questionamentos de servidores e gestores do Governo de Mato Grosso pela ferramenta. A maioria das perguntas foi sobre gestão de pessoas, financeira, contábil, aquisições e convênios.

A servidora Eliane Novais de Oliveira Coelho, da Casa Civil, utilizou a ferramenta com frequência em 2019. Para ela, o atendimento foi satisfatório. “A utilização do canal é importante para termos segurança legal no direcionamento das atividades e orientações assertivas nas diversas áreas da gestão pública”, destaca ela.

O “Pergunte à CGE” é um canal de contato direto com o servidor público estadual para solicitação, via e-mail, de orientação e esclarecimentos acerca de assuntos relacionados à gestão administrativa. A ideia é facilitar a vida dos servidores com respostas rápidas e objetivas acerca de matérias que tenham entendimento pacífico no âmbito da Controladoria.

Monitoramento

Ainda como parte do controle preventivo, a CGE-MT produziu 27 relatórios de monitoramento dos planos de providências formulados em resposta às recomendações emitidas tanto por ela mesma como por instituições de controle externo (TCE, MPE, CGU, TCU, entre outros) aos órgãos do Governo de Mato Grosso.

Em 2019, os órgãos estaduais elaboraram 387 planos de providências, dos quais 150 foram implementados e o restante está em execução.

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Mato Grosso

Secretário de Fazenda participa de debate sobre o risco de crise estrutural nas finanças dos estados

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O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, participa nesta quarta-feira (30), como palestrante, de um webinar para debater ‘O risco de uma crise estrutural nas finanças dos Estados’, promovido pelo Foro Inteligência. Além do titular da Fazenda em Mato Grosso debaterão também os secretários Henrique Meirelles (São Paulo), Décio Padilha da Cruz (Pernambuco), Rafael Tajra Fonteles, (Piauí) e Renê Garcia (Paraná). Os secretários discutirão a implosão das finanças estaduais e o risco de a crise financeira se tornar crônica.

“Acreditamos que o convite para participarmos desse importante debate, deve-se principalmente por causa das medidas contenção de gastos, ajustes fiscal e tributário, levados à efeito desde o início da gestão do governador Mauro Mendes e que agora começam a apresentar resultados positivos”, aponta o secretário Rogério Gallo

O debate online tem início previsto para as 18h (no horário de Mato Grosso). As inscrições são gratuitas e online: https://mailchi.mp/0c46b2fda62b/lyp6wekvlo.  Até o final da tarde desta terça-feira haviam cerca de 500 inscrições. A previsão dos organizadores é alcançar mil pessoas na audiência ao vivo.

O Foro poderá ser visto ao vivo pelo Facebook e pelo Zoom, e posteriormente, no canal da Insight Inteligência no YouTube. As melhores palestras do Foro poderão ser lidas na revista Insight Inteligência.

https://www.facebook.com/events/318902762524100/

https://www.insightinteligencia.com.br/foro/

Foro Inteligência

O Foro Inteligência reúne o BRICS Policy Center e a Insight Comunicação, com o apoio do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da PUC-Rio e da Casa de Afonso Arinos e tem como uma de suas principais propostas promover debates sobre temas mais profundos. O webinar desta quarta-feira será o primeiro a ser promovido pelo Foro.

Segundo um dos curadores do Foro Inteligência, o professor do IRI, Marcio Scalercio, entusiasta de primeira hora da iniciativa, não somente os temas serão estratégicos e pouco abordados ou com abordagem diferente, buscando não só a conexão com o exterior, mas fazer do Rio uma caixa de ressonância da produção de conhecimento país: “Vamos fazer do Rio a verdadeira capital dos debates fundamentais e multidisciplinares”.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Cartilha orienta formas de arrecadação para Fundo Penitenciário

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Com o objetivo de facilitar a arrecadação pelas comarcas de Mato Grosso ao Fundo Penitenciário do Estado (Funpen-MT), a Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) elaborou uma cartilha com orientações. O fundo, de natureza contábil, é uma das fontes de recursos que propiciam investimentos no Sistema Penitenciário, como ampliação de vagas e melhorias estruturais.

O líder do Núcleo de Modernização de Políticas Penitenciárias, Bernardo Morais Filho, ressalta que grande parte dos recursos é destinada pelo Poder Judiciário, por isso é o principal público alvo da publicação. “A cartilha contém um passo a passo que explica de forma bem didática de que forma o Poder Judiciário e as comarcas podem aportar recursos no fundo, inclusive com as duas formas de pagamento possíveis”.

Uma delas é por meio do Documento de Arrecadação (DAR) e a outra por meio de depósito em conta de arrecadação da Sesp. A publicação também inclui orientações sobre como o Judiciário pode identificar se a guia do DAR já foi paga, funcionando como importante instrumento de prestação de contas.

Bernardo Morais Filho, que é gestor governamental, também frisa a importância da parceria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). “O Poder Judiciário tem sido um grande parceiro nesse sentido, e a cartilha visa facilitar e deixar o processo mais célere”.

A cartilha pode ser acessada aqui ou, no site da Sesp, menu Institucional / Estrutura Organizacional / Fundos e Conselhos. Também no site da Sesp-MT há um link direto para gerar o DAR, na barra de Serviços, em Cidadão / Taxas do Sistema Penitenciário.

Sobre o Fundo

O Funpen-MT foi instituído pela Lei Complementar 498, de 04 de julho de 2013, regulamentado pelo Decreto n° 2.418, de 03 de julho de 2014, e prevê diversas fontes de recursos financeiros, incluindo o Fundo Penitenciário Nacional, entre outros.

São recursos gerados pelo Poder Judiciário, especificamente pelas Varas Criminais: Os oriundos de confisco ou provenientes de alienação de bens perdidos em favor do Estado de Mato Grosso, nos termos da legislação penal ou processual penal, excluindo-se aqueles destinados aos Fundos de que tratam a Lei Federal nº 7.560, de 19 de dezembro de 1986 e a Lei Federal nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, bem como, os destinados ao Fundo Estadual Sobre Drogas de Mato Grosso – FEA/MT; A prestação pecuniária, nos casos de conversão de pena privativa de liberdade, nos termos do Art. 66, inciso V, “c” da Lei Federal nº 7.210, de 11 de julho de 1984, Lei de Execuções Penais; As multas e prestações pecuniárias aplicadas por ocasião de transação penal, prevista no Art. 76 da Lei Federal nº 9.099, de 26 de setembro de 1995 e; As multas decorrentes de ações civis públicas, relativas à execução penal.

Fonte: GOV MT

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