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Economia

Preço da cesta básica volta a cair em Cuiabá pela segunda semana consecutiva

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O preço da cesta básica em Cuiabá voltou a cair pela segunda semana consecutiva depois de apresentar uma ligeira alta no início deste mês. Os produtos, que chegaram a ser encontrados por até R$ 715,04, na segunda semana baixou para R$ 699,96 e na terceira semana caiu para R$ 691,93, o que representa uma queda de R$ 23,11 no período. O levantamento é realizado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio-MT (IPF-MT), que analisa 13 itens que compõem a cesta com base em uma família de três a quatro pessoas.

Para o superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, essa oscilação, em sua grande maioria, pode ser influenciada pelas intensificações da safra dos alimentos, aumentando a oferta dos produtos e reduzindo seu valor final. “De forma geral, a cesta básica em queda ocorre em um período de quietação das relações internacionais diante da guerra com a Ucrânia e oscilações nos preços dos combustíveis. Como os alimentos são sensíveis à taxa de inflação e choques no mercado, a diminuição no valor médio pode favorecer o consumo das famílias e aliviar o orçamento dos cuiabanos”, destacou.

Entre os itens que compõem a cesta básica, 53% apresentaram alta esta semana, mas a queda no preço dos 46% produtos restantes sobrepõe no valor da média final. Entre os produtos em queda, a batata que estava em alta nas duas primeiras semanas de maio, apresentou, nesta semana, queda de 17,56%. Além deste item, o açúcar também teve redução do valor no comparativo com a semana passada, resultando em uma variação semanal de -8,62%. Já entre os produtos que obtiveram alta, a manteiga teve variação de 16,12%.

O feijão, arroz, tomate, banana e o açúcar foram os cinco itens que apresentaram diminuição nesta semana. Ainda segundo a análise do IPF-MT, o açúcar está sofrendo o impacto do avanço da safra 2022/2023, refletindo assim, as quedas dos preços diretamente nos valores das gôndolas nos supermercados.

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Economia

Ciro diz que vai mudar CLT ‘de olho em eficiência e produtividade’

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Ciro Gomes em São Paulo
Reprodução Twitter Ciro Gomes 16/08/2022

Ciro Gomes em São Paulo

O candidato à Presidência da República  Ciro Gomes (PDT) afirmou que, se eleito, vai propor um novo código de leis trabalhistas para o país. Segundo o ex-governador do Ceará, a intenção é atualizar a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), mantendo a proteção aos trabalhadores, mas estimulando a “eficiência produtiva”.

“A velha CLT cumpriu uma etapa histórica fundamental, mas foi superada em muitos de seus valores – mas não quanto à proteção ao trabalho”, disse Gomes ao participar, nesta quarta-feira (18), do ciclo de debates que a Associação Comercial de São Paulo vem promovendo com candidatos à presidência da República e ao governo de São Paulo.

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“Um governo meu estará comprometido com a proteção do trabalho e da renda do trabalho, mas com um olho na eficiência sistêmica e na produtividade da economia brasileira, que está perdendo produtividade”, acrescentou o trabalhista, atribuindo à perda de poder aquisitivo dos trabalhadores e à desigualdade econômica o fechamento de milhares de pontos de comércio ao longo das últimas décadas.

Gomes garantiu que os empresários serão consultados sobre a proposta, que estará alinhada com “as melhores práticas internacionais”.

“Não haverá imposição. Olharemos as convenções internacionais da OIT [Organização Internacional do Trabalho] que o Brasil assinou e que não estão sendo praticadas e também o conjunto de ações [trabalhistas] judicializadas. Por exemplo, casos de trabalho terceirizado com jornadas e tarefas iguais e remunerações distintas. Não pode isso. Da mesma forma que [não pode] mulheres receberem menos [para exercerem as mesmas funções que homens]”, disse Ciro.

O candidato também prometeu ações de estímulo à renegociação de dívidas de pessoas físicas e um programa federal de renda mínima que pague um auxílio mensal de R$ 1 mil às famílias com renda per capita igual ou inferior a R$ 417 mensais.

“Será um programa de renda mínima com status constitucional e fontes de recursos identificados, [que ajudará a] alargar muito a escala [de consumo], porque a população mais pobre usa praticamente 100% da sua renda com consumo”, destacou Gomes, defensor de uma reforma tributária com unificação de seis tributos em um único imposto, o IVA.

Após dizer que a elite brasileira está viciada em juros altos, Gomes foi aplaudido pelos empresários e políticos que lotavam o auditório da associação ao afirmar que, se eleito, vai propor o fim da reeleição.


Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

D’Avila defende privatizações e diz que prioridade é economia crescer

Publicado

Luiz Felipe d'Avila, candidato do Novo à presidência
Reprodução/Twitter

Luiz Felipe d’Avila, candidato do Novo à presidência

O candidato do Novo à Presidência da República, Felipe D’Avila , cumpriu agenda nesta quinta-feira (18) em Santos (SP), onde deu entrevista para o programa Ação e Reação no início da tarde. O presidenciável disse que a prioridade número um é fazer a economia voltar a crescer e a gerar renda e emprego para o brasileiro.

“Eu digo que o brasileiro hoje quer três coisas: paz, trabalho e dinheiro no bolso. Essas têm que ser as prioridades do governo. Para que a economia volte a crescer, temos que olhar duas grandes oportunidades. Primeiro, a abertura econômica é fundamental. O Brasil precisa se abrir para o mundo, ter um comércio dinâmico internacional”, afirmou.

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Para o candidato, o segundo ponto é o meio ambiente. “O mundo mudou e estamos entrando na era da economia de baixo carbono. Nessa economia de baixo carbono, o Brasil é uma superpotência”.

Porto de Santos

O apresentar do programa da TVCom perguntou sobre a opinião do candidato sobre a privatização da autoridade portuária do Porto de Santos. O presidenciável disse ser sempre a favor de aumentar a concorrência e, portanto, melhorar a qualidade do serviço.

“Na questão portuária, temos modelos de gestão pública com toda a operação privada e temos outros modelos de privatização da gestão e da operação. No caso aqui, o mais importante é a qualidade da definição da governança pública. Porque se não tiver boa governança, não adianta privatizar porque é apenas uma forma de transferir o monopólico público para o privado. Isso é ruim. Precisamos aumentar a concorrência e a eficiência”, disse.

D’Avila destacou que a governança do Porto de Santos precisa respeitar algumas regras. “Seria interessante se, na verdade, fosse um condomínio dos operadores, todos os que operam no porto tendo voz na administração. Segundo ponto, precisa ter voz na prefeitura, afinal de contas o porto afeta a cidade. Terceiro ponto é evitar a cartelização. Respeitando essas regras, eu sou favorável à privatização, mas precisa tomar muito cuidado com a questão da governança”.

Mais cedo, o candidato vistou o Centro de Controle Operacional de Santos e o Complexo Hospitalar dos Estivadores. A agenda ainda contemplava uma caminhada pela Praça Mauá; a participação na sabatina do Grupo Tribuna e Associação Comercial de Santos; entrevista para a Rádio Santa Cecília FM e participação no lançamento de candidaturas do partido Novo.


Fonte: IG ECONOMIA

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