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CEPEA: Perspectivas de 2021

Publicado


Cepea, 15/01/2021 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje as perspectivas de 2021. Confira abaixo:

Clique aqui e confira o relatório completo.

AÇÚCAR: Preços elevados devem manter mix mais açucareiro em 2021
A produção de açúcar deve ser menor na safra 2021/22, considerando-se que o Centro-Sul brasileiro atingiu recorde no volume em 2020 (totalizando 38,09 milhões de toneladas, alta de 44,16% em relação ao ano anterior) e que condições climáticas atípicas, como a estiagem entre setembro e outubro de 2020, podem prejudicar o volume de cana e a concentração de ATR (Açúcar Total Recuperável). Leia mais…

ALGODÃO: Produção será menor, mas setor inicia ano com otimismo
A queda no consumo no primeiro semestre de 2020 contribuiu para a elevação dos excedentes domésticos e internacionais de algodão em pluma. Entretanto, o ritmo acelerado de consumo no segundo semestre criou um cenário de otimismo aos setores agrícola e industrial. Leia mais…

ARROZ: Apesar de maior rentabilidade em 2020, incerteza sobre a demanda em 2021 limita investimentos
A safra 2019/20 deve terminar em fevereiro de 2021 com a menor relação estoque/consumo desde a temporada 2015/16 (fevereiro/17). A situação só não será mais complicada porque o consumo doméstico de arroz declinou no período, mesmo contanto com a maior demanda de 2020. Para 2020/21, mesmo com a maior rentabilidade em 2019/20, a área não teve reação expressiva, tendo em vista que muitos produtores não dispunham de capital para elevar com força os investimentos operacionais. Além disso, incertezas sobre a dinâmica da demanda em 2021 com a retomada da economia também impediu maiores investimentos. Leia mais…

BOI: Demanda externa e oferta ainda enxuta devem seguir sustentando preço em 2021
Depois de registrar recordes ao longo do ano passado, o setor pecuário nacional inicia 2021 com perspectivas positivas para o mercado. Os principais fatores que fundamentam esse cenário mais otimista estão relacionados à demanda externa e à possível continuidade de oferta restrita de animais para abate neste ano. Ainda que com menor intensidade, outro fator que pode influenciar uma sustentação dos preços internos é a demanda doméstica, que pode se aquecer em 2021, à medida que a economia brasileira se recupere. Leia mais…

CAFÉ: Menor produção em 21/22 pode manter preço firme em 2021
A queda na produção de café na safra 2021/22 frente à atual (2020/21) é dada como certa. Agentes consultados pelo Cepea, contudo, ainda estão incertos quanto ao tamanho desta redução – é preciso esperar um avanço no desenvolvimento das lavouras para realizar uma estimativa melhor. Além de ser ano de bienalidade negativa dos cafezais de arábica (quando normalmente a produção é menor), as lavouras também foram bastante prejudicadas pelo clima quente e seco em boa parte de 2020, em especial durante a abertura das flores no segundo semestre com queda de flores e chumbinhos. Leia mais…

CITROS: Provável baixa produção em 21/22 tende a manter preços firmes
Após uma temporada de baixa produção em 2020/21, as expectativas iniciais de agentes são de mais uma safra limitada de laranjas em 2021/22 no estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro, diante de condições climáticas desfavoráveis. Este cenário, por sua vez, tende a manter firmes os preços da fruta em 2021. Leia mais…

ETANOL: Cenário é positivo para preço em 2021; canavial deve registrar menor produção
Agentes da cadeia sucroenergética brasileira estão otimistas neste início de 2021 em relação à rentabilidade dos segmentos de etanol e açúcar. Isso ocorre a despeito de incertezas quanto às condições dos canaviais da região Centro-Sul no ano safra 2021/22. O clima seco de 2020, que não teve efeito prejudicial na temporada 2020/21, deve atrasar, em alguma medida, o desenvolvimento da cana a ser colhida em 2021, tanto no caso da planta de primeiro quanto no caso dos demais cortes. Leia mais…

FRANGO: Competitividade da carne de frango deve continuar em alta em 2021
Em 2020, a competitividade da carne de frango bateu recorde, e, para 2021, a expectativa é de que a diferença entre os preços da proteína avícola e os das carcaças bovina e suína continue elevada. A retomada do crescimento econômico tende a ocorrer de forma gradual, e, com isso, o poder de compra dos consumidores deve continuar enfraquecido, o que, por sua vez, pode favorecer as vendas de carne de origem avícola, que é negociada a valores mais baixos que os das concorrentes. Leia mais…

LEITE: Baixa oferta deve manter acirrada disputa por matéria-prima
A disponibilidade de matéria-prima deve permanecer limitada em 2021, especialmente no primeiro trimestre do ano, com volumes de leite abaixo da média registrada para o mesmo período de 2020. Esse cenário se deve ao clima desfavorável no ano passado (tempo seco e temperaturas elevadas, que prejudicaram as pastagens) e ao aumento contínuo nos custos de produção (os valores dos dois principais componentes da ração, o milho e o farelo de soja, atingiram patamares recordes). Leia mais…

MANDIOCA: Menor oferta e retomada da economia poderão alterar a dinâmica do mercado
Nos últimos anos, a área ocupada com mandioca no Brasil tem recuado, sem que a produtividade tenha aumentado. Como resultado desse cenário, a oferta tem sido menor, e, pelo menos por enquanto, é o que também se espera para 2021. Leia mais…

MILHO: Demanda aquecida deve manter os preços firmes em 2021
Os baixos estoques, a demanda firme e as incertezas quanto ao tamanho da oferta da temporada 2020/21 devem manter em 2021 os preços internos do milho em patamares acima da média de anos anteriores.  As lavouras brasileiras da primeira safra foram prejudicadas pelo clima seco, em especial no Sul do País. Para a segunda safra, o cultivo mais lento e tardio da soja, comparativamente a anos anteriores, traz temores sobre como será a semeadura de milho e se haverá impactos na produtividade. Com isso, a temporada 2020/21 deve se iniciar com incertezas em torno da oferta de milho. Leia mais…

OVINOS: Possível melhora na economia pode sustentar preços 
As perspectivas para o mercado de ovinos em 2021 são de preços estáveis em relação a 2020, fundamentadas no possível contexto econômico mais favorável para 2021. Leia mais…

OVOS: Consumo deve continuar elevado em 2021
Em 2021, a economia brasileira pode iniciar uma recuperação gradual, o que pode favorecer o consumo de ovos, que têm preços mais baixos frente aos das demais proteínas de origem animal. Além disso, a possível vacinação para imunização contra a covid-19 e a consequente redução dos efeitos da pandemia podem permitir o retorno das aulas de forma presencial bem como de outros eventos, o que deve favorecer o consumo. Leia mais…

SOJA: Menor estoque pode sustentar preços em 2021
Mesmo com o baixo índice pluviométrico no início da semeadura da safra 2020/21, as ocorrências de chuvas em volumes mais satisfatórios desde a última dezena de outubro/20 geram expectativas de produção elevada no Brasil. Leia mais…

SUÍNOS: Setor pode ter mais um ano favorável, apesar de alto custo de produção
Apesar dos reveses provocados pela pandemia de covid-19, a suinocultura brasileira encerrou o ano de 2020 com preços, abate e embarques recordes. Para 2021, a expectativa é de que, mesmo com o custo de produção elevado, o balanço positivo se repita. A demanda externa por carne suína deve continuar firme, sustentada pelas compras chinesas, ao passo que a procura interna deve ser favorecida pela possível retomada econômica. Leia mais…

TRIGO: Câmbio e menor oferta argentina serão fatores-chave em 2021
A produção nacional de trigo, ainda concentrada no Sul do Brasil, é suficiente para suprir apenas uma parte das necessidades da indústria moageira nacional, sendo necessário, portanto, importar mais da metade do volume de trigo a ser consumido internamente. Nesse sentido, agentes brasileiros estão, neste início de 2021, atentos aos principais fatores que influenciam as compras externas, que são a disponibilidade de produto de qualidade no mercado brasileiro, o preço externo do cereal e o dólar. Leia mais…

HORTIFRÚTI : Setor deve retomar investimentos em 2021
No grupo das hortaliças, a expectativa é de retomada dos investimentos em área, compensando, em boa parte, as reduções em 2020. Os destaques são os segmentos industriais de batata e tomate. Leia mais…

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações: [email protected]

Fonte: CEPEA

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Aprosoja alerta: atraso no Plantio do Milho pode gerar cancelamento do Seguro Agrícola

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja alerta: atraso no Plantio do Milho pode gerar cancelamento do Seguro Agrícola

Milho será semeado fora da janela indicada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático

26/02/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) orienta os associados que contrataram seguro agrícola para a cultura do milho, que se atentem a janela do plantio, já que de acordo com dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), o cultivo do cereal nesta safra apresenta atraso significativo se comparado a anterior, o que pode gerar prejuízos caso haja necessidade de acionar o seguro.

Conforme dados do IMEA, colheita da soja safra 2020/21 apresenta um atraso de 32% em relação ao ano anterior e boa parte do cereal que teria de estar plantado até o final de fevereiro será semeado fora da janela indicada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), consequentemente, as apólices de seguro agrícola contratadas junto com o custeio da safra, ou à parte, tendem a não cobrir os riscos da atividade, em virtude das regras definidas nas próprias apólices.

Sendo assim, a Aprosoja orienta seus associados que contrataram seguro agrícola para que atentem-se a janela de plantio do seu município, de acordo com a cultivar escolhida e o tipo de solo da propriedade, e caso identifique que a semeadura ocorrerá fora da indicação do ZARC, que notifique a seguradora e instituição financeira, se for o caso, sobre o agravamento de risco da atividade.

Segundo a entidade, a notificação deve ser realizada em formulário próprio (clique aqui para baixar) e é condição obrigatória para que o segurado não perca o valor do prêmio do seguro, além de não ser indenizado em caso de sinistro. A Seguradora, após notificada, tem 15 dias para se manifestar em relação a sua decisão de cancelar a apólice ou, mediante acordo entre as partes, restringir a cobertura contratada.

“Produto rural, fique atento! Somente de posse da notificação de agravamento de risco será possível solucionar eventuais conflitos relacionados à cobertura das apólices de seguro”, alerta Aprosoja Mato Grosso.

Fonte: Ana Sampaio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agro News

LEITE/CEPEA: Preço ao produtor acumula queda de 6,7% no primeiro bimestre

Publicado


Clique aqui e baixe o release completo em word.

Cepea, 26/02/2021 – O preço do leite no campo caiu pelo segundo mês consecutivo, acumulando queda real de 6,7% neste primeiro bimestre. De acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o preço do leite captado em janeiro e pago aos produtores em fevereiro recuou 2,2% na “Média Brasil” líquida, chegando a R$ 1,9889/litro. É a primeira vez em seis meses que o preço fica abaixo do patamar de R$ 2,00/l. Ainda assim, o valor é 34,5% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, em termos reais, e representa um novo recorde de preço para o mês de fevereiro (descontando a inflação pelo IPCA de jan/21).

A desvalorização do leite no campo se deve ao enfraquecimento da demanda por lácteos, dado o contexto de diminuição do poder de compra do brasileiro, do fim do auxílio emergencial para muitas famílias, do recente agravamento dos casos de covid-19 e da elevação do desemprego.

Colaboradores consultados pelo Cepea informaram que, diante da instabilidade do consumo, houve um esforço das indústrias em ajustar a produção para manter os estoques controlados, de modo a evitar quedas mais bruscas de preços, tanto para os derivados quanto para o produtor. No entanto, o nível de estoques vem crescendo, e, desde dezembro de 2020, observa-se a intensificação da pressão exercida pelos canais de distribuição junto às indústrias para obter preços mais baixos nas negociações de derivados.

O desempenho ruim das vendas em janeiro influenciou negativamente o pagamento ao produtor pelo leite captado naquele mês. Pesquisas do Cepea, com apoio financeiro da OCB, mostraram que, na média de janeiro, os preços do leite UHT e do queijo muçarela negociados no atacado do estado de São Paulo caíram 6,8% e 8,9%, respectivamente, frente ao mês anterior, enquanto os do leite em pó se mantiveram praticamente estáveis. As cotações de leite spot em Minas Gerais também recuaram, 12,3% na média de janeiro.

Durante fevereiro, os derivados continuaram se desvalorizando, o que reforça a tendência de baixa para o produtor no mês que vem. Até o dia 25, houve queda de 5,4% nos preços do UHT, 8,1% para a muçarela e de 7,2% nos valores do leite em pó em São Paulo. No caso da média mensal do spot, em Minas Gerais, o recuo foi de 0,7% frente a janeiro.

OFERTA –  A pesquisa do Cepea apontou que, em janeiro, a captação das indústrias caiu 4,5% frente ao mês anterior, segundo o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L), puxada pela redução média de 6,5% no volume adquirido nos estados do Sul do País. A expectativa de agentes do setor é de que, nos próximos meses, a oferta se reduza ainda mais em decorrência do início da entressafra. Além disso, a produção de leite deve ter impacto negativo diante das menores quantidade e qualidade das silagens neste início de ano, em decorrência de condições climáticas adversas no último trimestre de 2020. Ademais, a valorização considerável e contínua dos grãos (principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira) tem comprometido a margem do produtor, prejudicando o manejo alimentar dos animais e a produção.

Pesquisas do Cepea mostram que, em janeiro, o pecuarista precisou de, em média, 41,2 litros de leite para a aquisição de uma saca de 60 kg de milho, 16,3% a mais que em dezembro/20. Com isso, é importante pontuar que, mesmo diante de preços do leite em patamares considerados altos para o período do ano, a margem do produtor tem caído – o que desestimula o investimento na atividade e pode refletir em dificuldade na retomada da produção no segundo semestre.

Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de janeiro/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: [email protected]

Fonte: CEPEA

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