conecte-se conosco


Agro News

CEPEA: Participação feminina no agro é impulsionada por mulher com mais de 30 anos e maior qualificação

Publicado

Clique aqui e baixe o release completo em word!

 

Cepea, 25/01/2019 – Ainda que o número de mulheres atuando no agronegócio entre 2004 e 2015 tenha aumentado 8,3%, essa evolução positiva não ocorreu de maneira sistemática entre os diversos grupos socioeconômicos de trabalhadoras. O maior impulso para esse resultado veio de mulheres com mais de 30 anos, casadas e com ensinos médio e superior, segundo indicam dados do segundo volume do estudo “Mulheres no Agronegócio”, elaborado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, e que avalia os principais aspectos referentes à atuação da mulher no mercado de trabalho do agronegócio brasileiro (confira aqui a primeira edição). 

 

Pesquisadores do Cepea ressaltam a importância que o aumento da presença de mulheres acima de 30 anos e com relativamente melhores níveis de qualificação exerceu sobre o crescimento da população de ocupadas no agronegócio. Isso porque os grupos que acabaram dando influências negativas são formados por mulheres de baixa instrução, sejam casadas ou solteiras, e para os diferentes grupos de idade. Neste caso, esses resultados estão atrelados a mudanças na estrutura do mercado de trabalho feminino no agronegócio. Assim, o aumento da presença feminina com maior escolaridade reflete o surgimento de oportunidades de postos de trabalho de maior qualidade, o que, entre outros fatores, se deve ao crescimento das agroindústrias e das atividades do segmento de agrosserviços. 

Leia Também:  LEITE/PERSPEC 2020: Oferta limitada deve sustentar preços ao produtor no curto prazo

 

Para a avaliar quais foram os grupos de mulheres que apresentaram as maiores contribuições para o aumento da participação feminina no agronegócio de 2004 a 2015, o Cepea dividiu a população de mulheres ocupadas no setor a partir do estado civil (casada e solteira), nível de instrução (não declarado, sem instrução, ensino fundamental, ensino médio e ensino superior) e idade (30 anos ou menos e maiores que 30 anos). 

 

Este segundo volume do estudo também detalha o papel do agronegócio na evolução da participação da mulher no mercado de trabalho. Como a participação feminina na força de trabalho cresceu em maior intensidade no agronegócio do que nos demais setores, o agro exerceu uma influência positiva na taxa de participação feminina no Brasil como um todo.

 

PRÓXIMO VOLUME – No terceiro e último volume do estudo, o Cepea apresentará análises voltadas aos rendimentos no agronegócio, o que permitirá, uma vez controlados todos os demais fatores, a comparação de salários médios entre homens e mulheres que atuam no agronegócio e, ainda, mulheres ocupadas no setor versus empregadas em outros segmentos da economia. O Volume III deve ser divulgado no início de março. 

Leia Também:  Ministra negocia inclusão de linha de crédito para embarcações de pesca no Plano Safra

 

Clique aqui e acesse o boletim completo!

Fonte: CEPEA
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Agro News

Mapa reconhece inspeção de produtos de origem animal da Serra Catarinense e de Itapetininga (SP)

Publicado

O Consórcio Intermunicipal da Serra Catarinense (Cisama) e o município de Itapetininga (SP) obtiveram o reconhecimento de equivalência dos seus serviços de inspeção de produtos de origem animal junto ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

As Portarias 1 e 2, que oficializam o reconhecimento, foram publicadas nessa segunda-feira (20).

Na prática, os serviços de inspeção do Cisama e de Itapetininga, assim como os estabelecimentos e produtos de origem animal neles registrados, serão incluídos no Cadastro Geral do Sisbi-POA. Com isto, os produtos dessas regiões poderão ser comercializados em todo o país.

Foram reconhecidos os serviços de inspeção de Itapetininga para laticínios e embutidos. No caso do Cisama, o reconhecimento é para produtos cárneos e laticínios dos municípios de Capão Alto, São Joaquim e São José do Cerrito.

Com as novas adesões, o cadastro geral do Sisbi-POA passa a contar com quatro consórcios públicos, sendo três catarinenses (Cisama, Cidema e Consad) e um de Mato Grosso do Sul (Codevale). 

Leia Também:  TRIGO/CEPEA: Clima no Sul prejudica produtividade e qualidade

O Sisbi já teve a adesão de 23  municípios (Alegrete, Cascavel, Caxias do Sul, Chapecó, Engenho Velho, Erechim, Fernandópolis, Florianópolis, Glorinha, Ibiúna, Itapetininga, Itu, Marau, Miraguaí, Rio Claro, Rosário do Sul, Salvador do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santana do Livramento, Santo Antônio da Platina, São Pedro do Butiá e Uberlândia).

Além disso, Distrito Federal e 14 serviços de inspeção estaduais aderiram ao Sisbi: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e Tocantins.

“O crescimento do reconhecimento de serviços de inspeção municipal, desde o início de 2019, pode ser atribuído à priorização dada ao tema, pela ministra Tereza Cristina, e ao trabalho conjunto desenvolvido pelos Departamento de Suporte e Normas (DSN/SDA), Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA/SDA) e dos órgãos de defesa sanitária agropecuária (OESAs) dos estados que já aderiram”, destacou o Secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal. 

Leia Também:  ALGODÃO/CEPEA: 2019 é marcado por produção e exportação recordes

Informações à imprensa:Coordenação-Geral de Comunicação
Janete Lima
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
Continue lendo

Agro News

Pescadores de áreas atingidas pelo óleo recebem segunda parcela do auxílio emergencial a partir de hoje

Publicado

A segunda parcela do auxílio emergencial concedido a 65.983 pescadores profissionais artesanais de áreas afetados pela mancha de óleo no litoral brasileiro começa a ser paga nesta terça-feira (21). O pagamento segue o calendário de saque dos benefícios sociais, de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS) do beneficiário.

Assim, hoje (21) podem sacar o benefício os pescadores cujo NIS tem finais 1 e 2. O pagamento será feito pela Caixa entre os dias 21 e 31 de janeiro.

>> Veja o calendário:

 

 

Os pescadores podem sacar o benefício com o cartão social em qualquer canal da Caixa, como casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui. Os que não têm o cartão precisam ir à uma agência do banco levando documento de identificação com foto e o NIS.

O auxílio emergencial pecuniário foi criado pela Medida Provisória nº 908/2019 e beneficia pescadores que atuam em municípios dos nove estados do Nordeste, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo atingidos pelo vazamento de óleo.

Leia Também:  CAFÉ/CEPEA: Altas externa e do dólar elevam preços do robusta no BR

O profissional precisa estar inscrito no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), em situação ativa nas categorias peixes, crustáceos, moluscos e outros, e atuação em área estuarina ou marinha.

A primeira parcela foi paga em dezembro. Cada parcela é de R$ 998, totalizando R$ 1.996. O dinheiro poderá ser sacado em até 90 dias, contados da data da disponibilização do crédito ao beneficiário. Esse benefício não interfere no recebimento do seguro-defeso pelos pescadores conforme legislação específica.

Informações à imprensa:[email protected] 

Fonte: MAPA GOV
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana