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Centenas de balsas de garimpo ilegal invadem rio Madeira no Amazonas

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Balsas de garimpo ilegal no rio Madeira, no Amazonas
Silas Laurentino

Balsas de garimpo ilegal no rio Madeira, no Amazonas


O rio Madeira, no Amazonas, é alvo de uma invasão de centenas de balsas de  garimpo ilegal desde o último domingo (21). As balsas estão enfileiradas entre os municípios de Autazes e Nova Olinda do Norte.


Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, informações preliminares indicam que há cerca de 640 balsas na região, em busca de ouro. A publicação explica que essas balsas usam longas mangueiras que são lançadas até o leito do rio e, depois de acionadas por geradores, sugam tudo que encontram – em outubro, yanomamis denunciaram a morte de duas crianças indígenas que foram sugadas por balsas do tipo.

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No caso atual, os garimpeiros correm para extrair o material após terem ouvido que encontraram uma grande quantidade do minério no local. “Lá embaixo estão fazendo uma grama de ouro por hora”, diz um garimpeiro em áudio obtido pelo jornal.


Em resposta, o Ibama disse que já “teve ciência do caso” e que se reuniu com o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) para “tomar as devidas providências e coordenar uma fiscalização de garimpo na região”. Já o Ipaam informou que será feito um diagnóstico para apurar a real situação da área.

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Parlamentares recorrem ao STF contra decisão que mantém orçamento secreto

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Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO)
Waldemir Barreto/Agência Senado

Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO)

O senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) e o deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) protocolaram uma reclamação contra os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira. Os parlamentares solicitaram a suspensão de um ato conjunto assinado pelos presidentes das duas casas sob alegação de falta de transparência sobre a autoria de emendas parlamentares, descumprindo, inclusive, determinação do próprio STF.

O ato foi assinado por Lira e Pacheco nessa quinta-feira e contraria decisão do STF sobre o chamado orçamento secreto. A decisão do Congresso afirma que não vai divulgar os nomes dos parlamentares que já direcionaram verbas das emendas a estados e municípios.

A ação protocolada por Kajuru e Elias Vaz alega que “sob uma falsa argumentação de dificuldades de indicação dos verdadeiros autores das emendas, sua publicidade só passaria a ocorrer a partir do orçamento de 2022, permanecendo ocultos para execução das ações previstas nos orçamentos de 2020 e 2021”.

O documento também relembra que o ministro Gilmar Mendes, apesar de ter apresentado voto divergente da relatora, na parte da publicidade, destacou que os deputados e senadores autores das emendas do orçamento secreto podem ser acionados pela pasta executora das ações sempre que houver necessidade de detalhamento.

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“Os autores não só são identificáveis como são de fácil acesso, jogando por terra a dificuldade apontada pela Mesa da Câmara e do Senado para disponibilização nos sites de consulta”, disse Elias.

“Nesse final de ano querem dar o presente, mas esconder o nome do Papai Noel”, declarou Kajuru que a não divulgação dos nomes dos parlamentares da emenda secreta tem um pano de fundo de liberar as emendas aprovadas, escondendo quem as indicou.

Em decisão liminar, a ministra Rosa Weber estabeleceu que devem ser garantidas a comparabilidade e a rastreabilidade dos dados referentes aos pedidos de distribuição de emendas de relator. A decisão da ministra do STF diz que “todas as demandas de parlamentares voltadas à distribuição de emendas de relator-geral, independentemente da modalidade de aplicação, sejam registradas em plataforma eletrônica”.

O Legislativo argumenta que a ampla publicidade, exigida pelo Judiciário, só seria colocada em prática no futuro, a partir de novas indicações. Pacheco chegou a afirmar a intenção do Congresso em votar, ainda nesta sexta-feira, em sessão conjunta, o Projeto de Resolução que vai estabelecer novas regras sobre a destinação das emendas do Orçamento.

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Professor diz a aluna: ‘Quando for estuprada, vai levar KY ou prefere no seco?’

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O professor dá aulas no Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ), em Belém, no Pará.
Reprodução/Twitter

O professor dá aulas no Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ), em Belém, no Pará.

Durante uma aula, um professor de medicina perguntou a uma aluna se quando ela fosse estuprada ela gostaria de usar lubrificante ou preferiria “no seco”.

No momento do questionamento, o docente ensinava os alunos a fazerem o processo de intubação usando um boneco. Ele então questiona a aluna se ela usou lubrificante e quando ela responde que não, ele fala: “Quando a senhora for estuprada vai levar KY ou vai preferir no seco mesmo?

O professor dá aulas no Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ), em Belém, no Pará. Um vídeo do momento, publicado na quinta-feira (25/11), circula nas redes sociais.

A Unifamaz disse em nota que já tomou as medidas necessárias para averiguar o caso. “O UNIFAMAZ reafirma seu compromisso com o ensino de qualidade, pautados no respeito humano e na integridade pessoal. Dessa forma, repudia veemente qualquer prática inadequada na relação acadêmica professor-aluno”, afirmou.

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