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Celular com TV: Veja quais os melhores aparelhos para comprar no Brasil

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Mesmo em um cenário da ascensão do streaming e com pacotes de internet cada vez mais amplos e repletos de bônus, há pessoas que não abrem mão de ter uma TV no bolso. Ainda há no mercado celulares com TV para atender a essa fatia do público.

Leia também: Por que ter uma Smart TV Box em casa em pleno 2020?

São smartphones básicos a intermediários que permitem acessar a programação da TV aberta sem a necessidade de conexão com a internet. Celulares com TV são interessantes para quem não quer perder o futebol ou a novela sem recorrer ao pacote de dados. 

Veja abaixo os melhores modelos de smartphones para comprar no Brasil:

Samsung Galaxy A 50

Galaxy A50 arrow-options
Divulgação/Samsung

O Galaxy A50

Um dos smartphones mais pesquisados no País, o Galaxy A 50  se destaca pelo design com poucas bordas e tela grande de 6,4 polegadas com resolução Full HD+ (2340 x 1800 pixels). 

Outros destaques da  ficha técnica do aparelho são a tripla câmera traseira, com sensores de 25, 5 e 8 megapixels, e a câmera frontal de 25 megapixels. A memória Ram é de 4GB e a capacidade de amarzanamento corresponde a 128GB.

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Moto G7 Power

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Reprodução/OLX

Moto G7 Power

Um dos últimos modelos lançados pela Motorola tem como um de seus muitos atrativos a TV digital. Ele também traz tela grande, de 6,2 polegadas, mas com um furo que ocupa um espaço maior do display em comparação com o modelo da Samsung. A resolução também é menor, HD+, o que de maneira alguma consiste em um problema.

As demais especificações não diferem muito da linha G7. O processador é o Snapdragon 632, memória RAM de 3 ou 4GB e armazenamento de 32 ou 64GB. A bateria de 5.000 mAh garante até 55 horas de autonomia.

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LG K10 Power

LG K10 Power arrow-options
Divulgação/LG

LG K10 Power

Lançado em 2017, esse aparelho ainda compensa no custo-benefício, principalmente para quem busca a famigerada TV de bolso. A tela (5,5 polegadas) e a resolução (HD) são as menores dessa lista, mas o consumo de bateria também é menos intenso.

Outros destaques da ficha técnica são o processador octa-core de 1,5 GHz, memória RAM de 2 GB e armazenamento de 32 GB.

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Galaxy J6

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Divulgação/Samsung

Galaxy J6

Esse smartphone de 2018 conta com tela alongada de 5,6 polegadas, resolução HD+ e painel Super AMOLED, que garante imagens com melhor contraste em comparação com os principais rivais.

O processador é octa-core de até 1,6 GHz, memória RAM de 2 GB e armazenamento de 32 GB ou 64 GB. A bateria, no entanto, de 3000 mAh, é mais modesta.

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Fonte: IG Tecnologia
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Coronavírus para produção de celulares LG e Motorola no Brasil

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Olhar Digital

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Unsplash

Produção de celulares no Brasil é afetada pelo coronavírus na China


Depois de impactar várias empresas de tecnologia com atuação na China , o coronavírus começa a afetar também o mercado tecnológico nacional. Fábricas responsáveis pela produção de celulares da Motorola e da LG estão com suas linhas de montagem paralisadas ou com atividade reduzida em decorrência da falta de peças.

A fábrica da LG , localizada na cidade de Taubaté (SP), anunciou paralisação de 10 dias a contar da próxima segunda-feira (2). Enquanto isso, a Flextronics , que monta os produtos da Motorola no Brasil em Jaguariúna (SP), já havia dado férias coletivas para seus funcionários entre 17 e 28 de fevereiro e anunciou que fará isso novamente entre os dias 9 e 28 de março.

Leia também: Com coronavírus, Samsung e Motorola pausam produção de celulares no Brasil

Segundo a Folha de S. Paulo , essas duas são as empresas impactadas mais gravemente até o momento, mas não são as únicas. A fábrica da Samsung , localizada em Campinas (SP), também paralisou a produção por três dias, entre 12 e 14 de fevereiro, mas retomou as atividades desde então.

A atividade industrial na China sofreu um baque desde o início do ano devido ao surto do coronavírus. As fábricas tiveram que interromper a produção para evitar o contágio entre seus funcionários, e o governo chegou a estender o feriado do Ano Novo Chinês para fazer com que as pessoas fossem menos a espaços públicos, onde poderiam infectar os outros ou serem infectados. A Apple , por exemplo, já anunciou a investidores que seus resultados do trimestre estarão abaixo do esperado porque suas vendas foram afetadas pela dificuldade em suprir a demanda pelos seus produtos. Mesmo após a retomada das atividades, o ritmo de produção ainda está abaixo do normal.

Leia também: Com coronavírus, Google e Microsoft podem abandonar a China de vez

No Brasil, a situação não é diferente. Como nota a publicação, mais de 80% dos componentes usados na produção de eletroeletrônicos no Brasil em 2019 vieram da China ou de outros países asiáticos próximos, também afetados pelo coronavírus . Sem as peças, não há produção.

De acordo com a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), organização que representa empresas de tecnologia neste caso, 57% das empresas associadas estão reportando problemas no fornecimento de peças vindas da China. A entidade não diz exatamente qual o impacto da escassez na produção, mas nota que 4% das empresas já tem paralisações parciais e outras 15% já estudam reduções nas linhas de montagem. Apesar disso, a associação diz que ainda não há risco de falta de produtos eletrônicos no mercado brasileiro, pelo menos no curto prazo.

Fonte: IG Tecnologia
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Com preço atraente, novo smartwatch traz bateria que dura até 25 dias

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Olhar Digital

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Divulgação/Timex

Timex Ironman GPS R300


A Timex apresentou o seu mais novo relógio, o Ironman GPS R300 , um smartwatch que leva apenas o essencial para uma rotina de treinos. Sem grandes luxos, como os acessos a diversos aplicativos (algo que eleva o custo do produto), o Ironman GPS R300 promete durar 25 dias com uma única recarga da bateria – desde que você use apenas 20 horas de GPS .

O device de frequência cardíaca no pulso resiste até 30 metros debaixo d’água, possui treinamento guiado e uma vasta gama de métricas de desempenho. Um aplicativo associado, chamado Timex Smart , permite revisar os dados do treino, verificar o sono e até selecionar diferentes exercícios para adicionar ao relógio. Ou seja, seu ponto forte, de fato, é o rastreamento de atividades físicas .

Leia também: Apple Watch vende mais que toda a indústria de relógios suíços

Assim como seu antecessor, o Timex Ironman One GPS, o R300 é mais uma  pulseira fitness do que um relógio inteligente . Em um mercado repleto de smartwatches que oferecem rastreamento de condicionamento físico e recursos que não são fitness, como chamadas, texto e acesso a aplicativos, a Timex precisará encontrar clientes que desejam um rastreador fitness robusto, com longa duração de bateria e que faz exatamente aquilo para o que foi projetado, sem excessos.

O design é simples, parecido com o de um relógio padrão, mas possui todos os recursos que se espera de um smartwatch fitness, como a possibilidade de alterar a imagem apresentada no visor, passar facilmente por diferentes comandos e visualizar todos os dados relevantes do treinamento. Tudo isso em uma tela sensível ao toque. E, da mesma forma que outros relógios inteligentes, o R300 manda notificações para o celular do usuário e pode controlar a música no telefone.

Leia também: Esse smartwatch é mais potente e mais barato que seu celular; conheça

Esta pode ser a opção ideal para atletas casuais, que fazem exercícios apenas para cuidar da saúde e não profissionalmente. Pessoas que dependem de mais do que apenas o rastreamento de GPS provavelmente se dariam melhor com um smartwatch mais completo, de alta potência. Mas talvez tenham que recarregá-lo constantemente.

O relógio vem com uma pulseira de silicone, disponível nas cores preta, cinza e prateada. Pode não ser o mais potente dos smartwatches , mas o preço definitivamente o coloca no páreo. Sem os extras desnecessários, o smartwatch sai por apenas US$ 120 (R$ 537 em conversão direta).

Fonte: IG Tecnologia
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