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Saúde

Cedae anuncia uso de argila para melhorar qualidade da água no Rio

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A Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae), estatal vinculada ao governo do Rio de Janeiro, informou nesta quarta-feira (29) que começou a aplicar argila ionicamente modificada na lagoa próxima à captação da Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu. O objetivo é melhorar a qualidade da água distribuída à população.

Desde o início deste mês, moradores da cidade do Rio de Janeiro e de outros municípios da região metropolitana reclamam que estão recebendo água com cheiro e sabor de terra. Em alguns bairros, houve reclamação também sobre a turbidez.

A Cedae diz que o problema ocorre devido à proliferação da alga geosmina e que o consumo da água não traz riscos à saúde. De outro lado, em nota técnica divulgada no dia 15, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) afirmaram que a situação é resultado da falta de tratamento de esgoto sanitário nas áreas urbanas. Na semana passada, o Ministério Público do Rio de Janeiro ingressou com ação pedindo à Justiça que obrigue a estatal a publicizar mais de 70 laudos comprobatórios da qualidade da água.

Segundo comunicado divulgado pela estatal, a argila ionicamente modificada indisponibiliza o fósforo, nutriente considerado indispensável para o crescimento de algas. “Serão realizadas inicialmente três aplicações de teste. O produto será aplicado por meio de embarcação equipada com sistema para dispersão homogênea sobre a superfície da água”, informa o comunicado.

A medida já é adotada no Rio Grande do Sul e na Bahia. O produtor tem certificados internacionais e registro no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Após análise da documentação enviada pela estatal pedindo autorização para uso da argila, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) liberou a aplicação na última quinta-feira (23).

Essa não é a primeira medida adotada pela Cedae para tentar superar o problema. Na semana passada, o carvão ativado começou a ser utilizado no interior da Estação de Tratamento de Água Guandu para retirar a geosmina. Ações com efeito a médio prazo também estão em curso. Já teve início processo de licitação para obras de proteção da tomada de água da ETA Guandu.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Novo coronavírus: Brasil monitora cinco casos suspeitos

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O Ministério da Saúde acompanha cinco casos de pacientes com suspeita de infecção pelo novo coronavírus, sendo uma criança de dois anos. O boletim divulgado nesta terça-feira (18) traz dois casos a mais que o de ontem. Todos estiveram na China, mas nenhum deles na cidade de Wuhan, epicentro da doença. 

“Entraram mais dois casos de São Paulo, então permanecem os dois de ontem e dois novos em São Paulo e o do Rio Grande do Sul permanece desde a semana passada”, disse em coletiva à imprensa o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabardo.

Segundo o secretário, o paciente do Rio Grande do Sul foi testado para os vírus mais comuns, como H1N1, e os testes deram negativo. Agora, uma amostra está sendo enviada para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) para análise específica quanto ao novo coronavírus. Três dos pacientes ainda serão testados para vírus gripais.

Gabardo enfatizou que a mobilização para prevenir e conter o vírus continua pelo menos até o começo do inverno. “Nós não vamos reduzir todas essas ações feitas, toda mobilizações feita antes da chegada do inverno, independentemente de até lá nós termos casos confirmados no Brasil”.

Repatriados

A pasta deve divulgar amanhã (19) o resultado dos exames dos brasileiros resgatados da China e dos tripulantes da Força Aérea Brasileira que estiveram envolvidos na ação. No total, 58 pessoas estão em quarentena na Base Aérea de Anápolis (GO) para descartar o risco de contaminação pela doença no Brasil.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Como preparar o fígado para beber no carnaval?

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O carnaval já está a todo vapor em diversas cidades, e o plano de muitas pessoas é cair na folia e beber com os amigos. O recomendado é sempre ter moderação ao ingerir bebidas alcóolicas. Mas, além disso, dá para preparar o corpo para encarar as bebidas de uma forma menos danosa, principalmente o fígado. 

Leia mais: O que acontece se você mistura álcool e medicamentos e como evitar problemas

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shutterstock

Cerveja traz menos prejuízos ao corpo que os destilados, mas é sempre bom ter moderação e seguir algumas dicas se quiser beber

O fígado , como destaca a nutricionista Gabriela Cilla, da Clínica NutriCilla, quando a pessoa bebe, sofre trabalhando mais para filtrar o álcool.

“É no fígado que ocorre todo processo de filtração do nosso organismo, inclusive as trocas sanguíneas”, explica. “Se há alta ingestão de toxinas, não só o fígado vai ficar mais prejudicado, mas  também os rins, que tem que excretá-las”, completa a nutricionista.

Por isso, a primeira dica para cuidar desses órgãos é uma clássica: beber água. Isso ajuda a diluir o álcool e facilitar o trabalho realizado pelo fígado. A indicação da nutricionista é intercalar um copo de bebida com um copo de água. 

O que você come também ajuda ou prejudica seu fígado 

Se as bebidas alcóolicas exigem mais do seu organismo, o mesmo vale para comidas muito gorduras ou outras besteiras. Por exemplo, ingerir álcool comer frituras é ruim para o organismo, porque “você dá dois trabalhos para seu fígado”, alerta Gabriela. 

Não há muito segredo. Se sabe que vai beber, tenha cuidado redobrado com a alimentação. O melhor é beber muita água, comer frutas e lanches mais naturais. Se a alimentação é feita antes de sair, dá para dar preferência aos alimentos antioxidantes, que são os mais benéficos para o fígado.

“Alimentos como couve, brócolis, rúcula e agrião atuam no processo de desintoxicação, auxiliando o funcionamento do fígado. Portanto, são boas pedidas na luta contra a ressaca”, orienta a médica nutróloga Marcella Garcez. Frutas das vermelhas para azuis (morango, maçã, ameixa, açaí, berries); alimentos integrais; cúrcuma e oleaginosas (que são fontes de ômega 3) também são bem-vindos. 

Ainda sobre alimentação, vale um lembrete durante o carnaval : não fique em jejum! Isso, segundo as especialistas, é o pior cenário para seu corpo. Para curtir e não sofrer tanto com as bebidas, seu corpo precisa de energia. 

O que beber no carnaval?

Chegou a hora da folia e o que mais tem disponível por aí é a cerveja . E a boa notícia é que ela nem é a pior das bebidas para o organismo, assim como o vinho. Por exemplo, o vinho é proveniente da uva e conta com a presença do resveratrol, que é antioxidante, como explica Gabriela. A cerveja, por sua vez, também vem do lúpulo ou do malte, o que já acrescenta uma característica melhor à ela.

“Já os destilados ou as famosas ‘pingas’ são só resquícios da concentração da cana de açúcar. Por um lado, o teor alcóolico é maior, então a pessoa bebe menos. Por outro, são mais agressivos e potentes que as outras bebidas”, diz a nutricionista.

Isso não significa que o vinho e a cerveja sejam bebidas totalmente liberadas, mas são consideradas ‘menos piores’ quando comparadas aos destilados. A chave continua sendo a moderação. 


Fonte: IG Saúde
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