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Política Nacional

CCJ aprova proposta que institui o Janeiro Branco, para promoção da saúde mental

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou três datas comemorativas e duas homenagens. Como tramitam em caráter conclusivo, as cinco propostas devem seguir para o Senado, a menos que haja recurso para análise do Plenário.

O Projeto de Lei 1836/19 institui a campanha Janeiro Branco, que dedica o mês à promoção da saúde mental.  O relator, deputado Alencar Santana Braga (PT-SP), recomendou a aprovação.

Elói Corrêa/Governo da Bahia
Campanha de prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão realizada na Bahia

O Projeto de Lei 1938/15, do ex-deputado Paulo Foletto, institui a Semana Nacional de Luta e Conscientização sobre a Depressão, que deverá ser celebrada anualmente na semana que compreender 10 de outubro, o Dia Mundial da Saúde Mental. O relator, deputado Fábio Trad (PSD-MS), recomendou a aprovação.

O Projeto de Lei 2260/19 institui o Dia Nacional da Pessoa Surdocega em 12 de novembro, na forma do substitutivo adotado pela Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência ao projeto do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG). O relator, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), recomendou a aprovação.

Terra do Gaitaço
O Projeto de Lei 6993/13 confere a Almirante Tamandaré do Sul (RS) o título de “Terra do Gaitaço”. Em 2012, disse o autor, deputado Giovani Cherini (PL-RS), foi batido na cidade o recorde mundial de acordeonistas em exibição musical, com 1.004. O relator, deputado Márcio Biolchi (MDB-RS), recomendou a aprovação.

O Projeto de Lei 342/19 denomina “Joaquim de Azevedo Mancebo” o aeroporto de Macaé (RJ). O homenageado, disse a autora, deputada Soraya Santos (PL-RJ), foi o responsável pela instalação, nos anos 60, do campo de pouso que deu origem ao aeroporto. O relator, deputado Gurgel (PSL-RJ), recomendou a aprovação.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Wilson Silveira

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Política Nacional

Maioria dos brasileiros é contra renúncia do presidente, aponta pesquisa

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Marcos Corrêa/PR – 27.3.20

Renúncia de Jair Bolsonaro é rejeitada por 59% dos brasileiros

Mais da metade dos brasileiros (59%) não querem a renúncia de Jair Bolsonaro da presidência da república, como tem sido pedido por políticos da oposição. Já 37% dos ouvidos pelo Datafolha consideram a medida correta e 4% não souberam responder. 

Covid-19: 4 estados e DF podem entrar em ‘aceleração descontrolada’

O levantamento foi realizado com 1.511 entrevistados, por telefone, entre 1º e 3 de abril, com margem de erro de três pontos. A motivação tem sido a atuação do presidente durante a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Para 52%, Bolsonaro tem condições de seguir liderando o país, apesar de apenas 33% considerarem a sua gestão da crise na saúde boa ou ótima. Já aqueles que consideram que o presidente perdeu tais condições, estão 44% dos entrevistados e 4% não souberam responder.

São Paulo libera de quarentena atividades de escritório de advocacia

Na semana passada políticos de oposição ao governo Bolsonaro, entre eles, Fernando Haddad (PT-SP), Ciro Gomes (PDT-CE) e Guilherme Boulos (PSOL-SP), lançaram um  manifesto pedindo a renúncia de Bolsonaro.

“Da minha parte, a palavra renúncia não existe. Eu fico feliz até por estar na frente (no combate) a um problema grande como esse. Fico pensando como estaria o outro que ficou em segundo lugar (Haddad) no meu lugar aqui”, afirmou o presidente em resposta ao manifesto.

Por segmento

O levantamento aponta que a renúncia do presidente tem maior apoio entre jovens (44%), mulheres (42%), aqueles que têm até o ensino fundamental (40%) e quem tem renda mensal acima de 10 salários mínimos (39%).

Entre os empresários , 65% consideram que o presidente tem condições de liderar o Brasil. Concordam 62% dos moradores do Sul do País e 49% daqueles que ganham mais de dez salário mínimos.

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Política Nacional

Bolsonaro pede à Índia que siga enviando insumos para cloroquina

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Neste sábado (04), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou que pediu ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para que seja mantido o fornecimento de insumos para a produção da hidroxicloroquina, medicamento que vem sendo testado no combate à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus

Leia também: Irmão de Bolsonaro tem lotérica e é beneficiado por medida do governo

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Reprodução Twitter

Bolsonaro em reunião com o primeiro-ministro indiano

“Neste sábado (04), em contato com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, solicitei apoio na continuidade do fornecimento de insumos farmacêuticos para a produção da hidroxicloroquina. Brasil e Índia continuarão grandes parceiros pós-crise do coronavírus , e não mediremos esforços na luta para salvar vidas”, escreveu Jair Bolsonaro em seu perfil no Twitter.

Leia também: Bolsonaro diz que auxílio de R$ 600 começará a ser pago na próxima semana

O presidente também publicou uma foto em que aparece em uma teleconferência ao lado do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e assessores no Palácio da Alvorada.

Leia também: Irmão de Bolsonaro tem lotérica e é beneficiado por medida do governo

Mais cedo, o mandatário foi ao Twitter anunciar que havia zerado impostos para hidroxicloroquina e azitromicina, e que, “nos próximos dias”, faria o mesmo com o zinco e a vitamina D. “Todos usados no tratamento de pacientes portadores da Covid-19 “, escreveu Bolsonaro . Os medicamentos citados ainda estão sendo testados no combate ao novo coronavírus .

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