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Política Nacional

Categorias afetadas pela reforma da Previdência pressionam por mudanças

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Audiência pública sobre a Reforma da Previdência
Comissões debatem reforma da Previdência com representantes de populações tradicionais da Amazônia

Com a aproximação da apresentação do relatório da reforma da Previdência (PEC 6/19), marcada para quinta-feira (13), cresce a pressão por mudanças na proposta. Nesta terça-feira (11), representantes de diversas categorias afetadas pelas novas regras propostas pelo governo participaram de audiências públicas na Câmara.

A Comissão de Educação recebeu professores com carteira assinada. A proposta cria uma idade mínima de 60 anos para essa categoria. A presidente do Sindicato Educacional da Infância, Claudete Alves, lançou uma campanha: 60, nenhuma professora aguenta. “Para demostrar o quão absurdo é exercer o magistério após os 50 anos", ressaltou.

O desafio desses profissionais é convencer deputados que professores merecem tratamento diferenciado. Um argumento é que a carreira cobra um preço alto dos profissionais, como explica Sérgio Carneiro, perito em medicina do trabalho. “Há uma correlação muito grande do adoecimento com a atividade profissional, é uma categoria na qual há uma alta incidência de doenças profissionais ", afirmou.

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Populações tradicionais Em outra reunião realizada nesta terça-feira a reforma da Previdência foi analisada segundo o olhar das populações tradicionais da Amazônia. As comissões de Direitos Humanos e Minorias, Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, e de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia ouviram parteiras, quilombolas e pescadores.

Para o deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP), são realidades que também precisam de atenção. Ele cita, por exemplo, o pescador que pelas regras propostas pelo governo deverá recolher INSS sobre a sua produção. "Um pescador que mora numa comunidade que fica a mais 20 horas de um posto do INSS, como é que essas pessoas que trabalham de sol a sol para se sustentar, muitas vezes em regime de subsistência, vão conseguir reunir R$ 600 por ano e recolher o INSS?”, indagou.

Joaquim Belo, do Conselho Nacional das Populações Extrativistas, fez um apelo aos parlamentares para que levem em conta as diferenças da população. "Se essa Casa não tiver a capacidade de enxergar esses diversos brasis, muita gente vai ficar abandonada, sem amparo do Estado", destacou.

Desinformação
O governo também foi convidado e defendeu as mudanças. Secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, diz que há muita desinformação nesse debate. "A quase totalidade das mudanças são voltadas para aquelas pessoas que têm capacidade contributiva. 47% da renda previdenciária vai para os 15% mais ricos e o foco da nova Previdência é melhorar isso, é reduzir as transferências para os mais ricos", argumentou.

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Fonte: Agência Câmara Notícias
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Política Nacional

Projeto de lei propõe multa de R$ 5 mil para quem divulgar fake news

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Deputados tomando posse na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) arrow-options
Divulgação

Multa por divulgar desinformação seria mais dura para funcionários públicos

Um projeto de lei que está pronto para ser votado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) propõe multar em R$ 5 mil aqueles que divulgarem fake news . O projeto é de autoria do deputado estadual Edmir Chedid (DEM) e todo o dinheiro arrecadado seria repassado para um Fundo Social de Combate à Informação Falsa.

Em casos do compartilhamento de notícias falsas por servidores públicos, a proposta determina que a multa seja aplicada em dobro. Além disso, ainda há um agravante. Se o funcionário estadual usar a estrutura pública para disseminar desinformação, a multa seria quatro vezes maior, chegando a R$ 20 mil.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bruno Covas recebe alta médica e deixa hospital após 23 dias

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Reprodução / TV Globo

O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) em entrevista no Hospital Sírio Libanês.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), teve alta médica nesta quinta-feira (14), após 23 dias de internação no Hospital Sírio Libanês.

Ao G1, o médico David Uip, responsável pelo tratamento do prefeito, disse que a orientação é que Covas repouse em casa, na medida do possível, e que retome na segunda-feira (18) para a prefeitura. A aparição pública de Covas, no entanto, será limitada devido às condições de saúde. “Mas será rotina normal”, disse o médico.

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O prefeito chegou ao hospital em 23 de outubro com erisipela , um tipo de infecção na perna, que evoluiu para uma trombose venosa profunda, que acontece quando coágulos são formados. Os coágulos subiram para o pulmão, gerando uma embolia . Um dos coágulos foi encontrado no coração de Covas, mas exames recentes mostram redução.

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Um câncer na cárdia, área localizada entre o esôfago e o estômago, foi encontrado pelos médicos durante exames para localizar os coágulos. Covas foi submetido a duas sessões de quimioterapia. A última delas acabou na tarde desta quarta (13) e cada sessão durou 30 horas. 

O médico informou, ainda, que o prefeito reagiu bem às sessões de quimioterapia , sem efeitos colaterais. 

Fonte: IG Política
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