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Saúde

Casos da variante Delta do novo coronavírus chegam a 135 no Brasil

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O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (21) que foram identificados 135 casos da variante Delta do novo coronavírus em circulação no Brasil. Desses, cinco casos evoluíram para quadro grave que resultou em morte. As ocorrências foram registradas no Maranhão (1) e no Paraná (4). Antigamente conhecida como “variante indiana”, essa cepa possui uma taxa de infecção maior do que o novo coronavírus original.

Do total de casos registrados até agora, são seis no Distrito Federal, dois em Goiás, seis no navio que esteve na costa do Maranhão, um em Minas Gerais, 13 no Paraná, dois em Pernambuco, 87 no Rio de Janeiro, três no Rio Grande do Sul (sendo um caso considerado importado do RJ), cinco em Santa Catarina e dez em São Paulo

Os dados foram divulgados em levantamento do Ministério da Saúde sobre vigilância genômica do novo coronavírus.

A pasta informou que tem dialogado com secretarias de Saúde para ampliar a vigilância sobre a variante. Entre as ações recomendadas está o sequenciamento genômico para mapear a presença da variante em cada estado ou município.

Os casos suspeitos devem ser isolados, com tratamento para aliviar os efeitos e possíveis complicações. O Ministério da Saúde também solicita a notificação imediata para gerar ações de resposta em localidades onde a variante for identificada.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Governadores do Nordeste suspendem compra de 37 milhões de doses da Sputnik V

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Contrato foi firmado no início deste ano
Divulgação/Sputnik Vaccine

Contrato foi firmado no início deste ano

Nesta quinta-feira (5), o governador do Piauí e também presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias (PT), anunciou a suspensão do acordo com o Fundo Soberano Russo para a compra de 37 milhões de doses da vacina Sputnik V. Entre os motivos da decisão, estão as limitações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em relação à aprovação emergencial do imunizante.

Dias afirmou que os padrões exigidos pela agência não foram feitos para vacinas de outros laboratórios. A falta de licença para importação também levou o governador a anunciar a decisão.

O contrato com o laboratório russo foi firmado em março deste ano e previa a entrega dos primeiros lotes da vacina ainda no mês de abril, o que não aconteceu.

“É lamentável. O Brasil vive uma situação com alta mortalidade, mais de mil óbitos por dia. Temos vacinas disponíveis, mas impedidas de entrar no Brasil devido a uma decisão da Anvisa, que faz uma alteração no padrão de teste, junto com a não inclusão [da Sputnik V] pelo Ministério da Saúde no plano nacional de vacinação e a falta da licença de importação”, disse o governador.

De acordo com ele, os imunizantes que seriam enviados ao Brasil serão, agora, destinados ao México, Argentina e Bolívia, informou o Fundo Soberano Russo.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Medicamento Regen-Cov pode prevenir Covid-19, diz estudo

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O Regen-Cov é capaz de reduzir a infecção causada pelo coronavírus
Fusion Medical Animation/Unsplash

O Regen-Cov é capaz de reduzir a infecção causada pelo coronavírus

O medicamento Regen-Cov, produzido pela farmacêutica Regeneron, é capaz de reduzir significativamente o risco de infecção pela Covid-19 entre pessoas que moram na mesma casa. As informações são de um estudo publicado na última quarta-feira pela revista The New England Journal of Medicine. 

Regen-Cov combina os anticorpos monoclonais casirivimabe e imdevimabe, porém, o medicamento não substitui as vacinas. Ele tem a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial no Brasil desde abril deste ano.

Nos Estados Unidos, o medicamento tem autorização da agência Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês) para uso emergencial em pessoas com 12 anos ou mais com alto risco de evolução para quadros graves da doença e que ainda não foram imunizadas com vacinas.

Mais de 1.505 pessoas com 12 anos ou mais participaram do estudo. Os voluntários foram selecionados entre pessoas que dividiram a casa com pacientes diagnosticados com Covid-19 dentro de um intervalo de até 96 horas.

Um grupo dessas pessoas recebeu uma injeção em dose única de 1.200 mg do medicamento e outro grupo recebeu um placebo.

Aproximadamente 30% dos voluntariados se enquadravam em algum grupo de risco para complicações da Covid-19, como idade avançada ou doenças crônicas.

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Dos 753 voluntários que tomaram a injeção de Regen-Cov após o diagnóstico positivo de um residente da casa, apenas 11 (1,5%) desenvolveram infecção sintomática.

Por outro lado, 59 pessoas do grupo de 752 indivíduos que receberam o placebo (7,8%) desenvolveram a doença.

Ainda, as pessoas que receberam a injeção e desenvolveram sintomas da Covid-19 tiveram melhora mais rápida da infecção comparadas àquelas que tomaram placebo e foram infectadas.

Os participantes do grupo que recebeu o Regen-Cov não necessitaram ida ao hospital ou internação. No entanto,  quatro participantes que receberam o  placebo foram à emergência de um hospital ou precisaram de internação.

Os voluntários foram acompanhados semanalmente pelos pesquisadores com a realização de quatro exames do tipo RT-PCR no intervalo de 28 dias.

Fonte: IG SAÚDE

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