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Economia

Caso João Alberto: viúva de negro assassinado no Carrefour chega a acordo

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Caso Beto
Reprodução: iG Minas Gerais

Caso Beto

Milena Alves, viúva de João Alberto Silveira Freitas, espancado até a morte por seguranças em uma unidade dos supermercado Carrefour em Porto Alegre, fechou um acordo de indenização com a empresa na quinta-feira, seis meses após o crime que gerou comoção em todo o país.

O acordo com Milena é o nono fechado entre a empresa e familiares da vítima e foi firmado na Defensoria Pública do Rio Grande Sul. O valor aceito não foi informado. Em abril, a viúva recusou a primeira oferta do Carrefour, que já havia sido aceita pelos quatro filhos, a enteada, a neta, a irmã e o pai de João Alberto.

Foram presos logo após o crime os seguranças Giovane Gaspar da Silva e Magno Braz Borges. Ainda respondem na Justiça Adriana Alves Dutra, funcionária do Carrefour que tentou impedir a gravação da agressão; Paulo Francisco da Silva, funcionário que impediu acesso da esposa à vítima que agonizava; Kleiton Silva Santos e Rafael Rezende, funcionários que auxiliaram na imobilização da vítima.

Em nota, o Carrefour informou ainda que “disponibilizou, desde novembro, toda assistência financeira e psicológica para a família de João Alberto Freitas, incluindo uma assistente social e os gastos do dia a dia (supermercados, aluguéis, transportes, educação, entre outros)”. Além disso, a empresa ressaltou que após a tragédia, “assumiu 8 compromissos públicos para contribuir na capacitação de pessoas negras, na educação, na formação de lideranças, e em startups, com a possibilidade de utilizar a plataforma da empresa. Tudo isso é financiado por meio de um fundo de R$ 40 milhões, criado pela empresa em novembro de 2020”.

“Desde o primeiro momento, nossa principal prioridade foi dar o suporte necessário para os familiares, na parte psicológica e financeira. Conseguimos avançar rapidamente nos acordos com todos os familiares e hoje concluímos o último acordo com a senhora Milena”, afirmou João Senise, vice-presidente de RH do Grupo Carrefour Brasil.

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Economia

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 25,6 milhões; confira os números

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Mega-Sena pode pagar R$ 25,6 milhões
Agência Brasil

Mega-Sena pode pagar R$ 25,6 milhões

A Caixa sorteou hoje as seis dezenas do Concurso 2447 da Mega-Sena. A premiação de R$ 25.693.704,41 vai ser distribuída entre quem apostou nos números 13 – 19 – 29 – 42 – 49 – 52.

O número de ganhadores ou o prêmio acumulado ainda não foi divulgado. O sorteio aconteceu às 20h, com transmissão ao vivo nas redes sociais.

O sorteio de hoje é o primeiro da Mega-Semana de Verão, que promove sorteios às terças, quintas e sábados. O próximo está agendado para o dia 27. Durante o ano, estão programadas nove Mega-Semanas.

Os sorteados tem até 90 dias para retirar o valor. Passado esse período, o dinheiro é repassado ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES caso não seja resgatado.

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Economia

Dólar cai para R$ 5,43, com fluxo estrangeiro para países emergentes

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Na véspera da reunião do Banco Central norte-americano, o dólar caiu pela primeira vez após duas altas seguidas e voltou a aproximar-se de R$ 5,40, beneficiado pelo fluxo estrangeiro para países emergentes. A bolsa de valores teve forte valorização e encerrou no maior nível desde o fim de outubro.

O dólar comercial encerrou a terça-feira (25) vendido a R$ 5,435, com recuo de R$ 0,068 (-1,24%). A cotação chegou a abrir em pequena alta, mas passou a cair após a abertura do mercado norte-americano.

A divisa fechou no segundo menor nível do mês, só perdendo para o último dia 20, quando encerrou a R$ 5,417. A moeda norte-americana acumula queda de 2,52% em janeiro.

O dia também foi marcado por ganhos no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 110.204 pontos, com alta de 2,1%. O indicador está no maior nível desde 20 de outubro do ano passado.

A bolsa conseguiu descolar-se dos mercados norte-americanos, que fecharam em forte baixa na véspera da reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Hoje houve migração de fluxo de capitais para países emergentes, em um dia de recuperação das turbulências de ontem (24) por causa do agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia.

No encontro de amanhã, (26) não está previsto que o Fed anuncie aumento dos juros norte-americanos, que estão no menor nível da história desde o início da pandemia de covid-19. A reunião, no entanto, fornecerá indicações se o Fed pretende começar a subir os juros em março e sobre o ritmo da retirada do programa de compra de títulos pelo Banco Central norte-americano.

Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes. Parte dos investidores, no entanto, começa a acreditar que o efeito da retirada dos estímulos monetários nos Estados Unidos já está precificado (incorporado aos preços dos ativos).

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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