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Política Nacional

Caso Flordelis: debilitada desde o crime, irmã do pastor Anderson do Carmo morre

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Irmã morta do pastor morto arrow-options
Luciano Belford / Arquivo / Agência O DIA

Debilitada desde a morte do irmão, Michele morreu na noite desta segunda-feira

Morreu, na noite desta segunda-feira (21), Michele do Carmo de Souza, irmã do pastor Anderson do Carmo, casado com a deputada federal Flordelis (PSC) e assassinado a tiros dentro de casa em Niterói, em junho deste ano. A informação foi divulgada pelo vereador Misael, filho da parlamentar, que disse que ela foi vitimada por uma anemia, aos 39 anos.

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“Após o falecimento de seu irmão, Michele ficou muito debilitada, e estava internada no Hospital Municipal Carlos Tordelly, para controle da anemia”, disse Misael. O enterro será às 17h no Cemitério Parque de Nycteroy, no bairro Laranjal, em São Gonçalo.

Michele chegou a prestar depoimento à polícia no caso que investiga o assassinato de seu irmão, o pastor Anderson do Carmo e apontava a cunhada Flordelis como mandante. Em setembro, ela e sua mãe, Maria Edna, foram autorizadas pela Justiça e pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) para serem assistentes de acusação no processo que investiga o crime .

De acordo com o inquérito conclusivo da DHNSG (Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo), o filho biológico da deputada, Flavio , confessou ter atirado seis vezes no padrasto. O laudo da necrópsia contraria a versão contada por ele e aponta que o corpo da vítima apresentava trinta perfurações provocadas por arma de fogo.

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Lucas , filho adotivo do casal, é apontado como responsável pela negociação da arma usada por Flávio no dia do crime. A pistola Bersa, calibre 9 milímetros, foi encontrada dias depois do crime no quarto usado por Flávio.

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Política Nacional

Plenário pode votar nesta quinta-feira projeto de ajuda ao setor esportivo na pandemia

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Ordem do dia. Dep. Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS - PE)
Sessão virtual do Plenário está marcada para as 11 horas desta quinta-feira

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar nesta quinta-feira (16), a partir das 11 horas, proposta (PL 2824/20) que prevê medidas para socorrer o setor esportivo brasileiro enquanto vigorarem as medidas de isolamento social ou de quarentena vinculadas à pandemia de Covid-19.

O autor do texto, deputado Felipe Carreras (PSB-PE), pediu nesta quarta-feira (15) que não haja mais adiamento da votação. “O setor esportivo sempre é o último da fila. Quero pedir a quem reconhece os valores do esporte no Brasil e a toda comunidade esportiva brasileira: respeitem o esporte! O esporte tem pressa”, disse.

Uma das ações previstas prorroga automaticamente, por um ano, os prazos para a aplicação de recursos destinados a atividades esportivas e a respectiva prestação de contas, no caso dos projetos já aprovados pelo governo federal.

O texto também suspende por um ano o pagamento dos débitos tributários com a União de empresa que atue no setor esportivo, desde que sua receita bruta anual seja inferior a R$ 4,8 milhões. Os débitos ficam parcelados em 12 vezes a partir do 13º mês.

Verbas de loterias
Também está na pauta o Projeto de Lei 3042/20, que destina para o Fundo Nacional de Saúde (FNS), durante o estado de calamidade pública decorrente da pandemia de Covid-19, 5% da arrecadação total com a venda de apostas e bilhetes das loterias de sorteio numérico (como Mega-Sena e Quina), da Loteria Federal e da Lotex (raspadinha), todas operadas pela Caixa Econômica Federal.

Os 5% para o FNS serão subtraídos do percentual arrecadado com as apostas que hoje é destinado ao pagamento dos prêmios e do Imposto de Renda que incide sobre a premiação. Por exemplo: atualmente, 65% do valor arrecadado com a venda das raspadinhas são direcionados ao prêmio e ao IR. O projeto reduz esse percentual para 60%. O FNS é o gestor financeiro dos recursos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Estelionato
Os deputados também podem votar o Projeto de Lei 2068/20, que aumenta em 1/3 a pena por crime de estelionato envolvendo o auxílio emergencial e outras situações. O texto insere dispositivos no Código Penal, que atualmente prevê pena básica de cinco a dez anos de prisão e multa.

Outra proposta (PL 4731/19), do Senado, inclui a bacia do rio Araguari e demais bacias dos estados do Amapá, do Amazonas e do Pará na área de atuação da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

O último item da pauta é o Projeto de Decreto Legislativo 1158/18 para ratificar o acordo que torna o Brasil membro fundador do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (BAII), assinado em junho de 2015.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

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Política Nacional

Cancelada a sessão do Congresso que analisaria vetos presidenciais nesta quinta

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou o cancelamento da sessão do Congresso Nacional convocada para esta quinta-feira (16). A sessão seria destinada à deliberação de vetos (56 a 62 de 2019 e 1 a 21 de 2020) e de projetos de lei (PLNs 11 a 14 de 2020).

Segundo Davi Alcolumbre, as lideranças vão tentar um acordo para a realização da sessão do Congresso na próxima semana. O anúncio foi feito no final da ordem do dia desta quarta-feira (15).

O presidente do Senado também confirmou a sessão deliberativa do Senado para esta quinta, às 16h. A pauta terá um único item: a medida provisória que trata de procedimentos para aquisição de bens, serviços e insumos destinados ao enfrentamento da crise do coronavírus (MPV 926/2020).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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