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Caso do aborto negado à criança repercute na imprensa internacional

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Caso do aborto negado à criança repercute na imprensa internacional
Reprodução – 21/06/2022

Caso do aborto negado à criança repercute na imprensa internacional

A conduta da juíza Joana Ribeiro Zimmer, que, durante uma audiência sobre medida protetiva, tentou convencer uma criança de 10 anos,  vítima de estupro, a seguir com a gestação indesejada, repercutiu na imprensa internacional. A decisão de impedir o procedimento apesar do respaldo legal foi assunto em sites dos Estados Unidos e de países europeus e da América Latina.

A revista americana “Newsweek” destacou uma reportagem em seu site. A matéria ressalta que “o caso atraiu críticas generalizadas no país majoritariamente católico, com especialistas dizendo que não há base legal para a situação, nem em relação à postura que o hospital adotou, nem à decisão do juiz”.

Ainda nos EUA, o “The New York Post” lembrou que os médicos se recusaram a fazer um aborto na menina porque ela já estava com 22 semanas e dois dias de gravidez. E foi alegado que o procedimento poderia ser feito se a garota tivesse no máximo 20 semanas de gestação.

Na Inglaterra, o jornal “The Independent” chamou a atenção para o fato de que a maioria dos abortos no Brasil são realizados em condições médicas que colocam as mulheres em risco, em clínicas ilegais ou outros locais clandestinos.

O “Daily Mail”, também da Inglaterra, publicou duas reportagens sobre o caso. Na primeira noticiou a “indignação no Brasil” com negativa que a família da menina recebeu da Justiça para realização do aborto legal. Na segunda, escreveu em letras maiúsculas que a juíza Joana Ribeiro Zimmer foi promovida após negar o procedimento para a vítima.

O jornal italiano “Il Fatto Quotidiano” afirma que a “mãe da vítima de violência teve sua filha roubada para impedi-la de realizar um aborto”. A publicação se referia ao fato de que a menina foi mantida em abrigo para que o procedimento não fosse realizado.

A agência de notícias argentina Telam ressaltou que, além de negar o aborto, a juíza Joana Zimmer encorajou a menina a escolher o nome do bebê. A rede de televisão portuguesa Sic Notícias lembrou que a magistrada tentou persuadir a vítima a levar a gestação adiante.

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Nacional

Polícia encontra ‘coleção’ de 140 calcinhas com investigado em SP

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Policiais encontraram 140 calcinhas, além de HDs com pornografia infantil na casa de suspeito na Zona Leste de SP
Divulgação – 01.06.2022

Policiais encontraram 140 calcinhas, além de HDs com pornografia infantil na casa de suspeito na Zona Leste de SP

No âmbito da Operação Luz da Infância, a Polícia Civil de São Paulo acabou chegando, nesta quinta-feira (30), até um homem de 53 anos, no Parque São Rafael, na Zona Leste de SP, que armazenava conteúdos de pornografia infantil em pelo menos 24 HDs, encontrados em sua casa e apreendidos. Um outro material, no entanto, também chamou atenção dos agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP): o suspeito guardava em casa, dentro de uma sacola, uma coleção com 140 calcinhas usadas.

Ele já era investigado por crime de pedofilia e acabou preso por armazenar fotos e vídeos de crianças. À polícia, ele afirmou que as calcinhas pertenciam a mulheres com quem ele se relacionou, mas os agentes seguem apurando se ele cometeu crimes de pedofilia. Após ter sido detido em flagrante por armazenar material pornográfico infantil, ele pagou uma fiança de R$ 5 mil e responderá em liberdade.

12 presos e 50 computadores apreendidos

A operação desta quinta-feira foi realizada pela Polícia Civil de SP em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, polícias civis de outros estados, e até polícias judiciárias dos EUA, Argentina, Costa Rica, Equador, Panamá e Paraguai. No estado de São Paulo, foram 43 alvos sendo 15 na capital. Pelo menos 12 pessoas foram presas e mais de 50 computadores foram apreendidos na ação.

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Fonte: IG Nacional

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Silveira receberá medalha dada para quem contribui com a literatura

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Daniel Silveira
Divulgação: Câmara dos Deputados – 30/03/2022

Daniel Silveira

O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) vai receber da Biblioteca Nacional a medalha da Ordem do Mérito do Livro, tradicionalmente dada pela instituição a pessoas que contribuem com a literatura. A informação foi dada inicialmente pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

A cerimônia de entrega da homenagem está marcada para as 15h30 desta sexta-feira (1). Antes, às 10h30, ex-funcionários da biblioteca também vão receber a medalha. Em seu site oficial, a Biblioteca Nacional informou que o prédio da instituição ficará fechado nesta sexta-feira “por motivos de força maior”.

Acadêmicos, escritores e intelectuais como o poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade e o sociólogo e escritor pernambucano Gilberto Freyre já receberam a medalha da Ordem do Mérito do Livro. Neste ano, a medalha será entregue, ao todo, para 200 personalidades por conta do Bicentenário da Independência.

O GLOBO tentou falar com o presidente da Biblioteca Nacional, Luiz Carlos Ramiro Junior, e com Daniel Silveira, mas até o momento não obteve sucesso. Ramiro já exercia o cargo de coordenador-geral do Centro de Pesquisa e Editoração da BN, para onde foi levado por Rafael Nogueira, seu antecessor. Ele é graduado em Ciências Sociais (UFRJ) e Direito (UFF) e mestre e doutor em Ciência Política pela UERJ.

Em abril, Daniel Silveira foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 8 anos e 9 meses de prisão por agressões verbais a ministros da Corte e por tentar impedir o livre exercício dos Poderes. No dia seguinte, o presidente da república, Jair Bolsonaro, publicou um indulto presidencial perdoando a pena do parlamentar. O STF também havia suspendido o mandato de Silveira e de seus direitos políticos enquanto durassem os efeitos da condenação. No mês passado, a Procuradoria Geral da República pediu ao STF a extinção da pena do deputado, bem como a revogação de todas as medidas cautelares contra ele.

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Fonte: IG Nacional

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