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Caso Chico Rodrigues não tem “nada a ver” com o governo, diz Bolsonaro

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Reprodução

Bolsonaro volta a afirmar que há honestidade entre seus ministros


Em sua tradicional live às quintas-feiras, hoje (15) o presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que seu governo está livre de corrupção . “Quando eu falo do meu governo, eu falo dos meus ministros. Até agora, nenhum deles foi citado por corrupção. Isso é muito difícil de se conseguir, porque a corrupção está enraizada no Brasil há muitos anos.”


A transmissão semanal, usada para atualizar seus apoiadores, acontece em  meio ao escândalo envolvendo o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), agora ex-vice-lider no Senado Federal . “Caso Chico Rodrigues não tem nada a ver com o meu governo”, afirmou Bolsonaro. 

Rodrigues ganhou as manchetes ao se tornar alvo de uma operação da Polícia Federal que apura irregularidades na prestação de serviços voltados ao combate da pandemia de Covid-19 em Roraima. O parlamentar foi flagrado com R$ 17,9 mil escondidos dentro da cueca e das nádegas.

“Qualquer coisa que acontece, alguns de má-fé culpa o meu governo. Alguns querem dizer que o caso de Roraima é do meu governo porque o senador é meu vice-líder, temos 18 vice-líderes. Hoje ele foi afastado . Senador ora gozava do prestígio, lamento o caso ocorrido”, acrescentou o presidente.

Bolsonaro fez a transmissão ao lado do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, e de André Mendonça, ministro da Justiça e Segurança Pública.

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Nacional

Regras da votação: saiba o que pode e o que não pode ser feito na hora de votar

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Agência Brasil

Eleição
Fernando Frazão/Agência Brasil

Neste domingo, eleitores de 57 municípios voltam às urnas para o 2° turno

Neste domingo (29), os eleitores e candidatos das 57 cidades onde haverá segundo turno devem estar atentos ao que prevê a legislação, para evitar condutas consideradas crimes eleitorais. Haverá segundo turno em 39 municípios com mais de 200 mil eleitores, além de 18 capitais estaduais .

Em 2020, o país vive a situação inédita de passar pelo pleito municipal em plena pandemia do novo coronavírus . Por esse motivo, os dois turnos foram adiados para novembro (tradicionalmente, o primeiro e segundo turnos ocorrem, respectivamente, no primeiro e no último domingo de outubro). 

Justamente em razão da pandemia , os eleitores só poderão acessar os locais de votação com máscara. Além disso, assim como ocorreu no primeiro turno, nas três primeiras horas de funcionamento das seções eleitorais (das 7h às 10h), a preferência de atendimento será para eleitores acima de 60 anos.

O que pode

No dia da votação , o eleitor pode levar bandeira, usar broche, adesivos e camisetas com foto e número de seu candidato, de forma individual e silenciosa.

Também é permitido e recomendado que o eleitor leve uma cola eleitoral (nome e número do candidato anotados em um papel) para a cabine de votação. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), a medida diminui o tempo de permanência do eleitor na seção eleitoral.

A legislação também permite manter na internet propaganda divulgada antes da data da votação.

Eleitores que moram em zonas rurais podem usar transporte gratuito, desde que oferecido pela Justiça Eleitoral e não por algum candidato.

Na seção eleitoral, é preciso manter o distanciamento mínimo de 1 metro entre as pessoas, conforme marcação de fita adesiva no chão.

O eleitor é obrigado a higienizar as mãos com álcool em gel antes e depois da votação. Veja mais orientações sanitárias para o segundo turno do pleito deste ano.

O que não pode

Pela legislação eleitoral, no dia da votação, é proibido divulgar qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de candidatos .

Nas seções eleitorais, é proibido ficar sem máscara . Portanto, é proibido se alimentar, beber ou fazer qualquer atividade que exija a retirada do item de proteção individual.

Durante a votação, para preservar o sigilo do voto , o TSE veda o uso de telefone celular, tablets, rádio comunicadores, câmeras e quaisquer outros aparelhos eletrônicos dentro da cabine. A proibição está prevista no Artigo 99 da Resolução do TSE nº 23.611/2019. Portanto, nada de selfies no local.

Também não são autorizadas nas ruas, até o término do horário de votação, aglomerações de pessoas uniformizadas com conotação política ou instrumentos que caracterizem propaganda de candidato, além de abordagem, aliciamento, persuasão ou convencimento político e distribuição de camisetas.

O TSE também proíbe, no dia da votação, o uso de alto-falantes, a realização de comícios, carreatas e o uso de qualquer veículo com jingles, a propaganda de boca de urna, a distribuição de santinhos e outros impressos nas seções eleitorais ou nas vias próximas.

Segundo a Resolução do TSE n° 23.610/2019, o impulsionamento de conteúdo nas mídias sociais é crime, passível de punição com detenção de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50.

Os servidores da Justiça Eleitoral, os mesários e os fiscais não podem usar roupas ou objetos com qualquer propaganda de partido, coligação ou candidato. Aos fiscais partidários, somente é permitido uso de crachá com o nome e a sigla do partido político ou da coligação a que sirvam.

Comprar ou vender votos também não é permitido, sujeitando o infrator às penas previstas em lei. Se for candidato, terá cassado o registro ou o diploma.

Denúncias

As denúncias de irregularidades e crimes eleitorais podem ser encaminhadas diretamente ao Ministério Público Eleitoral. Já os ilícitos relativos à propaganda eleitoral podem ser denunciados por meio do aplicativo Pardal.

Segundo a Justiça Eleitoral, no dia do pleito, os juízes eleitorais e os presidentes de seção exercem poder de polícia, podendo mandar cessar práticas ilegais de candidatos e eleitores .

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Nacional

Eleições 2020: Eleitores de 57 cidades voltam às urnas neste domingo no 2° turno

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Agência Brasil

Urna
José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Justiça Eleitoral ampliou horário de votação e estabeleceu medidas de segurança para evitar a propagação da Covid-19

Após o resultado do primeiro turno das eleições municipais, ocorrido no último dia 15, eleitores de 57 cidades brasileiras irão retornar às urnas neste domingo (29), para decidir, em segundo turno, quem ficará à frente do Executivo municipal pelos próximos quatro anos. Pela legislação, o segundo turno ocorre apenas em cidades com mais de 200 mil eleitores.

Os eleitores devem comparecer às urnas entre as 7h e as 17h deste domingo. Nas primeiras três horas do pleito (das 7h às 10h), a prioridade é para pessoas com mais de 60 anos.

Do total de municípios onde ocorrerá o segundo turno , 18 são capitais. Sete capitais brasileiras elegeram seus prefeitos no primeiro turno, pois os primeiros colocados obtiveram mais de 50% dos votos válidos.

Foram reeleitos os prefeitos de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), com mais de 63% dos votos válidos; de Curitiba, Rafael Greca (DEM), com quase 60%; de Natal, Alvaro Dias (PSDB), com 57%; de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), e de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), ambos com cerca de 53% dos votos. Em Salvador, o vice-prefeito Bruno Reis (DEM) venceu com 64%. Em Palmas, a atual prefeita, Cinthia Ribeiro (PSDB) foi reeleita com 36%.

Macapá teve a eleição suspensa em razão do apagão que atingiu o Amapá. O primeiro turno na capital amapaense será em 6 de dezembro e o segundo turno, caso o primeiro colocado não obtenha mais de 50% dos votos válidos, será em 20 de dezembro.

Já a capital federal, Brasília, não tem disputa para o cargo de prefeito, uma vez que o chefe do Executivo é o governador.

Ainda de acordo com o TSE , o índice de abstenção no primeiro turno no país foi de 23,14%. Nas eleições municipais de 2016, o índice de abstenção no primeiro turno foi de 17,58%.

Confira as 18 capitais onde haverá segundo turno

  • Aracaju – Edvaldo Nogueira (PDT) e Danielle Garcia (Cidadania)
  • Belém – Edmilson Rodrigues (PSOL) e Delegado Eguchi (Patriota)
  • Boa Vista – Arthur Henrique (MDB) e Ottaci (Solidariedade)
  • Cuiabá – Emanuel Pinheiro (MDB) e Abílio Júnior (Pode)
  • Fortaleza – Sarto Nogueira (PDT) e Capitão Wagner (Pros)
  • Goiânia – Maguito Vilela (MDB) e Vanderlan Cardoso (PSD)
  • João Pessoa – Cícero Lucena (Progressistas) e Nilvan Ferreira (MDB)
  • Maceió – Alfredo Gaspar (MDB) e JHC (PSB)
  • Manaus – Amazonino Mendes (Podemos) e David Almeida (Avante)
  • Porto Alegre – Sebastião Melo (MDB) e Manuela d’Ávila (PCdoB)
  • Porto Velho – Hildon Chaves (PSDB) e Cristiane Lopes (PP)
  • Recife – João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT)
  • Rio Branco – Socorro Neri (PSB) e Tião Bocalom (PP)
  • Rio de Janeiro – Marcelo Crivella (Republicanos) e Eduardo Paes (DEM)
  • São Luís – Eduardo Braide (Pode) e Duarte Júnior (Republicanos)
  • São Paulo – Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL)
  • Teresina – Dr. Pessoa (MDB) e Kleber Montezuma (PSDB)
  • Vitória – Delegado Pazolini (Republicanos) e João Coser (PT)

Confira os outros 39 municípios onde haverá segundo turno

  • Anápolis (GO): Roberto Naves (PP) e Antonio Gomide (PT)
  • Bauru (SP): Suéllen Rosim (Patriota) e Dr Raul (DEM)
  • Blumenau (SC): Mário Hildebrandt (Pode) e João Paulo Kleinübing (DEM)
  • Campinas (SP): Dário Saadi (Republicanos) e Rafa Zimbaldi (PL)
  • Campos dos Goytacazes (RJ): Wladimir Garotinho (PSD – sub judice) e Caio Vianna (PDT)
  • Canoas (RS): Jairo Jorge (PSD) e Luiz Carlos Busato (PTB)
  • Cariacica (ES): Euclério Sampaio (DEM) e Célia Tavares (PT)
  • Caucaia (CE): Naumi Amorim (PSD) e Vitor Valim (Pros)
  • Caxias do Sul (RS): Pepe Vargas (PT) e Adiló (PSDB)
  • Contagem (MG): Marília (PT) e Felipe Saliba (DEM)
  • Diadema (SP): Filippi (PT) e Taka Yamauchi (PSD)
  • Feira de Santana (BA): Zé Neto (PT) e Colbert Martins (MDB)
  • Franca (SP): Flávia Lancha (PSD) e Alexandre Ferreira (MDB)
  • Governador Valadares (MG): André Merlo (PSDB) e Dr Luciano (PSC)
  • Guarulhos (SP): Guti (PSD) e Elói Pietá (PT)
  • Joinville (SC): Darci de Matos (PSD) e Adriano Silva (Novo)
  • Juiz de Fora (MG): Margarida Salomão (PT) e Wilson Rezato (PSB)
  • Limeira (SP): Mario Botion (PSD) e Murilo Félix (Podemos)
  • Mauá (SP): Átila Jacomussi (PSB) e Marcelo Oliveira (PT)
  • Mogi das Cruzes (SP): Marcus Melo (PSDB) e Caio Cunha (Pode)
  • Paulista (PE): Yves Ribeiro (MDB) e Francisco Padilha (PSB)
  • Pelotas (RS): Paula Mascarenhas (PSDB) e Ivan Duarte (PT)
  • Petrópolis (RJ): Rubens Bomtempo (PSB) e Bernardo Rossi (PL )
  • Piracicaba (SP): Barjas Negri (PSDB) e Luciano Almeida (DEM)
  • Ponta Grossa (PR): Mabel Canto (PSC) e Professora Elizabeth (PSD)
  • Praia Grande (SP): Raquel Chini (PSDB) e Danilo Morgado (PSL)
  • Ribeirão Preto (SP): Duarte Nogueira (PSDB) e Suely Vilela (PSB)
  • Santa Maria (RS): Sergio Cecchim (PP) e Pozzobom (PSDB)
  • Santarém (PA): Nélio Aguiar (DEM) e Maria do Carmo (PT)
  • São Gonçalo (RJ): Dimas Gadelha (PT) e Capitão Nelson (Avante)
  • São João de Meriti (RJ): Dr João (DEM) e Leo Vieira (PSC)
  • São Vicente (SP): Solange Freitas (PSDB) e Kayo Amado (Pode)
  • Serra (ES): Sergio Vidigal (PDT) e Fabio Duarte (Rede)
  • Sorocaba (SP): Rodrigo Manga (Republicanos) e Jaqueline Coutinho (PSL)
  • Taboão da Serra (SP): Engenheiro Daniel (PSDB) e Aprigio (Pode)
  • Taubaté (SP): Saud (MDB) e Loreny (Cidadania)
  • Uberaba (MG): Elisa Araújo (Solidariedade) e Tony Carlos (PTB)
  • Vila Velha (ES): Arnadinho Borgo (Pode) e Max Filho (PSDB)
  • Vitória da Conquista (BA): Zé Raimundo (PT) e Herzem Gusmão (MDB).

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