FAKE NEWS

Casal é preso após divulgar toque de recolher e gerar pânico entre moradores de Cáceres

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Casal é preso após divulgar toque de recolher e gerar pânico entre moradores de Cáceres
Informação falsa foi divulgada por meio de um comentário em um perfil de notícias local

A Polícia Civil de Mato Grosso identificou, nesta terça-feira (20), um casal responsável pela divulgação de um comentário com informação falsa sobre um suposto toque de recolher imposto por facção criminosa no município de Cáceres.

O homem de 28 anos e a mulher, 21 anos de foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimento e responderão a Termo Circunstanciado de Ocorrência por apologia ao crime. As investigações continuam para apurar o envolvimento deles com possível crime de integrar organização criminosa. 

As investigações,  realizadas por meio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres, iniciaram no dia 17 de janeiro de 2026, quando passou a circular nas redes sociais a imagem de um comentário publicado em um perfil de notícias local, informando que uma organização criminosa teria determinado toque de recolher à população cacerense.

Assim que tomou conhecimento da publicação, a Draco Cáceres instaurou procedimentos para apurar as informações e identificar os responsáveis pela divulgação do conteúdo. No curso das investigações, verificou-se, preliminarmente, que a postagem foi realizada por um único perfil, de forma isolada, com o intuito de causar pânico e desinformação na população local.

Diante dos elementos apurados, foi possível chegar ao casal envolvido na divulgação da Fake News.  A delegada responsável pelas investigações, Bruna Caroline Fernandes de Laet, ressalta a importância de que a população e os veículos de comunicação busquem informações em fontes oficiais e evitem a propagação de conteúdos não verificados, que podem gerar insegurança social.

“A Polícia Civil atuará fortemente no combate a toda e qualquer prática de apologia ao crime, seja no meio virtual ou outra forma de divulgação de falsas notícias”, disse a delegada.