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Casa sobre rodas é opção de hospedagem no Legado das Águas

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Altar Mini fica na maior reserva privada da Mata Atlântica do país
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Altar Mini fica na maior reserva privada da Mata Atlântica do país

A apenas duas horas da capital paulista encontramos a “Altar Mini”, uma cabana contemporânea, instalada em uma clareira com vista para o Rio Juquiá e feita de madeira. A nova opção de hospedagem no Legado das Águas, a maior reserva privada da Mata Atlântica do país, localizada no Vale do Ribeira, no interior de São Paulo é resultado da parceria entre o Legado das Águas e o Altar, empresa especializada em criar hospedagens em casas autossuficientes em destinos de natureza.

A mini casa proporciona a experiência de refúgio na natureza e é a segunda unidade de acomodação do Legado em parceria com o Altar, empresa criada em 2019. A primeira, implantada recentemente, é uma casa flutuante, instalada em meio a uma represa do Rio Juquiá, dentro da área da Reserva.

O Legado das Águas é a maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil. Área de 31 mil hectares divididos entre os municípios de Juquiá, Miracatu e Tapiraí, no Vale do Ribeira, interior do estado de São Paulo, que alia a proteção da floresta e o desenvolvimento de pesquisas científicas à atividades da nova economia, como a produção de plantas nativas e o ecoturismo.

“É um desafio construir casas em lugares tão preservados como o Legado das Águas. Ao mesmo tempo, para muita gente é desconfortável dormir em barracas. O que pretendemos é levar super conforto, ao mesmo tempo que oferecemos um espaço totalmente sustentável e que respeita a beleza incrível desse lugar”, explica o arquiteto e urbanista Pedro Lira, um dos sócios do Altar e co-responsável pelo projeto da casa.

O Legado das Águas, administrado pela Reservas Votorantim, moldou o desenvolvimento de um modelo de negócios que é parte da resposta sobre como incluir o uso responsável de territórios nas questões econômicas da plataforma ESG. A “Altar Mini”, assim como a “Casa Flutuante”, são as mais novas opções de estadia na Reserva, que também conta com uma Pousada.

“A Mini ficará em um cantinho reservado e imerso na Mata Atlântica. Ela tem escala compacta, e uma grande janela, de modo que a natureza se torne a sua vitrine”, comenta Pedro Lira.

Conheça a Altar Mini

Altar Mini é feita de madeira, entrega conforto e tem uma janela enorme que permite visualizar a natureza ao redor
Divulgação

Altar Mini é feita de madeira, entrega conforto e tem uma janela enorme que permite visualizar a natureza ao redor

A Mini pode comportar até um casal com uma criança e foi construída em estrutura de madeira engenheirada woodframe, técnica bastante utilizada nos Estados Unidos e na Europa, e possui isolamento térmico. A fachada e o interior são de madeira. Sua área total é de 22 m² construídos, sendo aproximadamente 20 m² úteis, divididos entre um ambiente único de estar-dormir e um amplo banheiro, que conta com sistema de esgoto sustentável.

Seu design é bastante clean e destaca-se a grande janela, voltada para a floresta. Dentro da casa, o hóspede encontra um ambiente confortável e equipado em uma cama king size, com colchão da Zissou, lençóis da Trousseau, e um sofá-cama. A cozinha possui um amplo balcão e um fogão de duas bocas, além de micro-ondas e frigobar. A casa é abastecida com água que vem diretamente de uma nascente próxima.

Os projetos de engenharia e woodframing são da PJR Construções, e a execução, da empresa Oceanis: “A Mini é especial, não só por estar imersa na floresta, mas também por ser sobre rodas, facilitando seu transporte e sua instalação, não demandando obras no local. A casa foi pensada tanto para estar off grid [um sistema isolado, sem conexão] como para se conectar a redes de água, esgoto e energia elétrica, a depender do local de instalação”, conta Lira.

Reservas

As reservas podem ser feitos pela plataforma Airbnb
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As reservas podem ser feitos pela plataforma Airbnb

As reservas de hospedagem são administradas pelo Altar e estão disponíveis pela plataforma Airbnb e pelas redes sociais do Altar. Na estadia, os hóspedes contam também com roteiros diferenciados e exclusivos, desenvolvidos pelo Legado das Águas, que incluem diversas atividades, como banhos de cachoeira, passeios de bike, caiaque e trilhas. As diárias ficam em torno de R$ 800 e variam a depender da data escolhida. 

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Fonte: IG Turismo

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Turismo

Turistas terão novas regras para ir ao Chile a partir de setembro

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Chile
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Chile

O Chile adotou novas medidas de flexibilização para turistas que devem valer a partir de setembro. O país da América Latina foi um dos destinos que adotou medidas de controles sanitários mais duradouros. Todavia, agora passa a enfraquecer com a diminuição de casos de coronavírus ao redor do mundo.

Para ir ao país, a partir do dia 1 de setembro, não haverá mais a exigência de apresentação da Declaração c19, também conhecida como o formulário de “Declaração Juramentada para Viajantes”.

O passe de mobilidade, exigido para a entrada em bares, restaurantes e outras atrações de todo o país como comprovante de vacinação ou de testagem negativa para a covid-19, também será substituído apenas pelo comprovante de vacinação, anunciaram as autoridades de Turismo do Chile.

A carteirinha de vacinação será o único documento exigido para embarcar nos país, além daqueles de identificação pessoal do passageiro, como carteira de identidade ou passaporte. São reconhecidas pelo governo local as vacinas da Janssen, CoronaVac (Sinovac), Pfizer, AstraZeneca, Moderna, Sinopharm, CanSino e Sputnik-V.

Além disso, o comprovante vacinal não precisará mais ser homologado para valer no território, bastando apenas dele preenchido. Isso porque, anteriormente, os brasileiros precisavam homologar para que o documento fosse legítimo no país.

Viajantes não vacinados e maiores de 18 anos deverão apresentar um teste do tipo PCR com resultado negativo realizado em menos de 48 horas antes da viagem para entrar no Chile. Já menores de 18 anos não serão mais submetidos a nenhum protocolo por causa da covid-19. Entretanto, para quem viaja até 31 de agosto, ainda são válidas as antigas regras.

Embora o Chile tenha adotado medidas novas para o pais, o destino da Ilha de Páscoa tem condições diferentes. Como, por exemplo, é preciso realizar um teste PCR 24 horas antes do embarque, que deverá ser negativo ; o preenchimento de um formulário online, ter um passe de mobilidade e entre outros requisitos. As informações são do Uol. 

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Fonte: IG Turismo

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Turismo

Cachoeiras e alambiques são passeios obrigatórios na ida à Paraty

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Cachoeira Pedra Branca, em Paraty
Miguel Trombini/iG Turismo

Cachoeira Pedra Branca, em Paraty

Para quem deseja aproveitar a natureza, boa comida e muita história, Paraty é um destino que proporciona múltiplas experiências e atividades variadas de acordo com a preferência de cada visitante. Contudo, o que não pode ficar de fora é a visita às cachoeiras – principalmente porque a região possui mais de dez quedas d’água para conhecer – , e aos alambiques – Paraty é um dos principais polos de produção de cachaça artesanal do país.

Duas das principais cachoeiras da região são a Cachoeira Pedra Branca e Cachoeira do Tobogã. Para visitá-las, o ideal é fazer o trajeto de Jeep, que leva por volta de 25 a 30 minutos saindo do Centro Histórico da cidade. Durante o percurso é possível admirar tanto a arquitetura da região quanto as rotas da Estrada Real, Caminho do Ouro em Paraty. 

A estrada foi construída pelos escravos entre os séculos 17 e 19, a partir de trilhas dos indígenas guaianazes. As rotas foram preservadas, todas rodeadas pela Mata Atlântica natural do Parque Nacional da Serra da Bocaina. O caminho ligava Minas Gerais ao Rio de Janeiro e a São Paulo, tanto que no chamado “Ciclo do Ouro”, Paraty tinha a função de Entreposto Comercial e, por conta da posição geográfica, escoadouro do ouro de Minas para Portugal. 

A visitação é permitida com guias autorizados, que ao longo do trajeto contam mais detalhes tanto da vida dos escravos na época quanto da cultura de Paraty e como a mata influencia diretamente na cultura e na culinária locais. 

Cachoeira Pedra Branca

Antes de tudo, é preciso destacar que essa cachoeira está em uma área particular e, por isso, é cobrada uma taxa para auxiliar na preservação do local. Ela é uma afluente do Rio Perequê-açu, o principal rio de Paraty, que é responsável por parte do abastecimento de água da cidade.

Durante a trilha que leva à queda d’água, é possível admirar a mata virgem e deparar-se com algumas espécies da flora muito utilizadas pelos povos indígenas tanto para alimentação quanto para fins medicinais.

Um exemplo é a Oripepê, uma planta simples com uma espécie de flor amarela que, ao ser mastigada, causa sensação de dormência. Ela era muito utilizada pelos povos indígenas como anestésico. 

Após a caminhada, o visitante se depara com duas quedas d’água, visíveis por meio de um mirante no qual se encontram os restos de uma hidrelétrica, que foi criada entre as décadas de 1940 e 1950, a partir da cachoeira por meio de tubulação de captação. Também é possível subir nas pedras para tirar fotos e mergulhar nas piscinas que se formam a partir da queda. 

Alambique Pedra Branca

Saindo da Cachoeira Pedra Branca, vale muito a pena visitar o alambique de mesmo nome, onde é possível fazer um passeio guiado com direito à explicação de todo o processo de produção da cachaça (incluindo visita aos maquinários) e degustar algumas das bebidas ali produzidas.

É um dos cinco principais alambiques da cidade, criado em 2009 e aberto ao público em 2011. São produzidos de 25 a 30 mil litros de cachaça por mês, com safra entre maio e junho até o mês de dezembro.

Todo processo de produção é 100% artesanal, tanto que possui a própria plantação de cana-de açúcar – que é colhida manualmente. Além das cachaças, também são produzidos licores e doces com frutas cultivadas no terreno.

O alambique fica aberto o ano todo para receber os visitantes. Também é lá que é produzida a cachaça Gabriela, com base de cravo e canela e adoçada com melaço produzido no local. A bebida teve como inspiração a novela “Gabriela”, de 1975, que foi gravada em Paraty.

Cachoeira do Tobogã e Poço do Tarzan

A Cachoeira do Tobogã, assim como a Pedra Branca, é uma das mais visitadas de Paraty, cujo maior atrativo é a grande pedra lisa por onde desce o fluxo de água, formando um grande escorregador que desemboca em uma piscina natural de água cristalina e sempre fresca.

Para descer, os visitantes ficam deitados com as mãos cruzadas atrás da cabeça e os pés unidos. Contudo, os caiçaras que moram na região tinham o costume de descer de pé, “surfando”. Alguns ainda fazem isso e também ensinam os turistas a descerem com segurança. 

Já o Poço do Tarzan é uma piscina natural formada entre as pedras, um pouco acima da Cachoeira do Tobogã. É ideal para quem quer mergulhar e se banhar em águas mais calmas. Por ser um ponto de parada dos Jeeps, é comum ter bastante movimento de turistas. Há também uma ponte pênsil por cima das águas que dá acesso a um barzinho rústico.

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Fonte: IG Turismo

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