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Economia

Carrefour tem o maior faturamento do varejo brasileiro; confira o ranking

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DANIEL DE CERQUEIRA – 16.5.2004

O Carrefour foi o varejista que mais faturou em 2018.


Um ranking divulgou as 120 empresas com maior faturamento no varejo brasileiro. Quem ficou no topo foi o Carrefour , com faturamento anual de R$56,3 bilhões. Na sequência, estão GPA, Via Varejo, Walmart e Lojas Americanas. Os dados são do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo, o IBEVAR.

Juntas, as 120 empresas representam um faturamento anual de R$254 bilhões. Esse valor representa quase 30% do total gasto pelos brasileiros no varejo de bens. Com o PIB brasileiro na casa dos R$5,6 trilhões, as famílias consomem R$4,4 trilhões anualmente e, destes, R$1,2 trilhões vai para o varejo de bens. 

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No total das vendas do varejo, o segmento que se destaca é o de hiper e supermercados, bebidas e fumo, com 33,8% do total – não é a toa que três empresas desta categoria estejam entre os cinco maiores faturamentos. Em seguida, o segmento de veículos, motos, partes e peças representa 25,9% das vendas, acompanhado de tecidos, vestuário e calçados, com 9,6%. 

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Além de Carrefour, GPA, Via Varejo, Walmart e Lojas Americanas, também ocupam o top 10 de faturamento as empresas Magazine Luiza, Raia Drogasil, Renner, Drogarias DPSP e Guararapes. 

A pesquisa trouxe, ainda, os campeões em faturamento por segmento. Dentre os hiper e supermercados, Carrefour, GPA e Walmart vieram acompanhados de Cencosud e Dia, 11º e 12º no ranking geral, respectivamente. Dentre os vendedores de eletroeletrônicos e móveis, Via Varejo e Magazine Luiza encabeçaram a lista que traz Máquina de vendas, Lojas Cem e Fast Shop na sequência. 

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Em Moda e Esporte, além de Renner e Guararapes, Havan (13ª no geral), Pernambucanas e C&A se destacam em faturamento . O top 3 de fast-foods traz Mc Donald’s, Habib’s e Burger King. No ranking geral, a categoria não faz tanto sucesso quantos os supermercados, por exemplo. Mc Donald’s está em 25º, Habib’s em 40º e Burger King em 42º. Na frente dos dois últimos está a Cacau Show,  em 31º na lista geral. A empresa também está no topo da lista de lojas especializadas, seguida de Kalunga e DPaschoal.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Indicador de Clima Econômico na América Latina registra queda

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O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina caiu pelo terceiro trimestre seguido, passando de 26,4 pontos negativos em julho de 2019 para 28,2 pontos negativos em outubro.

Os dados foram divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), em parceria com o instituto alemão Ifo.

Já o Indicador de Expectativas (IE) para a região, apesar de se manter positivo, caiu de 17,2 para 15,5 pontos no mesmo período. O Indicador da Situação Atual (ISA) da América Latina também piorou, passando de -61,3 para -63,0.

Na média anual, 2019 apresentou piora em relação a 2018, com IE médio de 16,7 pontos, ante 21,9 pontos no ano passado. O ISA terminou 2018 com média de -35,3 e este ano a média caiu para -52,3.

A maior queda na América Latina foi registrada na Argentina, aonde o ICE passou de -21,2 para -55,4. Já o ISA argentino caiu de -84,6 para -100,0 e o IE despencou de 76,9 pontos positivos para 9,1.

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Apesar de ter apresentado queda, o Paraguai subiu para a primeira posição na região, com ICE passando de 18,6 para 11,8. O Chile caiu de primeiro para segundo lugar, ao ter o ICE reduzido de 19,1 para 6,8 pontos no mesmo período.

Brasil

O indicador para o Brasil também apresentou piora, com o ICE caindo de -23,2 em julho para -25,0 em outubro. O ISA ficou estável em 75 pontos negativos e o Índice de Expectativa caiu de 50,0 para 45,0 pontos positivos.

De acordo com a pesquisa, os principais problemas enfrentados pelo Brasil são inadequação da infraestrutura, demanda insuficiente, falta de competitividade internacional, falta de inovação, corrupção, barreiras legais para investidores, falta de mão de obra qualificada, instabilidade política, aumento da desigualdade de renda e barreiras às exportações.

Mundo

Segundo o Ibre/FGV, a América Latina está com clima econômico menos favorável do que a média mundial desde 2013. O dado para o mundo fechou outubro com 18,8 pontos negativos, piora em relação aos 10,1 pontos negativos registrados em julho. A situação atual passou de 5,4 pontos negativos para 16,4 pontos negativos no mesmo período e o IE caiu de 14,7 pontos negativos para 21,1 pontos negativos.

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Nos Estados Unidos, o ICE passou de 5,2 pontos positivos para 9,7 pontos negativos no período.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia
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Economia

Mercado financeiro eleva estimativa de inflação de 3,29% para 3,31%

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A previsão de instituições financeiras para a inflação este ano subiu. A previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de 3,29% para 3,31%.

Para os anos seguintes não houve alterações: 3,60%, em 2020, 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022. Essas estimativas são de pesquisa a instituições financeiras, elaborada semanalmente pelo Banco Central (BC) e distribuída às segundas-feiras, em Brasília.

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Taxa Selic

O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

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Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. O mercado financeiro continua esperando que a Selic encerre 2019 e 2020 em 4,50% ao ano.

Para 2021, a expectativa é que a taxa Selic termine o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 6,50% ao ano.

Crescimento econômico

A estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi mantida em 0,92% este ano. Para 2020, a projeção subiu de 2% para 2,08%. Já a expectativa para 2021 2022, permanece em 2,50%.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 para o fim de 2019 e 2020.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia
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