conecte-se conosco


Saúde

Cariocas afirmam que não deixarão de utilizar máscaras em locais abertos

Publicado


source
Cariocas afirmam que não deixarão de utilizar máscaras em locais abertos
Reprodução: iG Minas Gerais

Cariocas afirmam que não deixarão de utilizar máscaras em locais abertos

Mesmo após a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovar, na última terça-feira (26), o fim do  uso obrigatório de máscaras em ambientes abertos no estado, muitos cariocas ainda não se sentem seguros e vão continuar usando o equipamento de proteção na cidade.

O prefeito Eduardo Paes (PSD) e o secretário Daniel Soranz anunciaram a liberação da proteção facial, uma vez que a capital já alcançou o índice de 65% da população com o esquema vacinal completo contra a Covid-19, pré-requisito estabelecido pela prefeitura.

O projeto aprovado, de autoria do presidente da Casa, André Ceciliano (PT), dá autonomia ao estado e municípios a publicar decretos flexibilizando o uso da proteção facial. No caso da capital, além do avanço da imunização, a prefeitura se baseou nas quedas dos índices de casos graves e mortes.

Na tarde desta terça-feira, enquanto o texto ainda estava sendo votado pelos parlamentares, o Globo entrevistou pessoas em diferentes bairros da cidade. Mesmo já tendo completado seu esquema vacinal — inclusive com a dose de reforço — a aposentada Naíde Cruz, de 88 anos, se posicionou contra a flexibilização.

Acho que ainda falta vacinarem mais gente para que seja tomada uma medida assim. Enquanto eu me sentir insegura, vou continuar andando de máscara. Independente de lei aprovada, vou continuar me protegendo — afirmou a moradora de Laranjeiras, que diz nunca ter contraído a Covid-19. Filha da idosa, Marta Cruz compartilha da mesma opinião.

“Tomei as duas doses da vacina e, para mim, ainda não é momento para flexibilizar o uso da máscara. Essa deveria ser a última medida a ser tomada”, disse, enquanto caminhava com a mãe no Largo do Machado.

Elizeu da Silva tem 28 anos e ainda não se vacinou. Ainda assim, se diz contrário à liberação das máscaras enquanto, pelo menos, 90% da população não estiver vacinada.

Leia Também

“Peguei Covid no ano passado, mas ainda não me vacinei por falta de tempo. Saio de casa de máscara e só estou sem ela agora porque aqui é um local bem aberto e arejado. Em breve, vou me vacinar, até porque uma hora vão me cobrar no trabalho. E mesmo com a liberação da máscara, vou continuar usando”, assumiu o promotor de vendas, na Praça Saens Pena, na Tijuca.

A poucos metros dali, sentado no banco da praça, o faturista Rodrigo Santos, de 42 anos, aproveitava o seu horário de almoço para descansar. Vacinado com as duas doses, ele estava de máscara.

“Eu sou a favor (da flexibilização) em lugares abertos, até porque o número de casos e mortes tem caído drasticamente. Particularmente, por trabalhar numa clínica de pneumologia, adquiri o costume de usar máscara o tempo todo”, alegou o morador do Alto da Boa Vista, que disse deixar a proteção facial de lado somente quando está em casa e no carro.

Problemas respiratórios

Enquanto descansava para retomar sua caminhada na orla de Copacabana, o morador do bairro Moacyr Branco se disse favorável à liberação das máscaras, apesar de já ter sido contaminado e apresentar sequelas até hoje.

“Sou a favor. Acho que já tem uma porcentagem boa da população vacinada. Muita gente já se contaminou e acabou ganhando uma certa imunidade também. Eu me encaixo nos dois casos: tomei a dose única em julho e, em setembro, fiquei seis dias internado no quarto do hospital por causa da Covid. Até hoje, minha respiração não voltou ao normal: tento correr, mas cansa muito. Estou melhorando aos poucos”, contou.


Também na orla de Copacabana, o aposentado Ricardo Albuquerque, de 76 anos, se disse contrário à liberação:

“Já peguei Covid, mas isso antes de tomar as minhas três doses da vacina. Felizmente, não precisei ser hospitalizado. Hoje, ando mais tranquilo na rua e até tiro a máscara quando vejo que não tem absolutamente ninguém por perto, mas acredito que estender a obrigação do uso por mais alguns meses seria o ideal. Achei essa medida meio precipitada.”

Fonte: IG SAÚDE

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: Brasil registra 229 óbitos e 9,2 mil novos casos

Publicado


O boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde na noite de hoje (27) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 229 novas mortes em decorrência de covid-19. Com isso, o país chegou a 614.186 mortes durante a pandemia.

O levantamento mostra que 9.233 novos casos da doença foram registrados no sistema de monitoramento da doença. No total, o país registrou até o momento 22.076.863 casos de infecção pelo novo coronavírus. O informativo também traz os dados sobre óbitos em decorrência de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que somam 119 casos e estão sob investigação de órgãos de saúde.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

O país tem 174.396 casos ativos de covid-19 em monitoramento. O número diz respeito a casos diagnosticados que estão sob supervisão médica ou em isolamento.

O número de recuperados é de 21.288.281 casos, o que corresponde a 96,4% do total de infectados.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão: São Paulo (153.993), Rio de Janeiro (69.011), Minas Gerais (56.143), Paraná (40.771) e Rio Grande do Sul (36.075).

Os estados que menos registraram mortes por covid-19 foram o Acre (1.846), o Amapá (2.002) e Roraima (2.050).

Vacinação

O painel de vacinação do Ministério da Saúde estava fora do ar no momento da apuração dos dados, e a última atualização que consta no vacinômetro do site do ministério registrava, até o dia 25 de novembro, 364.177.468 doses de vacinas distribuídas, com 306.982.366 doses aplicadas – número que compreende a primeira dose, a segunda dose e aplicações únicas.

O ministério registra, ainda, que o governo federal já investiu cerca de R$ 207,3 bilhões em vacinas.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

Continue lendo

Saúde

Covid-19: Brasil registra 229 óbitos pela doença nas últimas 24h

Publicado


source
Confira os números relacionados à pandemia de Covid-19
Amazônia Real

Confira os números relacionados à pandemia de Covid-19

O Brasil registrou 229 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas. Ao todo, já são 614.186 vidas perdidas para a doença desde o início da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). Os dados foram divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) neste sábado (27).

O total de casos positivos para a Covid-19 desde o início da pandemia alcançam 22.076.863. Nas últimas 24h, 9.233 novos casos foram registrados.

A média móvel de mortes ficou em 228 neste sábado. Já a média móvel de casos ficou em 9.245.

São Paulo (4.437.386), Minas Gerais (2.206.864) e Paraná (1.577.632) são os estados com os maiores números de diagnósticos. Na outra ponta, Acre (88.203), Amapá (124.528) e Roraima (128.348) têm os menores números de casos já identificados.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana