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Capitão Kirk, de ‘Jornada nas Estrelas’, viaja ao e espaço hoje; saiba detalhes

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William Shatner será a pessoa mais velha a ir ao espaço
Reprodução: iG Minas Gerais

William Shatner será a pessoa mais velha a ir ao espaço

O ator William Shatner, que interpretou o papel do capitão James Kirk na série “Jornada nas Estrelas”, será o próximo a se aventurar no espaço. Aos 90 anos, ele viaja nesta quarta-feira pela Blue Origin, empresa de turismo espacial do bilionário Jeff Bezos.

O lançamento está previsto para ocorrer às 10h30, no horário de Brasília. O voo partirá de uma plataforma de lançamento no oeste do Texas. Shatner subirá cerca de 101,39 km antes que a cápsula de passageiros se separe do foguete da empresa, o New Shepard.

Um voo médio com o New Shepard dura um total de 11 minutos do início ao fim, com aproximadamente quatro minutos de ausência de gravidade no espaço.

Os fãs do seriado e das viagens espaciais podem acompanhar o novo voo da BlueOrigin em transmissão ao vivo nas plataformas digitais da companhia.

Também vão participar da viagem o cofundador do Planet Labs, Chris Boshuizen; o cofundador da Medidata, Glen de Vries e Audrey Powers, vice-presidente de missões e operações de voo da Blue Origin. A missão se chama NS-18.

“Já faz muito tempo que ouço falar do espaço. Agora estou aproveitando a oportunidade para ver com meus próprios olhos. Um milagre”, ressaltou Shatner em comunicado à imprensa no dia do anúncio da viagem.

Com a empreitada, Shatner será a pessoa mais velha a voar pelo espaço, superando Wall Funk, de 82 anos, que participou do primeiro lançamento da Blue Origin, em julho.

Além de Funk, o próprio Bezos e seu irmão, Mark Bezos estavam no voo, bem como o estudante de apenas 18 anos Oliver Daemen, que se tornou a pessoa mais nova a decolar numa missão espacial.

O primeiro voo do foguete New Shepard decolou no dia 20 de julho e teve duração de 10 minutos e 20 segundos.

Corrida bilionária pelo espaço

A busca por chegar ao espaço virou objeto de atenção e disputa nos últimos tempos. Além de Bezos, Richard Branson, da Virgin Galactics, e Elon Musk, dono da Space X, já deram passos nessa corrida.

Branson foi o primeiro civil a conseguir a façanha. No caso dele e de Bezos, foram realizados voos suborbitais, quando as espaçonaves não entram na órbita da Terra, mas sobem e voltam ao chão.

Já Musk conseguiu levar os primeiros turistas à órbita da Terra no mês passado.

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Apesar do objetivo em comum, os empreendimentos possuem algumas diferenças em seus objetivos e estratégicas.

Branson tem planos mais “modestos”. Seu foco é oferecer voos turísticos suborbitais para interessados no espaço. Já Bezos quer retomar viagens à Lua por meio do projeto Blue Moon, uma espécie de aeronave robótica que deve começar a viajar até lá dentro de três anos.

Neste primeiro momento, Musk se apresneta como o mais ousado. O dono da Tesla sonha colonizar Marte, reduzindo os custos para alcançar o planeta vermelho.

Ao contrário dos outros dois, ele não esteve presente no voo realizado pela sua empresa.

O audiovisual no espaço A viagem de Shatner é mais um passo de aproximação entre a indústria do audiovisual é o espaço.

O ator Tom Cruise chegou a conversar com os tripulantes da SpaceX. E, segundo o site NME, a empresa deve leva-lo à Estação Internacional para a gravação de um longa, resultado de uma parceria com a Nasa.

O filme, que é dirigido por Doug Liman, teria um orçamento estipulado de US$ 200 milhões. No entanto, ainda não há confirmação de uma possível voo com a participação de Cruise.

Quem já decolou foi a produção do diretor russo Klim Shipenko. A agência espacial russa Roscosmos, em parceria com a emissora pública Channel One, grava cenas para o filme com título provisório de “O Desafio” a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS).

O voo decolou no dia 5 de outubro e conta com uma equipe russa de três cosmonautas e dois profissionais de cinema, o diretor e a atriz Yulia Peresild.

O longa-metragem, que contará a história de uma médica enviada à Estação para salvar a vida de um astronauta, foi o primeiro a ser gravado diretamente do espaço.

A atriz e Shipenko passarão 12 dias filmando na parte russa da estação. Sem experiência no espaço ou na aviação, Yulia deu início a um treinamento ainda no primeiro semestre de 2021 logo após uma audição para o longa.

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iOS 15.2 Beta mostra quais apps estão acessando seus dados no iPhone

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iPhone 13
Divulgação/Apple

iPhone 13

A Apple liberou a versão de testes do iOS 15.2 para desenvolvedores nesta quarta-feira (27). Com a atualização, a companhia introduziu o App Privacy Report, um painel de privacidade para mostrar quais e quantas vezes os apps acessaram os dados dos usuários. Espera-se que o update seja disponibilizado a todos nas próximas semanas.

O primeiro iOS 15.2 Beta chega aos desenvolvedores com o novo painel de privacidade da Apple. A função foi anunciada durante a primeira aparição pública do iOS 15, em junho, mas não foi disponibilizada aos usuários até então. Agora, a fabricante do iPhone começou a experimentar o recurso que promete levar mais transparência ao sistema.

O painel funciona como uma espécie de “cão de guarda” da privacidade. Através dele, é possível ver os tipos de informações os aplicativos que estão sendo acessados e coletados pelos aplicativos, além da frequência, nos últimos sete dias. Também há uma lista com os domínios de terceiros que fizeram contato direto com os apps no período.

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A atualização ainda garante outras novidades. A Apple introduziu dois botões para escolher como as ligações de emergências serão acionadas pelo celular: ao apertar o botão lateral cinco vezes seguidas ou ao pressionar as teclas de volume e a lateral juntas. O iOS 15.2 também terá melhorias na exibição do resumo de notificações.

iOS 15.1 é liberado com SharePlay para iPhone

O beta do iOS 15.2 veio a público poucos dias após o lançamento do iOS 15.1. A atualização foi liberada no dia 25, junto ao macOS Monterey, com o SharePlay. A ferramenta, que também foi anunciada na WWDC 2021, permite que os usuários ouçam músicas e assistam a filmes e séries com amigos em chamadas de vídeo do FaceTime.

O update também leva o suporte à filmagens com o codec avançado ProRes ao iPhone 13 Pro e 13 Pro Max. O aplicativo Carteira (Wallet), por sua vez, ganhou a opção para anexar cartões de vacinação contra a Covid-19. No mesmo dia, a Apple também liberou o iPadOS 15.1, watchOS 8.1 e tvOS 15.1 a todos os usuários.

A atualização é gratuita e está disponível para celulares compatíveis com o iOS 15. São eles o iPhone 6S e iPhone 6S Plus ou modelos mais recentes, incluindo a linha iPhone 13, que foi lançada no Brasil em outubro. As duas gerações do iPhone SE e o iPod Touch de 7ª geração também são elegíveis ao update.

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Xiaomi lança linha Redmi Note 11 com bateria que recarrega em apenas 15 minutos

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Redmi Note 11
Divulgação/Xiaomi

Redmi Note 11

A Xiaomi lançou nesta quinta-feira (28) a nova linha de smartphones Redmi Note 11 na China. O anúncio acontece poucos meses depois da  chegada da linha Redmi Note 10 mas, na verdade, a novidade é sucessora do Redmi Note 9.

A Xiaomi afirmou que irá lançar duas linhas Redmi Note por ano, e que uma não necessariamente será sucessora da outra. Elas apenas têm pontos fortes diferentes, alcançando os mais diversos públicos.

Para a linha 11, três modelos foram apresentados: Redmi Note 11, Redmi Note 11 Pro e Redmi Note 11 Pro Plus.

O primeiro é a versão mais básica, com processador MediaTek Dimensity 810 e opções de 4 GB, 6 GB ou 8 GB de memória RAM. O smartphone tem conexão ao 5G e conjunto de câmeras duplas na parte traseira. A lente principal tem 50 MP, auxiliada por uma ultrawide de 8 MP.

Na parte frontal, a câmera é de 16 MP e a tela AMOLED tem taxa de atualização de 90 Hz. A bateria é de 5.000 mAh e tem suporte a carregamento rápido de 33 W.

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Versões Pro

Já o Redmi Note 11 Pro vem com processador MediaTek Dimensity 920 e opções de 6GB ou 8GB de RAM. Na parte traseira, há três câmeras, sendo a principal de 108 MP, uma ultrawide de 8 MP e uma macro de 2MP. A lente frontal tem 16 MP.

O Redmi Note 11 Pro Plus é ainda mais poderoso e chega com processador MediaTek Dimensity 1200, acompanhado de 6 GB ou 8GB de memória RAM. O conjunto de câmeras é o mesmo da versão Pro. Ambos possuem tela AMOLED com taxa de atualização de 120 Hz.

Além do processador, outra diferença está na bateria. Enquanto o Redmi 11 Pro tem 5.160 mAh e carregamento de 67 W, o Redmi 11 Pro Plus tem 4.500 mAh e carregamento de 120 W. Nesse caso, a Xiaomi promete que a carga é 100% completa em apenas 15 minutos.

Preços e disponibilidade da linha Redmi Note 11

Os três celulares já estão em pré-venda na China e ainda não têm data para chegarem ao Brasil. Confira os preços praticado no exterior:

  • Redmi Note 11 — 4 GB + 128 GB: 1.199 yuans (cerca de R$ 1.037 em conversão direta)
  • Redmi Note 11 — 6 GB + 128 GB: 1.299 yuans (R$ 1.124)
  • Redmi Note 11 — 8 GB + 256 GB: 1.699 (R$ 1.470)
  • Redmi Note 11 Pro — 6 GB + 128 GB: 1.599 yuans (R$ 1.383)
  • Redmi Note 11 Pro — 8 GB + 128GB: 1.899 yuans (R$ 1.643)
  • Redmi Note 11 Pro — 8 GB + 256 GB: 2.099 yuans (R$ 1.816)
  • Redmi Note 11 Pro Plus — 6 GB + 128 GB: 1.899 yuans (R$ 1.643)
  • Redmi Note 11 Pro Plus — 8 GB + 128 GB: 2.099 yuans (R$ 1.816)
  • Redmi Note 11 Pro Plus — 8 GB + 256 GB: 2.299 yuans (R$ 1.989)

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