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Capital de SP abre inscrição para o Esquenta de Carnaval de Rua

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Blocos de carnaval de rua em São Paulo
Governo do Estado de São Paulo 24.02.2020

Blocos de carnaval de rua em São Paulo

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, abriu as inscrições para o Carnaval de Rua 2022. Durante a reunião entre a secretária de Cultura, Aline Torres, e os representantes de blocos, foi proposta a realização do Esquenta de Carnaval nos dias 16 e 17 de julho .

Na ocasião, também foi definida a realização de um comitê permanente de blocos, para aprimorar o diálogo entre a sociedade civil e a Prefeitura.

“O carnaval é uma das maiores manifestações culturais da identidade nacional. E, aqui em São Paulo, é uma das mais marcantes, sendo um Patrimônio Cultural Imaterial”, declarou Aline Torres. “Queremos trazer toda a alegria, representatividade e diversidade dessa festa de volta para as ruas, mas com responsabilidade e organização”, finalizou.

Para o bloco de rua interessado em participar1, foi lançado o formulário de manifestação de interesse. O documento tem como objetivo não somente garantir uma melhor organização para a realização do carnaval fora de época, mas também manter e aprimorar o diálogo entre a Prefeitura e a sociedade.

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Independentemente da dimensão dos blocos, o evento requer tempo hábil e um planejamento complexo, como a definição de roteiros, alteração do sistema viário e de transporte público, além de infraestrutura sanitária, serviços de saúde e policiamento preventivo.

O formulário de manifestação de interesse (https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScHf4klUszPVhSRXc1qsSfxEr0CYS8JbEYEfCtw7aHvOeTMAA/viewform) deve ser preenchido e enviado até as 23h59 do próximo dia 08.

Mais informações podem ser solicitadas pelo email [email protected] .

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Alunas da Unesp Bauru acusam professor de assédio; ele nega o caso

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Alunas da Unesp Bauru denunciam professor por assédio
Reprodução/Twitter

Alunas da Unesp Bauru denunciam professor por assédio

Alunas da Unesp (Universidade Estadual Paulista), de Bauru, no interior de São Paulo, fizeram uma denúncia de assédio contra o professor adjunto Marcelo Magalhães Bulhões, do departamento de Comunicação Social. Um banner que exibe prints de supostas conversas de conotação sexual entre Bulhões e as estudantes foi colocado à mostra na universidade nesta sexta-feira (1º). Ao iG , o professor negou as acusações.

Na suposta conversa, o professor teria comentado o desejo de manter relações sexuais com alunas. “A verdade é que nosso desejo não passa”, mostra o print de uma conversa. 

Em entrevista ao iG , o professor diz que não há indícios de assédio e que se sente vítima de calúnia e difamação.

“Não há nenhum indício de que houve assédio”, afirma Bulhões. “O que é assédio? Assédio é usar a sua situação profissional para obter algum favor sexual. Eu me senti vítima de difamação e de calúnia. Hoje vim dar aula, vi esse cartaz e fiquei estarrecido.”

Uma estudante de jornalismo da Unesp, que teve aula com Bulhões e prefere não ser identificada, afirma que o professor já teve atitudes inadequadas com ela em sala de aula. Em uma das vezes, conta, ele quase encostou nos seios da jovem enquanto explicava um trabalho para o grupo dela.

“Mesmo me afastando, ele continuava esticando o braço”, contou. “Minha sorte foi ter uma mesa entre a gente e alguns amigos em volta.”

No Twitter, diversos usuários se manifestaram contra o professor. Um usuário identificado como Leando Biazzi disse que Bulhões “é conhecido há anos por assediar múltiplas alunas”. “Até quando a universidade vai manter o emprego dele e varrer a sujeira pra debaixo do tapete?”, questionou. O professor já havia sido denunciado por assédio anteriormente, em 2019, mas foi absolvido.


Estudantes estão organizando uma manifestação em frente à sala de Bulhões, que deve ocorrer às 19h desta sexta. “Acusado de assédio há anos, por dezenas de mulheres, a UNESP nada faz”, escreveu uma usuária. “Ele continua a dar aulas sem nenhuma consequência. Chega!”

Também circula nas redes sociais uma petição para exonerar do cargo o professor. Até às 16h40 desta sexta, o pedido já somava quase 1.700 assinaturas. “Finalmente, parece que esse caso vai ter repercussão na imprensa”, escreveu uma usuária. “Bora assinar a petição”. O iG procurou a Unesp para comentar o caso, mas a assessoria ainda não se pronunciou. O posicionamento será enviado por e-mail e incluído nesta reportagem assim que for recebido. 

(*Com a colaboração de Gabrielle Gonçalves). 

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Fonte: IG Nacional

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Geoglifos milenares são encontrados na fronteira entre Acre e Bolívia

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Geoglifos são estruturas ou construções feitas por povos ancestrais que viveram na região
Diego Gurgel/Secom Governo do Acre

Geoglifos são estruturas ou construções feitas por povos ancestrais que viveram na região

O Centro Integrado de Operações Aéreas do Acre (Ciopaer) identificou novos grupos de desenhos milenares, conhecidos como geoglifos, na região perto da fronteira com a Bolívia. Na missão, realizada pela Polícia Militar do estado, à qual a entidade é ligada, foram registrados três conjuntos das figuras próximas umas das outras, com formas circulares e quadradas.

Segundo o fotógrafo Diego Gurgel, que acompanhou a expedição, “só foi possível enxergá-los graças à angulação acentuada dos raios solares da manhã, caso contrário, seria praticamente impossível, pois seus barrancos não produziriam uma sombra”.

“Os geoglifos são muito difíceis de serem visualizados em outra hora do dia, pois a falta de sombras apaga as formas, sendo eles ignorados por muitos que sobrevoam a Amazônia”, disse, à agência de notícias do governo do estado.

Geoglifos são estruturas ou construções feitas por povos ancestrais que viveram na região que atualmente é o estado do Acre. Vistos do alto, são desenhos no solo com formatos em círculos, quadrados, retângulos, pentágonos, octógonos, entre outras formas, feitas em conjunto ou isoladas entre si.

O Centro Integrado de Operações Aéreas do Acre (Ciopaer) identificou novos grupos de desenhos milenares
Diego Gurgel/Secom Governo do Acre

O Centro Integrado de Operações Aéreas do Acre (Ciopaer) identificou novos grupos de desenhos milenares

No final do século passado e no início dos anos 2000, as primeiras fotos das construções foram registradas e, hoje, fazem parte do acervo fotográfico da Secretaria de Comunicação do Governo do Estado do Acre. A partir de 2005, foi organizado e consolidado o Grupo de Pesquisas dos Geoglifos da Amazônia Ocidental, que organizou escavações, fotos aéreas, medições em campo e o uso do Lidar (Light Detection and Ranging), sensor de medição e topografia a laser por radares.

Segundo o governo do estado, as novas imagens são “importantes registros históricos, pois afirmam a presença de geoglifos na região entre a margem direita do Igarapé Miterrã, e a margem esquerda do Rio Rapirrã, próximos à Bolívia, mais precisamente entre os municípios de Capixaba e Plácido de castro”.

As datações de outros geoglifos no estado do Acre indicam uma idade entre 1500 a 2000 anos. Eles deixaram de ser construídos ou abandonados por volta do ano de 1200, ou seja, 300 anos antes da chegada de Cabral ao Brasil.

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Fonte: IG Nacional

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