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Educação

Capes oferece 300 mil vagas em cursos virtuais para professores

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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), fundação vinculada ao Ministério da Educação (MEC), está oferecendo cinco novos cursos gratuitos para professores da educação básica e estudantes de licenciatura de todo o país.

Frutos de uma parceria com a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e ministrados à distância, os cursos buscam preparar profissionais da educação básica para que utilizem ferramentas digitais em suas aulas, seja em ambientes virtuais, seja nas atividades presenciais após o retorno às salas de aula.

Estão sendo oferecidas 300 mil vagas para os seguintes cursos: Como Produzir Videoaulas (25 horas de duração); Mediação em Ensino à Distância-EaD (30 horas); Desenho Didático para o Ensino On-Line (50 horas); Multimeios em Educação e Psicologia na Educação, ambos com 60 horas de duração.

Segundo o ministro da Educação, Milton Ribeiro, o estímulo ao uso de ferramentas online em sala de aula e à produção de materiais audiovisuais faz parte da estratégia de capacitação dos profissionais do setor.

“A pandemia da covid-19 afetou a maioria das instituições de educação do país, levando os professores a adaptar as aulas presenciais para a modalidade virtual. Essa capacitação não será apenas pensando no atual momento que vivemos. As aulas online são uma realidade com ou sem pandemia. Temos que investir no desenvolvimento de conteúdos”, declarou o ministro, justificando a iniciativa.

As inscrições começaram hoje (15) e poderão ser feitas pelos próximos 30 dias, ou até o preenchimento das 300 mil vagas. Podem participar professores em exercício e estudantes de licenciatura. 

Edição: Aline Leal

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Educação

Professores de escolas particulares do Rio suspendem greve

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Os professores de escolas particulares das cidades do Rio de Janeiro, Itaguaí, Paracambi e Seropédica, no Grande Rio, decidiram suspender sua greve a partir de quarta-feira (28). Os profissionais estavam em greve desde 4 de julho para pressionar as escolas particulares a não retomarem as aulas presenciais em meio à pandemia de covid-19.

As aulas das escolas particulares só foram retomadas no início de outubro, depois de autorização do governo do estado e liberação pela Justiça do Rio.

A decisão de suspender a greve, que durava 112 dias, foi tomada em assembleia ontem (24) do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio). A assembleia decidiu decretar estado de greve e alerta sanitário “em defesa da saúde física e psicológica” dos professores.

Desde o retorno das aulas presenciais, o Sinpro já recebeu denúncias de descumprimento de normas de segurança e protocolos de segurança por cerca de 30 escolas. As denúncias serão encaminhadas à Secretaria Estadual de Saúde do Rio.

Edição: Maria Claudia

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Educação

GDF tem cinco dias para definir plano de retorno às aulas, diz justiça

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O juiz titular da Vara da Infância e da Juventude (VIJ-DF) Renato Scussel deu um prazo de cinco dias para que o Governo do Distrito Federal (GDF) apresente um plano de retorno às aulas presenciais nas creches e escolas de ensino infantil, fundamental e médio da rede pública de ensino.

Na decisão anunciada nesta sexta-feira (24) em resposta à ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios em desfavor do Distrito Federal, Scussel informa que “o processo de retorno deverá ser completamente concluído em até 20 dias.”

Segundo o magistrado, dispositivos da Constituição Federal determinam ser dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito fundamental de acesso à educação. “Sob este enfoque, o direito visa que seja garantida a retomada das aulas presenciais para todas as crianças e adolescentes da rede pública de ensino do Distrito Federal, assegurando-lhes o direito precípuo de educação”, disse por meio de nota divulgada pela VIJ-DF.

Scussel acrescenta que o Estado caminha para a normalização das atividades essenciais ou não, com a abertura de diversos setores da sociedade, e que os órgãos de saúde já vêm apresentando recomendações suficientes para o funcionamento das atividades escolares. “Afigura-se público e notório que as escolas particulares já foram reabertas e retornaram às suas atividades bem como o comércio, os locais de cultos religiosos e há autorização para a realização de espetáculos públicos, não sendo justo e nem tampouco lícito que, num país carente de educação, as crianças e adolescentes que utilizam o sistema público de ensino sejam tolhidos no seu direito precípuo de educação”, complementou o juiz.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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