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Candidato para Grande Loja Maçônica, Ronan destaca pleito atípico com pandemia e propõe atuações e discussões ambientais e sociais durante gestão

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Ronan Jackson e Eronides, da chapa 3 nas eleições do mês que vem

DA REDAÇÃO

A Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso (Glemt) elegerá em 03 de novembro, o seu novo grão-mestre para o triênio 2021-2023. A gestão do atual grão-mestre, Geraldo Macedo, encerra-se após seis anos de trabalho para o início de um novo ciclo administrativo na Glemt. Três candidatos concorrem ao pleito: Ronan Jackson, Rubens Carlos e Eleusino Leão.

Para o advogado e professor universitário, Ronan Jackson, esse momento de transição no pós-pandemia da Cavid-19 é um marco na história da Maçonaria. “Nunca antes na Ordem Maçônica havíamos realizado reuniões ou palestras online. A nossa eleição também será atípica, observando todos os critérios do isolamento social”, comparou Ronan. Para ele, que já foi Grande Secretário de Relações Interiores da Glemt e Grande Inspetor Litúrgico para o Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito em Mato Grosso, o novo conceito de vida assimilado durante a pandemia terá que ser aplicado também na rotina maçônica.

Ronan observa que será preciso manter algumas normas adotadas durante o isolamento, mas, sobretudo, fomentar a discussão sobre o chamado “novo normal”. “Digo isso sobre a forma de agir enquanto cidadão e não sobre regras e ritos da Maçonaria. Isso é imutável”. Em exemplo claro, salienta Ronan, é a racionalidade de recursos e do tempo. “Aprendemos a usar a Internet de forma mais racional e objetiva. Podemos tornar rotina a live e ganhar em economia de recursos e de tempo”.

Para Ronan Jackson, a Grande Loja deverá ser a grande fomentadora, de fato, de um estilo de vida que já se vinha discutindo sob a ótica da ‘Maçonaria Executiva’. “Chegou a hora de colocarmos em prática a visão de que consumir por consumir saiu de moda, de contarmos ás pessoas que morar perto do trabalho aumenta a qualidade de vida e que atuar mais no coletivo com colegas de empresas, vizinhos do bairro e com os próprios irmãos maçônicos aumenta o nosso senso de felicidade. É isso que fará sentido de ora em diante”, argumenta o candidato a grão-mestre. “Precisamos sentir mais prazer do já sentimos naquilo que fazemos”, completa.

Quando Ronan observa sobre o coletivo da sociedade, destaca temas como os incêndios florestais no Pantanal e na Amazônia. “Não podemos nos omitir nessas discussões, tanto como maçom, quanto sociedade”. Segundo ele, mesmo que seja uma discussão interna na Maçonaria, já ajuda porque o maçom terá a oportunidade de praticar fora de loja o que foi discutido internamente. É isso que a Ordem tenta implantar, que é a chamada Maçonaria Executiva. “É o momento de externarmos os nossos conhecimentos junto à sociedade, seja pelo exemplo ou ações”, completa.

Sobre o passado glorioso da Maçonaria, Ronan Jackson diz que a vida se faz do presente. “O passado histórico sempre será referência e nos enche de orgulho. No entanto, temos que olhar para frente. Como disse o nosso poeta Manoel de Barros, o tempo só anda de ida. Minha proposta filosófica, além das demais administrativas apresentadas em nosso Plano de Gestão, é vivermos o melhor da vida hoje, além de planejarmos bem o futuro. De nada adianta ficarmos vangloriando que construímos templos majestosos. São apenas paredes e telhados. Precisamos, sim, nos orgulhar de vidas que conquistamos ou socorremos, da família que mantemos unida, dos amigos e dos irmãos que mantemos ao nosso lado e sempre presentes”.

Ronan Jackson conclui afirmando que tudo na vida é um processo de construção. “Propostas de gestão elaboramos, reformulamos e também aperfeiçoamos com o tempo e de acordo com as necessidades e aspirações. A única coisa que não conseguimos mexer é com o tempo passado. Por isso, a minha intenção enquanto grão-mestre será fomentar a felicidade a cada dia e fazer com que sintamos prazer ao dizer que somos maçons. Estaremos contribuindo com a construção do nosso ser e também com a coletividade. Essa é a essência da Maçonaria Executiva que pretendo colocar em prática”, disse.

Na eleição de escolha do novo Grão-Mestre da Glemt, votam apenas Mestres-Maços das 86 lojas instaladas em todas as regiões de Mato Grosso. Ronan Jackson, que é membro da Loja Fênix do Oriente nº 46, tem como candidato a Grão-Mestre-Adjunto na Chapa 03, Eronides Antonio Mendes, o “Periga”, obreiro da Loja Filhos de Salomão nº 01, ambas em Cuiabá. “Será um processo histórico e me orgulho de fazer parte dele nesses 42 anos de existência da Grande Loja comemorados em sete de outubro”, finaliza Ronan Jackson.

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Sem UTI disponíveis no Estado, são registrados 1.707 novos casos e 57 mortes nas últimas 24h

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quinta-feira (08), 324.899 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 8.403 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.707 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 324.899 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 13.813 estão em isolamento domiciliar e 300.564 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 519 internações em UTIs públicas e 504 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 97,56% para UTIs adulto e em 58% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (69.393), Rondonópolis (24.443), Várzea Grande (20.937), Sinop (16.345), Sorriso (11.979), Tangará da Serra (11.135), Lucas do Rio Verde (10.737), Primavera do Leste (9.479), Cáceres (7.011) e Alta Floresta (6.264).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link. 

O documento ainda aponta que um total de 289.079 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.416 amostras em análise laboratorial.

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Governo de MT distribuiu 99,5% das doses; veja quanto cada município aplicou

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O Governo de Mato Grosso recebeu até esta quarta-feira (07), do Ministério da Saúde, 561.210 mil doses das vacinas contra Covid-19 e já disponibilizou aos 141 municípios do Estado 558.742, ou seja, 99,5% do total recebido.

Após a distribuição de forma célere aos 14 Escritórios Regionais de Saúde, espalhados por todo o Estado, cabe a cada município fazer a retirada do imunizante, organizar o agendamento e a aplicação da vacina nos grupos prioritários.

Das 558.742 mil doses disponibilizadas aos municípios, as prefeituras aplicaram 290.882 (52%), sendo 218.514, como primeira dose; e 72.368, como segunda dose.

Os municípios que mais aplicaram vacinas, considerando o percentual de doses aplicadas em relação às doses recebidas, foram: Aripuanã (88%), General Carneiro (83%), Alto Boa Vista (77%), Ribeirãozinho (77%), Juína (76%), Sorriso (73%), Jaciara (72%), Santo Afonso (72%), Luciara (70%) e Campos de Júlio (69%).

Confira o ranking completo de aplicação das vacinas no Boletim Informativo n° 395 ou no Painel de Distribuição de Vacinas Contra Covid-19.

Devido à população indígena, os municípios podem registrar as doses aplicadas nas aldeias localizadas em territórios vizinhos. Por essa razão, alguns municípios podem ultrapassar o limite de 100% de doses aplicadas.

Sobre a distribuição

Na força-tarefa de vacinação, cabe ao Governo do Estado fazer a logística de distribuição, que é definida pela Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT), composta por membros do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

A escolta dos materiais até os 14 polos de distribuição é feita pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), além das Polícias Federal e Rodoviária Federal e o Ministério da Defesa. Em alguns casos onde há necessidade, o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) disponibiliza sua frota aérea para dar celeridade à distribuição.

É importante ressaltar que o Governo Federal define o total de doses que cada estado recebe. Essa definição ocorre de acordo com a quantidade de pessoas que pertencem aos grupos prioritários e não pela quantidade absoluta da população. Ou seja, estados com o maior número de idosos e profissionais de saúde recebem mais vacinas nesse primeiro momento.

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