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Cancelamentos de voos: passageiros devem ter atenção aos seus direitos

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A empresa que cancelar voos deve comunicar o passageiro com no mínimo 72 horas de antecedência.
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A empresa que cancelar voos deve comunicar o passageiro com no mínimo 72 horas de antecedência.

No último mês, a população viu crescerem os casos de Covid e Influenza. O quadro preocupante levou diversas empresas aéreas a cancelarem voos para conter o avanço das doenças. A Latam, por exemplo, já interrompeu mais de uma centena de voos nacionais e internacionais. A Delta Air Lines, por sua vez, informou que aproximadamente 8 mil funcionários testaram positivo para Covid-19. 

Mas é preciso se atentar aos cancelamentos: as regras especiais de remarcação de bilhetes e de reembolso editadas durante a pandemia não estão mais em vigor. Logo, não são aplicáveis aos voos suspensos a partir de 1º de janeiro de 2022.

Nesse caso, as regras válidas voltam a ser aquelas previstas na Resolução ANAC nº 400/2016. A norma diz que a empresa que cancelar o voo, e informar os passageiros com antecedência mínima de 72 horas, terá que ofertar uma opção de acomodação ou reembolso integral, que deve ser concluído em até sete dias da solicitação.

A advogada Lívia Herdy, sócia do Fenelon Advogados, especialista em Direito Aeronáutico, Regulatório e Processo Civil, afirma que, se a empresa não avisar o passageiro no tempo solicitado, tem que fornecer alternativas de reacomodação, reembolso ou a execução do transporte por outra modalidade, além de assistência material e hospedagem.

“Por outro lado, se o passageiro desistir da viagem, não terá mais direito a optar por utilizar o crédito em até 18 meses, pois nesse caso, desde o início do presente ano, aplicam-se as regras contratuais da passagem que foi comprada. Por essa razão, é muito importante que todos observem as regras de cancelamento e reembolso no momento da compra o bilhete”.

A especialista destaca ainda que é importante lembrar, que os passageiros podem, nos dias que antecederem a viagem, contatar a empresa aérea para verificar se o voo sofreu alguma alteração. “E, se for o caso, fazer as alterações pertinentes ou solicitar o reembolso pelo próprio site da companhia, evitando assim o deslocamento até o aeroporto”, finaliza.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Viagem de trem para Morretes: o que explorar nas cidades próximas

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Estenda sua passagem por Morretes: além da viagem de trem, veja por onde se aventurar nos arredores da cidade paranaense
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Estenda sua passagem por Morretes: além da viagem de trem, veja por onde se aventurar nos arredores da cidade paranaense

O trajeto de trem entre Curitiba e Morretes é um dos passeios ferroviários mais famosos e mais buscados para se fazer no Brasil – principalmente por pessoas que querem ter um gostinho do que é viajar de trem e, no caminho, desfrutar de diversos cenários naturais belos e grandiosos. Além desse passeio em si, o turista encontra uma infinidade de opções do que fazer e para onde ir para dar continuidade à aventura.

A própria cidade de Morretes, que fica a 69 km da capital paranaense, reserva uma vasta gama de atrações impressionantes. Construções que preservam a arquitetura do século 18, lagos e a imersão da cidade em meio à natureza são apenas alguns atrativos do local, um prato cheio para turistas em busca de realizar atividades ao ar livre, praticar esportes radicais ou se aventurar pelas cachoeiras.

A proximidade com cidades como Campina Grande do Sul, Paranaguá e São José dos Pinhais torna possível que o viajante faça trajetos diferenciados para dar continuidade à viagem pelo estado do Paraná. As opções agradam os mais variados perfis de viajantes, desde mochileiros e adeptos do turismo de aventura até quem procura visitar ilhas paradisíacas ou visitar com crianças.

Viagem de trem de Curitiba para Morretes

Com previsão de duração de 4h15 de trajeto, o trajeto ferroviário entre Curitiba e Morretes é tão emblemático que foi considerado pelo The Guardian como um dos passeios sobre trilhos mais incríveis do mundo. Ao longo de todo percurso, o turista desbrava a ferrovia que liga Paranaguá a Curitiba, um trecho histórico que existe desde o século 19 – ela foi inaugurada pela Princesa Isabel em 1885.

O motivo pelo qual o trajeto é considerado tão esplendoroso é o fato de estar totalmente imerso nas paisagens naturais da Serra do Mar. Picos tomados por vegetação, cascatas, paredões rochosos, rios, cachoeiras e penhascos estão entre algumas das estrelas que formam o espetáculo presenciado pelo turista das cabines. Além disso, o trem passa por 41 pontes, sendo algumas completamente suspensas ou tão estreitas que dão a impressão de flutuação, e 13 túneis que, juntos, preenchem cerca de 70 km.

A rota mais buscada para fazer viajar de trem de Curitiba a Morretes é operada pela Serra Verde Express, cujo trem conta com sete classes diferentes, desde a turística, que custa R$ 149*, até a de luxo, que sai por R$ 317. As saídas acontecem sempre às 8h15 com retorno marcado para Curitiba às 15h. Os passeios só são diários em alta temporada, correspondente aos meses de janeiro, fevereiro, julho e dezembro. No restante do ano, a linha só opera às sextas, sábados e domingos.

Morretes

Visita à produtora de cachaça, banho de rio e passeio entre casarões estão entre opções de passeio em Morretes
Viator/Reprodução

Visita à produtora de cachaça, banho de rio e passeio entre casarões estão entre opções de passeio em Morretes

Dona de um clima interiorano de muita paz e tranquilidade, Morretes é considerada uma cidade histórica. Até o século 16, a cidade era povoada pelo povo indígena carijó, mas foi apropriada por mineradores em 1646 após a descoberta de jazidas de ouro. Por esse motivos, os casarões coloniais são vistos aos montes na região e têm arquitetura preservada até os dias de hoje.

Feirinhas artesanais de rua também atraem turistas para conhecer e comprar a arte local. Elas geralmente são acompanhadas de restaurantes onde se pode experimentar o cardápio local; incluindo o barreado, que é o prato típico e consiste em um ensopado de carne com arroz, banana e farinha de mandioca.. A cachaça de Morretes não pode ficar de fora da experiência, já que é considerada uma das mais deliciosas do Brasil – aliás, é possível visitar o casarão onde se produz a Cachaça Porto Morretes.

O turismo na natureza é também um grande forte da cidade. Visitas a quedas d’água, montanhas de mais de 1,5 mil metros e parques naturais são algumas das maravilhas que podem ser incluídas no roteiro.

Não podem ficar de fora o Parque Estadual do Pico do Marumbi, que preserva parte da Mata Atlântica e uma cadeia formada por nove montanhas enormes, e o Santuário Nhundiaquara, um parque de 400 hectares que reserva trilhas, cachoeiras e onde é possível mergulhar no rio Nhundiaquara, que tem águas transparentes e rasas.

Antonina

Em Antonina, clima interiorano é predominante; Igreja de Nossa Senhora do Pilar está no ponto mais alto da cidade
Viajali/Reprodução

Em Antonina, clima interiorano é predominante; Igreja de Nossa Senhora do Pilar está no ponto mais alto da cidade

Vizinha de Morretes, também é possível fechar passeios de trem que saem de Curitiba, passam por Morretes e têm destino a Antonina – os preços desse trajeto são maiores e saem a partir de R$ 339. Com menos de 20 mil habitantes e a 13 km de Morretes, a cidade preserva até hoje os casarões coloniais e é histórica por ter guardado os primeiros vestígios de ocupação encontrados em sambaquis.

As principais atividades para fazer em Antonina são: visitar a Igreja de Nossa Senhora do Pilar, que fica em um ponto alto da cidade onde se pode observar a Baía de Antonina; curtir a vista do Mirante do Valente, que conta com balanços à beira do penhasco; e conhecer e se deliciar na Fábrica de Balas de Banana, que produz o principal prato típico local.

Campina Grande do Sul

Parque Ari Coutinho Bandeira, em Campina Grande do Sul, é uma reserva que abriga várias represas
Mapionet/Reprodução

Parque Ari Coutinho Bandeira, em Campina Grande do Sul, é uma reserva que abriga várias represas

A 29,3 km de Morretes, a cidade de Campina Grande do Sul oferece ao turista um gostinho do que é a vida interiorana. É um destino tranquilo para quem quer pisar no acelerador e se reconectar com a natureza.

Não à toa, uma das principais atrações da cidade é a Vila dos Animais, uma área de mais de quase 218 mil metros quadrados que imerge o visitante na vida do campo. Tirar leite da vaca, colher ovos e andar a cavalo são algumas das atividades oferecidas, o que atrai muitas famílias e crianças. Os passeios ao fim de semana custam R$ 50 por pessoa.

Campina Grande do Sul é referência em preservação ambiental e conta com dezenas de rios e cachoeiras com águas que abastecem o Rio Iguaçu, a Bacia Hidrográfica do Ribeira e a do Atlântico. Os rios de Capivari, Canguiri e Timbu são os mais conhecidos e buscados, seja para mergulhar, ver as quedas d’água ou fazer passeios de caiaque.

Também vale a pena tirar um tempo para visitar o Parque Ari Coutinho Bandeira, que abriga várias represas e tem estrutura para a realização de passeios náuticos e pesca; e o Pico Paraná, a montanha mais alta do estado e do Sul do país. Com um pico que chega a 1.877 metros, o local propicia vistas inigualáveis da Mata Atlântica, das Baías de Paranaguá e Antonina e até da cidade de Curitiba.

Paranaguá

Paranaguá é porta de entrada para a Ilha do Mel; na foto, a Gruta das Encantadas
Trip Advisor/Reprodução

Paranaguá é porta de entrada para a Ilha do Mel; na foto, a Gruta das Encantadas

A cidade de Paranaguá foi fundada em 1648 e é considerada a cidade mais antiga do Paraná. Fica a 42 km de Morretes e representa o principal eixo litorâneo do estado, o que convida turistas para experimentar as praias e conhecer ilhotas imperdíveis. Museus, igrejas, a presença de animais e o Centro Histórico às margens do Rio Itiberê também estão entre as atrações.

Vale ainda dar uma passada na Rua da Praia, repleta de sobrados coloniais; o Mercado Municipal de Artesanato, abrigado em uma construção neo-renascentista; e o Aquário Marinho de Paranaguá, que abriga 200 animais, incluindo de espécies endêmicas do litoral paranaense.

No entanto, a cidade é muito buscada por turistas por ser a porta de entrada para a paradisíaca Ilha do Mel, conhecida como a ilha dos apaixonados. Lá, o viajante encontra praias completamente isoladas pela mata virgem, trilhas e cartões-postais como a Gruta das Encantadas, a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres e o Farol das Conchas.

A Ilha do Mel não permite a entrada de carros e o acesso só pode ser feito por barco, o que por si só já demonstra a tranquilidade e a imersão na natureza que o local proporciona. Também é um destino muito buscado por mochileiros, já que as pousadas oferecem áreas de camping por um preço acessível.

São José dos Pinhais

Enoturismo é o forte de São José dos Pinhais; na foto, a Vinícola Araucária
Vinícola Araucária/Reprodução

Enoturismo é o forte de São José dos Pinhais; na foto, a Vinícola Araucária

Apesar de contar com diversas atrações belas ao ar livre, o enoturismo é o principal chamativo do São José dos Pinhais. A cidade fica a 37 km de Morretes e conta com muitas opções deliciosas para quem aprecia um bom vinho e quer conhecer etapas da produção ou degustar alguns rótulos locais. O local também é considerado como um destino romântico e atrai muitos casais.

A Rota do Caminho do Vinho, que passa pela Colônia Mergulhão e seu entorno, é uma das mais interessantes do destino e conta com cerca de 30 propriedades rurais que fazem parte da produção local. A cultura italiana estabelecida no local é muito explorada e, até hoje, filhos de descendentes italianos estão na região para difundir os conhecimentos e a cultura de seus antepassados. Cafés coloniais, restaurantes, comerciantes de vinhos e pousadas são alguns dos estabelecimentos encontrados.

A Vinícola Araucária promete uma experiência completa de visitação guiada a preços acessíveis (sendo R$ 50 o tour completo e R$ 30 sem a degustação). O visitante tem a oportunidade de aprender sobre a história da vinícola e andar caminhar pelo vinhedo, além de experienciar o processo de vinificação e ainda experimentar três rótulos produzidos pela vinícola.

Pontal do Paraná

Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais é berçário de aves e uma das principais atrações de Pontal do Paraná
Viaje Paraná/Reprodução

Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais é berçário de aves e uma das principais atrações de Pontal do Paraná

A quase 40 km de Morretes, Pontal do Paraná também abriga parte do litoral paranaense e coleciona 48 balneários e belas praias de águas azuis por um trajeto reto de 23 km.

Algumas das praias da região formam ondas ideais para surfar, sendo que as principais delas estão em regiões de muito agito e vida noturna badalada, como as praias de Ipanema e do Leste e os balneários Shangri-Lá Santa Terezinha.

A cidade também abriga o Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais, um verdadeiro paraíso formado por três ilhas a 11 km da costa. Além dos cenários belos para descansar, a região é considerada como um berçário de aves e abriga o Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná.

Além das praias, Pontal do Paraná conta com opções imperdíveis para praticar o ecoturismo. Entre elas a Estrada Ecológica do Guaraguaçu, uma estrada de 26 km pavimentada com conchas. O local também abriga a aldeia indígena Guarani M’Bya, que pode ser visitada mediante agendamento na Funai ou no Departamento de Turismo.

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*Preços consultados em 19 de maio de 2022.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Japão reabrirá para turistas e Nova Zelândia já recebe brasileiros

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Japão reabrirá para turistas e Nova Zelândia já recebe brasileiros
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Japão reabrirá para turistas e Nova Zelândia já recebe brasileiros

Uma das últimas fronteiras que a pandemia fechou para o turismo internacional está prestes a ser reaberta. Na terça-feira,  o Japão anunciou que voltará a permitir, com muitas restrições, a entrada de estrangeiros em viagens a lazer a partir do final deste mês ou início de junho. O país asiático é ainda um dos poucos fechados num mundo que, aos poucos, volta a se acostumar com a ideia de fronteiras abertas, ainda que com todos os cuidados para controlar a Covid-19.

Em março, o Japão voltou a permitir a entrada de estrangeiros completamente vacinados e com visto de negócios e estudo, desde que apresentem testes negativos feitos antes do embarque, após a chegada e depois dos três dias de quarentena obrigatória. Brasileiros podem entrar nesse esquema, mas a Coronavac ainda não foi reconhecida pelo país.

Já para os turistas, o Brasil ficará de fora neste primeiro momento. Serão permitidas apenas pessoas de Austrália, Tailândia, Cingapura e Estados Unidos, que serão submetidas às mesmas regras dos viajantes a negócios e estudantes.

Obrigatoriamente a viagem deverá ser feita em minigrupos e através de uma agência de viagem reconhecida pelo governo japonês. Os roteiros serão predeterminados antes mesmo do embarque, e um guia acompanhará o grupo durante todo o tempo.

“Será um período de testes. Se o governo entender que esses visitantes não provocaram um aumento da disseminação da doença, então temos a esperança de que turistas de outros países possam voltar a viajar ao Japão logo”, afirma Mami Fumioka, vice-presidente da Quickly Travel, agência de viagens brasileira com forte atuação no país asiático. Algumas pessoas por lá dizem que isso pode acontecer ainda em junho ou julho.

Na China, duas realidades

O continente asiático, em geral, foi o primeiro a fechar e está sendo o último a reabrir suas portas. A China continua tentando implementar a política de “Covid Zero”, com rigorosos lockdowns sempre que o número de casos aumenta significativamente, como aconteceu recentemente em Xangai. O país só admite viajantes internacionais a trabalho, e com muito controle, e não dá sinais de quando voltará a abrir suas fronteiras para turistas.

Entre as regiões administrativas especiais chinesas, duas posições antagônicas. Macau segue a linha de Pequim. Já Hong Kong permite, desde 1º de maio, a entrada de viajantes a lazer com a vacinação completa e teste PCR negativo para Covid-19 feito 48 horas antes do embarque. Todos devem cumprir quarentena de 14 dias num hotel designado pelo governo regional.

Sudeste da Ásia de volta

No Sudeste do continente, a retomada do turismo internacional vem acontecendo aos poucos. Em 2021, quando a Indonésia exigia visto de negócios (de difícil obtenção) e quarentena de dez dias a viajantes de outras nacionalidades, apenas 45 visitantes estrangeiros estiveram em Bali, seu principal cartão-postal. O país voltou a permitir o turismo internacional em fevereiro e, em abril, derrubou a necessidade de quarentena para vacinados.

A Tailândia começou sua reabertura em fases em novembro de 2021. Em maio, o país deixou de exigir teste PCR de visitantes completamente vacinados. No vizinho Vietnã, as fronteiras foram abertas novamente apenas em março, e todos devem apresentar teste negativo para entrar. Já no Laos, reaberto no último dia 9, apenas não vacinados devem apresentar o exame.

Nova Zelândia em junho

Um dos países que melhor controlaram a pandemia na fase pré-vacina, inclusive com critérios rígidos de entrada de viajantes internacionais,  a Nova Zelândia parece ter pressa para reabrir suas fronteiras. Sua primeira abertura, para 60 países com os quais há acordo de dispensa de visto (entre eles o Brasil), estava prevista para junho, mas foi antecipada para 1º de maio.

Na última semana, o governo anunciou que as demais nacionalidades serão bem-vindas a partir de 31 de julho, quando, segundo a programação original, isso deveria ocorrer apenas em 1º de outubro. A vacinação completa é requisito básico de entrada no país, assim como testes antes da viagem e depois do desembarque (um no dia da chegada, outro cinco dias depois).

Europa flexibiliza

Atualmente, brasileiros com imunização em dia contra a Covid-19 já podem visitar todos os países europeus. Às portas de sua temporada de verão, muitos países do continente passaram a flexibilizar suas restrições de entrada. Em maio, Grécia, Suíça e Áustria, por exemplo, deixaram de exigir comprovante de vacina e teste negativo de seus visitantes internacionais. A Itália, por sua vez, continua exigindo a vacinação, mas visitantes não precisam mais preencher o formulário sanitário do governo.

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Fonte: IG Turismo

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