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Internacional

Canadá: incidente deixa 39 funcionários da Vale presos em mina

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Vale no Canadá
Divulgação/Vale

Vale no Canadá



A Vale informou que 39 funcionários canadenses que estão presos desde domingo após um incidente em uma mina na cidade de Sudbury, em Ontário, no Canadá, estão bem e que espera que a operação de resgate, que já foi iniciada, termine na noite desta segunda-feira.

“Todos estão seguros, com acesso a água, alimentos e remédios”, disse a empresa em nota. “Os empregados sairão por meio de um sistema de escada de saída secundária com o apoio da equipe de resgate da empresa.”

De acordo com a mineradora, os funcionários ficaram presos depois que “uma pá escavadeira que estava sendo transportada no acesso à mina subterrânea se desprendeu, bloqueando o shaft (poço) e, com isso, indisponibilizando o meio de transporte dos empregados”.

No momento do ocorrido, na tarde de domingo, os funcionários estavam no subsolo e foram imediatamente para os postos de refúgio. A Vale ainda acrescentou que está se comunicando frequentemente com os funcionários desde o incidente. De acordo com o jornal Toronto Star, os funcionários estariam entre 900 e 1.200 metros de profundidade.


Os funcionários sairão do local por meio de um “sistema de escada de saída secundária”, com ajuda da equipe de resgate da empresa, disse a mineradora. As ações da Vale no Brasil caíram após a notícia do incidente.

Pascal Boucher, coordenador em Sudbury do sindicato Metalúrgicos Unidos, disse que os funcionários conseguiram fazer ligações do poço da mina, tanto para se comunicar com as equipes de resgate quanto para ligar para parentes.

“Embora estejam um pouco entediados e não haja nada para fazer, eles estão indo muito bem”, disse Boucher ao Toronto Star.

O governador de Ontário, Doug Ford, disse no Twitter que “nossos pensamentos estão com os 39 mineiros presos no subsolo em Sudbury”.

“Entendemos que esse resgate levará algum tempo e estamos muito aliviados em saber que os mineiros não estão feridos”, escreveu Ford.

Nos primeiros seis meses de 2021, a Totten produziu 3.600 toneladas métricas de níquel — cerca de 4% do total da empresa. A produção está suspensa e a Vale avalia as medidas necessárias para retomar a produção.

A Vale herdou as instalações da Totten, então inativas e cheias de água, em 2006, quando a empresa brasileira adquiriu da mineradora Inco. A Vale gastou cerca de US$ 700 milhões para colocar a mina, que produz cobre, níquel e metais preciosos, em produção em 2014. São cerca de 200 pessoas empregadas na mina, segundo o jornal Globe and Mail.

Kalem McSween, porta-voz do Ministério do Trabalho, Treinamento e Desenvolvimento de Habilidades de Ontário, disse em um e-mail ao Toronto Star que uma equipe de inspeção investigará o incidente assim que a operação de resgate for concluída.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Líder de seita acusado realizar sacrifícios humanos morre a caminho do tribunal

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Kevin Smith
Reprodução

Kevin Smith

Kevin Smith, líder de seita jamaicana denunciada por realizar sacrifícios humanos, morreu nesta terça-feira (26). Ele estava a caminho do tribunal quando sofreu um acidente de carro. 

Smith tinha 39 anos e fazia parte da seita International Kingdom Restoration Ministries. Ele estava preso desde 17 de outubro acusado de participar da morte de pessoas que teriam servido como sacrífico durante um culto. 

Segundo o The Sun, os seguidores de Smith cortaram a garganta de uma mulher, mataram outra pessoa e esfaquearam uma terceira vítima. O ritual era realizado para “tirar o sangue impuro de seus corpos”. 

Além dele, um policial que estava no veículo também morreu. Outras duas pessoas ficaram gravemente feridas. 

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Fonte: IG Mundo

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Donald Trump declara censura das redes sociais e lança serviço de streaming

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Ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump
Shealah Craighead/Official White House Photo

Ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump

ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciou nesta terça-feira (26) que pretende lançar um serviço de streaming de vídeo para “competir com a programação criada pela ‘Big Tech’ e ‘Big Media'”.

O anúncio foi feito pela empresa Trump Media & Technology Group e denuncia a “censura” e “corrupção” das redes sociais.

“Esta nova era de censura é um desastre para o nosso país”, diz o republicano, explicando que perante este problema “percebeu que para restaurar a liberdade de expressão é necessário entrar no mercado de uma nova grande plataforma”.

Segundo ele, trata-se de uma “Big Tent” na qual serão convidados expoentes de todas as partes e não haverá algoritmos ou manipulação política.

“Na semana passada criei uma empresa para desafiar o domínio da Big Tech e da Big Media. Hoje quero explicar a vocês por que faço isso. Isso não é apenas política para mim, é para salvar o país”, acrescentou Trump, denunciando censura das redes sociais, “as praças públicas dos nosso tempos”.

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O ex-presidente americano explicou ainda como a censura agressiva da Big Tech e a cultura de cancelamento “não são apenas antiamericanas e têm consequências reais no mundo”.

“Daí a necessidade de criar uma nova plataforma. Provavelmente sou o único na América com recursos, experiência e vontade para isso. Para desafiar a censura, estamos criando ‘Big Tent’, que será gratuita, vibrante e diversa como a América”.

“O Truth Social é apenas o começo dos nossos planos. O Trump Media and Technology Group também lançará um serviço de streaming de vídeo on demand que compete com a programação cada vez mais ‘acordada’ e politizada de ‘entretenimento'”, ressaltou.

Segundo o magnata, “não se pode confiar em um pequeno grupo de pessoas poderosas que pensam o mesmo e que esperam silenciar todos os que pensam de forma diferente”. “Estou determinado a quebrar seu domínio sobre mídia, tecnologia e entretenimento”, concluiu.

Trump foi banido das redes sociais, como Facebook e Twitter, após a invasão ao Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro. As empresas de tecnologia expressaram preocupação que sua retórica estivesse incitando a violência.

Fonte: IG Mundo

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