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Campanha de prevenção e diagnóstico de hepatites virais começa nesta segunda-feira

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Uma campanha de prevenção e diagnóstico de hepatites virais começa nesta segunda-feira (25), em Cuiabá. Unidades de saúde da capital realizarão testes rápidos para detectar as doenças.

No Brasil, a campanha ‘Julho Amarelo’ foi instituída por lei em 2019, pelo Ministério da Saúde. Tem como objetivo reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais.

Duas unidades de saúde foram estipuladas pela Secretaria Municipal de Saúde para realizar os testes, que são: SAE Grande Terceiro e SAE Norte (na Clínica da Família).

Também serão oferecidos testes rápidos para a detecção de HIV e sífilis. As duas unidades realizarão as testagens entre 9h e 16h

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Presos em fazenda por mais de oitenta dias, trabalhadores não recebiam salários

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O Ministério Público Federal (MPF) coordenou a ação que resultou no resgate de três trabalhadores, na manhã de terça-feira (9), que estavam reduzidos à condição análoga à de escravo em uma fazenda localizada no município de Pedra Preta, em Mato Grosso. Fiscais do Ministério Público do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego e policiais federais estiveram no local e realizaram o resgate.  

A ação teve início a partir de uma denúncia de que nove homens estariam há mais de 80 dias sendo retidos na fazenda sem receber os pagamentos, com condições precárias de alojamento e sendo ameaçados de morte caso tentassem fugir do local. As vítimas teriam sido contratadas para trabalhar na construção de uma ponte sobre o Rio Prata, na divisa entre os municípios de Guiratinga e Pedra Preta, ambos em Mato Grosso, na Fazenda Oriente III.

A denúncia foi realizada no final do mês de julho.  A partir do conhecimento da situação, o MPF requisitou a abertura do inquérito na Polícia Federal, instaurou uma notícia de fato para que o Ministério do Trabalho fosse comunicado, e fez a coordenação das informações para que a ação do resgate fosse realizada.

“A informação chegou para o MPF e praticamente no mesmo dia requisitamos a abertura do inquérito, fizemos a solicitação ao Ministério do Trabalho, tudo de forma célere para que os órgãos fossem provocados, objetivando a realização do resgate dos trabalhadores”, explicou o procurador da República, lotado na unidade do MPF em Cáceres, Valdir Monteiro Oliveira Junior, atuando em substituição no 2º Ofício da unidade em Rondonópolis.

 

 

 

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TJMT mantém pena de 15 anos a homem que matou com 12 facadas colega de bar que não pagou cerveja

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Depois de discussão em um bar de Pedra Preta (a 238 km ao sul de Cuiabá), um homem matou, com 12 golpes de faca (tipo peixeira), um colega que se recusou a continuar pagando a bebida alcoólica consumida. O réu foi condenado, em júri, à pena privativa de liberdade de 15 anos de reclusão, no regime inicial fechado e apelou ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que negou recurso e manteve a condenação.

O crime ocorreu em 22 de agosto de 2014, por volta das 22h30, no centro de Pedra Preta. O autor estava em um bar com seu irmão e a vítima, que estaria lhe devendo dinheiro. A vítima tomava uma bebida chamada “gengibre” e alegou que não teria como pagar a dívida, pois, se tivesse dinheiro estaria tomando cerveja.

No entanto, acabou pagando algumas cervejas à dupla de irmãos e uma mulher que estava com eles. A desavença teria ficado mais acentuada quando o homem teria parado de pagar pelas bebidas e acabou sendo atacado por um dos irmãos que o atingiu na rua, desferindo 12 facadas com a peixeira. O caso foi a júri que considerou o suspeito culpado, com base nas provas apresentadas, incluindo relatos de testemunhas.

Uma testemunha que passava pelo local contou ter visto o suspeito fazer o movimento de retirar a faca do peito da vítima, mas se aproximando ainda mais, sendo visto pelo suspeito, este não parou de esfaquear a vítima, golpeando por mais seis vezes. A testemunha contou ter se impressionado com o fato de que mesmo sendo vista pelo suspeito, ele não parou de realizar golpes na vítima.

Inconformada, a defesa interpôs recurso junto à 2ª Câmara Criminal, que teve como relator o desembargador Pedro Sakamoto, cujo voto foi por nevar provimento, o que foi seguido pelos desembargadores Luiz Ferreira da Silva e Rui Ramos.

 

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