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Política Nacional

Campanha da comunicação do Senado reforça enfrentamento à covid-19

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selo_prevencao_covidA Secretaria de Comunicação Social do Senado (Secom) lançou uma campanha institucional de combate à covid-19, com a participação de todos os veículos de comunicação da Casa. Segundo a diretora da Secom, Érica Ceolin, a campanha mostra o engajamento cada vez maior do Congresso Nacional com as ações de combate à propagação do novo coronavírus no país.

— Logo que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, assumiu a interlocução entre os estados e o governo federal no Comitê de Enfrentamento à Covid-19, ele encomendou à Secretaria de Comunicação uma campanha que reunisse todas as medidas de prevenção à doença. Então nós reunimos os veículos da Casa para propagar as informações que já são conhecidas pela sociedade e merecem reforço, e para anunciar as novidades sobre as descobertas da medicina, além de esclarecer dúvidas que possam existir sobre as campanhas de vacinação — explicou.

hotsite Covid-19: Proteja-se, hospedado no Portal Senado Notícias, reúne textos e infografias, além de vídeos e áudios que esclarecem a população sobre as principais formas de se proteger da doença.

Vídeos elaborados pela TV Senado e exibidos ao longo da programação orientam sobre a forma correta de lavar as mãos, o manuseio adequado das máscaras, a identificação dos sintomas e o que fazer quando os sintomas são identificados. Reportagens e peças institucionais produzidas pela TV também esclarecem dúvidas relacionadas à vacinação.  

O Núcleo de Mídias Sociais (NMidias), responsável pela gestão dos perfis do Senado nas redes sociais, está produzindo posts para abordar, sob diversos ângulos, aspectos relativos a informação, prevenção e vacinação. Os posts Não adianta usar errado”, “Proteja-se do Coronavírus” e “É importante saber!” são exemplos que ilustram o que vem sendo divulgado nas redes sociais da Casa. Eles são sinalizados com a hashtag #Covid19ProtejaSe.

Rádio Senado participa da ação com novos spots que circulam nos intervalos da programação. O perfil da emissora no Instagram replica os conteúdos produzidos pelo NMidias, além de reforçar a campanha informativa no programa Conexão Senado, que vai ao ar de segunda a sexta, de 8h às 9h, com transmissão também pelo YouTube.

Além dessas iniciativas, a cobertura completa das atividades do Senado Federal sobre o combate à pandemia está disponível na página Senado Contra a Covid-19.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Joice e Frota vão colaborar na elaboração do pedido de impeachment de Bolsonaro

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Partidos articulam a elaboração de um pedido de impeachment contra Bolsonaro
Divulgação

Partidos articulam a elaboração de um pedido de impeachment contra Bolsonaro

Os deputados federais Joice Hasselmann (PSL-SP) e Alexandre Frota (PSDB-SP) aceitaram participar da elaboração de um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro . A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo .

As tratativas são lideradas por partidos de oposição . Os deputados e membros dos partidos PT, PSOL, PDT, UP, Rede, Cidadania, PC do B, PSB e PV devem se reunir nesta sexta-feira (23) para definir os trâmites do pedido.

Os partidos e parlamentares de ideologias contrárias à esquerda acreditam que o pedido é um desejo supraideológica, e preveem a adesão de outros partidos no pedido.

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) deve ser um dos convidados. À Folha , Kataguiri afirmou que vê a iniciativa com bons olhos, mas ressaltou não ter sido contactado ainda.

Outro que deve aparecer na lista é o presidente do NOVO, João Amoedo . A expectativa é que, se aceito, Amoedo possa incentivar outras lideranças políticas que já articula para aderirem ao pedido de impeachment de Bolsonaro.

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Política Nacional

Bolsonaro usará discurso de Salles para convencer países na Cúpula do Clima

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Entidades ambientais apontam que Brasil apresentou recorde de queimadas nos últimos dois anos
Bruno Kelly/Amazônia Real

Entidades ambientais apontam que Brasil apresentou recorde de queimadas nos últimos dois anos

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve usar os mesmos argumentos que seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, para convencer países ricos a injetarem dinheiro no Brasil para combater o desmatamento na Amazônia . Em seu discurso na Cúpula do Clima , nesta quinta-feira (22), Bolsonaro deverá apresentar um vídeo para dividir os planos de desmatamento em cinco fases: comando e controle, regularização fundiária, pagamentos por serviços ambientais, ações de zoneamento ecológico-econômico e promoção da bioeconomia.

Na reunião, o presidente brasileiro deverá adotar uma fala amistosa e defender as ações do país no combate ao desmatamento, manutenção do clima e interesse na preservação ambiental. No entanto, Bolsonaro deve esbarrar na resistência de países europeus e dos Estados Unidos em injetar dinheiro no Fundo Amazônia sem resultados concretos.

Ao contrário do que defende o governo federal, o país registra recordes de desmatamento na Amazônia há pelo menos dois anos. Em 2020, França, Alemanha e o então candidato à presidência dos EUA, Joe Biden, cobram ações de Bolsonaro para aumentar as fiscalizações na região florestal, mas as declarações foram rebatidas pelo presidente.

No encontro, Jair Bolsonaro deve voltar a questionar as ações de órgãos ambientais, como o Ibama e ICMbio, e prometer criar uma força de segurança ambiental. A medida deverá remanejar polícias militares que atuam na Força Nacional.

Outro ponto que deve ser criticado por Bolsonaro é o bloqueio de US$ 133 milhões pela redução de carbono entre os anos de 2006 e 2017. A expectativa do Palácio do Planalto é receber US$ 1 bilhão e somar aos US$ 3 bilhões travados no Fundo Amazônia.

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Embora o governo crie expectativas de que a apresentação convença os chefes de Estado, há países que devem aguardar o cumprimento das ações para voltar a investir no Brasil. À BBC, o ministro do meio ambiente da Noruega, Sveinung Rotevatn, afirmou ser necessários a redução dos índices de queimadas à curto prazo.

“A comunidade internacional está preparada para aumentar o financiamento assim que o Brasil apresentar resultados na redução do desmatamento. Diminuir o desmatamento no curto prazo é uma questão de vontade política, não de falta de financiamento adiantado”, disse Rotevatn.

A resistência de países ricos tem alvo: as ações tomadas por Ricardo Salles nas últimas semanas no Ministério do Meio Ambiente .

Salles se viu pressionado após o superintendente da Polícia Federal do Amazonas protocolar uma notícia crime acusando o ministro de defender interesses de madeireiras clandestinas. Um dia depois, o novo diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, trocou o comando da superintendência no estado.

Na última semana, Salles decretou que as sanções de fiscalização em áreas ambientais devem passar por um supervisor. Funcionários de órgãos ambientais, no entanto, reclamaram que a atitude do ministro dificulta o trabalho de fiscalização.

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