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Câmara Setorial do Terceiro Setor promove reunião nesta segunda-feira

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Dr. Gimenez explica a importância de profissionalizar o trabalho do terceiro setor que envolve mais de 12 milhões de pessoas no país e contribuir com serviços à sociedade

Foto: ROSE DOMINGUES A instalação da Câmara ocorreu no dia 29 de outubro do ano passado, reunindo diversos representantes de entidades, como OAB, Fundação André e Lucia Maggi, Rotary e Defensoria Pública

Foto: ROSE DOMINGUES

A Câmara Setorial Temática do Terceiro Setor promoverá a primeira reunião do ano nesta segunda-feira (16), às 9h, na sala de comissões da Assembleia Legislativa. Entre as pautas está a orientação sobre a captação de recursos públicos em Mato Grosso para o exercício de 2020. 

Conforme o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), que preside a CST, o objetivo principal é contribuir com a profissionalização na atuação de associações, fundações e entidades filantrópicas em todo o estado, de modo a melhorar a prestação dos diversos serviços oferecidos à sociedade. 

“Mais de 12 milhões de pessoas estão envolvidas em atividades filantrópicas do terceiro setor no Brasil, devido a esta relevância, nós instalamos a Câmara Setorial Temática no dia 29 de outubro do ano passado, buscando orientar, divulgar e informar esses profissionais acerca de elaboração de projetos, voluntariado e suas especificidades, gestão e administração financeira e contábil”. 

Com as novas regras advindas com o Marco Relatório, há necessidade que as entidades se adequem para atender as parcerias público-privadas (PPPs), por isso também serão tratados na reunião: divisão dos eixos de trabalho; divulgação de cursos para membros da Câmara Setorial, do Fundo para Infância e Adolescência e a Audiência Pública “Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil – Lei 13.019/2014 e suas aplicações práticas”.

Terceiro setor – É o conjunto de instituições como fundações, associações, organizações não governamentais, entidades filantrópicas e outras, que são iniciativas privadas porém sem fins lucrativos, que atuam em prol do bem comum e da cidadania. A capacitação dos profissionais que atuam no terceiro setor preenche lacunas sociais geradas pelas falhas no primeiro e segundo setores (governo e setor privado/mercado). 

Serviço – As entidades interessadas devem fazer contato com o gabinete pelo telefone (65) 3313-6795 ou pelo e-mail [email protected] 

Pauta: 

Evento: Primeira Reunião do ano da Câmara Setorial Temática do Terceiro Setor
Data: 16/03/20 (segunda-feira) 
Horário: 9h
Local: Sala das Comissões, n° 202 da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, localizada na Av. André Maggi nº 6, Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

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Jaime vê polarização em 2022, nega 3ª via e diz que DEM pode caminhar com Bolsonaro

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O senador Jaime Campos (DEM), vice-presidente nacional do partido,  sobre as eleições de 2022 no cenário nacional, disse que não vê dificuldade de o partido marchar com o presidente Jair Bolsonaro, sem partido. “Eu não vejo nenhuma dificuldade do DEM caminhar com o Bolsonaro. Acho que é o melhor caminho, o ideal”, disse o senador.

Conforme Jaime Campos, a água com óleo não se misturam. “O democratas foi sempre contra o PT e como é que vai? Até porque no Brasil falam em terceira ou quarta via, mas na verdade está polarizado. Queira ou não queira, é Bolsonaro e Lula. Mas só no ano que vem vamos ter uma certeza e eu recomendaria que o DEM vá com Bolsonaro”, argumentou quando questionado.

Sobre a sucessão estadual, Jaime Campos disse que “não vejo porque Bolsonaro não apoiar Mauro e Mauro não apoiar Bolsonaro. Eu sei que o presidente tem muita simpatia pelo Medeiros. Todavia, o que se pode fazer é o Mauro, que é candidato a governador, fazer uma articulação. Se lhe interessar. Mas acima de tudo, o Bolsonaro tem que se preocupar com eleição dele para presidente. Muitas vezes, não pode abrir mão de um apoio, em hipótese alguma, de um governador em detrimento de uma candidatura que ainda vai ser lançada, de um candidato a governador”.

O senador mato-grossense entende que no Brasil “não tem mais ambiente para golpe e nem nada. Talvez o presidente precise fazer uma melhor colocação. Vivemos em um estado democrático de direito em que a liberdade de expressão está garantida e foi uma luta de muitos anos, mas conquistamos. Eu não acredito em retrocesso dentro do processo democrático”, completou.

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Jaime defende voto auditável e fim do fundo eleitoral: “tem que fazer campanha com seu dinheiro e sola do sapato”

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Senador sugeriu ao presidente Bolsonaro para vete fundo eleitoral

O senador Jaime Campos (DEM), em entrevista na rádio Vila Real nesta quinta-feira (29), disse que é favorável ao voto auditável nas próximas eleições e posicionou-se contrário ao fundo eleitoral da forma como foi aprovado. Jaime disse que sugeriu ao presidente para vetar a matéria.

“Voto auditável é um assunto que surgiu e merece uma ampla discussão, através da Câmara e do Senado. Feito isso aí, tudo que for transparente, ético e republicano, eu sou favorável. Não tenho dificuldade nenhuma de afiançar que sou favorável, isso é ter um recibo, é transparência. Mas há um debate, o próprio Tribunal Superior Eleitoral está defendendo a tese de que isso é desconsiderar todas as eleições que foram feitas e causa uma desconfiança infinita em relação ao cidadão que votou”, esclareceu, acrescentando que “da minha parte, não sou eu quem decide, mas sou favorável ao voto auditável. Eu não posso falar sobre a urna eletrônica, defendo a tese de que tudo que for para deixar mais transparente tem o apoio do senador Jaime Campos”, destacou.

“Defendi em audiência com o presidente para ele vetar o fundo eleitoral. Hoje é R$ 2.7 bilhões, com a LDO foi para R$ 5.7 bilhões. Temos que acabar com o fundo eleitoral, temos que acabar com essa abundância de partidos políticos, temos 37 partidos, e muitos são partidos familiares para fazer balcão de negócio”, disse.

Segundo o senador democrata, “é inadmissível que o cidadão brasileiro trabalha 138 dias por ano só para pagar imposto e depois para financiar caixa de campanhas políticas. Não! O cidadão tem que fazer campanha com seu dinheiro ou com a sua proposta, com a saliva, com a sola do sapato. Eu sou contra. Pode pegar minha declaração eleitoral da campanha de senador que eu fiz, não recebi um centavo de real de fundo partidário. Sou contra porque esse dinheiro é fruto do suor do brasileiro. Disse ao presidente que ele tem que vetar urgentemente porque nós temos que acabar com esse escândalo no Brasil. Tudo leva a crer que o fundo deverá ficar na casa de R$ 3 a 4 bilhões”.

 

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