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Política Nacional

Câmara comemora Dia Internacional da Yoga

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A Câmara dos Deputados realizou sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Yoga, comemorado em 21 de junho. A data pretende conscientizar as pessoas sobre os benefícios da yoga, prática ancestral nascida na Índia que visa à ampliação da consciência e da espiritualidade e melhora da saúde global por meio da adoção de um novo estilo de vida.

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Homenagem ao Dia Internacional do Yoga. Apresentação de dança indiana com Maria Vilarinho - Mirabai
Apresentação de dança indiana durante a sessão solene

Em discurso lido em Plenário, o presidente Rodrigo Maia ressaltou que, no Brasil, desde 2017, a yoga foi incluída na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). “A expectativa é de que cada vez mais pessoas colham benefícios da prática de yoga. É a principal razão pela qual autoridades públicas de diferentes países vêm apoiando sua difusão”, afirmou.

A presidente do Instituto Laya Yoga no Brasil, Nadir Hilger, destacou que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão é a principal causa de incapacitação para o trabalho em todo mundo. “Vocês têm noção da gravidade disso? Eu estou convencida de que a forma mais eficaz, rápida e barata de converter esse quadro é com yoga”, ressaltou.

Yoga no SUS O coordenador das Práticas Integrativas e Complementares do Ministério da Saúde, Daniel Amado, afirmou que 78% dos municípios brasileiros registram a oferta de práticas integrativas no SUS, e mais de 16 mil estabelecimentos de saúde ofertam pelo menos uma das 29 práticas complementares. “O yoga já é ofertado em mais de 100 cidades brasileiras, onde foram registradas uma média de mais de 30 mil sessões de yoga por ano de forma gratuita, para garantir acesso para quem mais precisa e assim contribuir para a promoção da saúde”, relatou.

Para o médico José Ruguê, especialista medicina ayurvédica (que visa a harmonia entre corpo, mente e alma), as práticas integrativas, como yoga e ayurveda, auxiliam no tratamento de doenças degenerativas e crônicas. “Os tratamentos naturais são mais eficientes, mais benéficos, têm menor custo e menor efeito colateral. Isso está provado cientificamente, então nós temos que trazer isso aqui”, afirmou.

A deputada Érika Kokay (PT-DF), que solicitou a solenidade, destacou a importância da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde e da Felicidade – Frente Holística, lançada em maio deste ano. “Na frente parlamentar holística temos o objetivo de democratizar o conhecimento e promover a incorporação dessas práticas no cotidiano dos brasileiros, buscando a atenção dos profissionais de saúde e o respaldo das comunidades acadêmicas e científicas”, ressaltou.

História da data O Dia Internacional da Yoga coincide com o Solstício de Verão no hemisfério Norte, que é o dia mais longo do ano e tem significado especial em muitas partes do mundo. De acordo com a tradição yogi, a primeira transmissão do conhecimento da yoga foi feita neste dia por Shiva, o primeiro guru.

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Política Nacional

“Falta noção do espaço público”, diz Celso Lafer sobre reunião ministerial

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Celso Lafer no Roda viva
Reprodução/TV Cultura

Celso Lafer no Roda viva

Para o jurista e ex-ministro das relações exteriores do Brasil, Celso Lafer  o vídeo da reunião ministerial com Jair Bolsonaro divulgada na última sexta-feira (22), mostrou que “falta noção que aquilo é um espaço público e não um espaço privado”. 

“Tudo que foi revelado na reunião ministerial traz grande preocupação e indica como o governo conduz o processo decisório . Se o processo decisório é feito do jeito que se mostra no video, me preocupa”, afirmou o jurista.

A declaração foi feita durante entrevista ao programa Roda Viva da TV Cultura desta segunda-feira (25).

Veja também:  Toffoli não vê “transmissão de responsabilidade” em visita de Bolsonaro ao STF

Lafer, que foi ministro das relações exteriores no governo de Fernando Collor (1992) e de Fernando Henrique Cardoso (2001 e 2002), comparou com as  reuniões que já participou. “Creio que nunca vi nada parecido como forma de condução, mesmo no fim do governo Collor “, declarou o ex-ministro.

Quebra de tradição

Segundo  Celso Lafer, a política internacional do Brasil no governo Bolsonaro quebrou a tradição da política que era realizada anteriormente.

“A diplomacia brasileira sempre se caracterizou pela busca de cooperação e de entendimento entre os povos. Hoje vemos uma política internacional que se caracteiza pelo combate e pelo confronto e que não atende os interesses do Brasil”, avaliou durante a entrevista.  

Sobre a Venezuela

Questionado sobre a decisão do governo Bolsonaro de retirar o corpo diplomático brasileiro da Venezuela, Celso Lafer avaliou que “foi um equívoco”.

Leia mais:  Para Toffoli, “notinhas públicas” em reação a Bolsonaro não resolvem problemas

“Foi um equívoco porque a diplomacia e o corpo diplomático que está ligado a ela, dentro de um país, serve inclusive para informar o que está acontecendo naquele país. Quando você retira os embaixadores, perde essa comunicação”, explicou.

Sobre a pandemia

Lafer avaliou que a diplomacia “do confronto e do combate”, que está sendo adotada pelo governo de Jair Bollsonaro tem dificultado o combate à pandemia da Covid-19 , no que se refere a tentativa de conseguir recursos de outros países.

“O Itamaraty não está conseguindo fazer isso. E digo que não só ele. O próprio Ministério da Saúde não está conseguindo fazer essa relação. Eu vi alguém fazendo alguma coisa na época do ministro (Luiz Henirque) Mandetta”, afirmou. 

Lafer é formado em Direito Universidade de São Paulo (USP), tem mestrado e doutorado pela Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. E foi professor e chefe do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da USP.

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Política Nacional

Convocação de Weintraub pode ser exemplo para o governo, diz Weverton

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O senador Weverton (PDT-MA), que presidiu a sessão deliberativa remota nesta segunda-feira (25), disse considerar necessária a convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para dar explicações sobre declarações que fez em 22 de abril, durante reunião com o presidente da República e outros ministros. Para Weverton, a convocação, aprovada de forma unânime durante a sessão, é necessária, especialmente no momento atual. 

— É muito grave o que ele [Weintraub] sugere, o que estimula, principalmente em um momento difícil, de fortalecimento da democracia e também de reafirmação das instituições. O Senado age corretamente. E eu tenho certeza de que essa convocação vai servir de exemplo para que todos os outros integrantes do governo compreendam que nós estamos em um Estado democrático de direito e que não vamos admitir extrapolação das regras que a nossa Constituição impõe — declarou o senador.

Os requerimentos para a convocação foram apresentados pela senadora Rose de Freitas (Podemos-ES) e pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que criticaram as falas de Weintraub. Nessa reunião ministerial, cujo vídeo foi divulgado na sexta-feira (22), o ministro da Educação disse que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) deveriam ser presos. Ainda não foi marcada a data para a audiência.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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