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Política Nacional

Câmara aprova projeto que exige fisioterapeuta em CTI em tempo integral

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Najara Araujo/Câmara dos Deputados
Ordem do dia para votação de propostas.
Deputados aprovaram a exigência de presença ininterrupta de fisioterapeuta nos CTIs

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (4) o Projeto de Lei 1985/19, da deputada Margarete Coelho (PP-PI), que disciplina a permanência de fisioterapeutas em Centros de Terapia Intensiva (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. A matéria será enviada ao Senado.

Em seguida, a sessão da Câmara foi encerrada.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), cujo relatório foi lido em Plenário pela deputada Maria Rosas (Republicanos-SP).

A única mudança no texto retira a quantidade mínima de profissionais, que era de um para cada dez leitos. Entretanto, continua a determinação de que a presença do fisioterapeuta deverá ser ininterrupta, nos turnos matutino, vespertino e noturno, perfazendo um total de 24 horas.

A disponibilidade em tempo integral para assistência aos pacientes internados nesses centros de terapia intensiva deverá ser durante o horário em que o fisioterapeuta estiver escalado para atuar nesses locais.

“Pelo grau de importância do fisioterapeuta para o restabelecimento das pessoas internadas, a presença constante desse profissional é essencial, pois ele reduz o número de dias de internação, ainda mais nessa época de Covid-19”, afirmou a autora da proposta.

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

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Política Nacional

Bolsonaro sobre reeleição: “Devo disputar, não posso garantir”

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Presidente Jair Bolsonaro
Reprodução iG Minas Gerais

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que “deve” disputar a reeleição em 2022, mas que não pode “garantir” isso. Apesar de já adotar uma postura de candidato, e de frequentemente dizer que pode sair do governo só em 2026, Bolsonaro ainda não confirmou se disputará a reeleição.

A declaração foi feita em entrevista à rádio Mundial, da Bahia, enquanto o presidente falava sobre a busca de um partido político . Ele voltou a dizer que uma das opções é se filiar ao PP.

“Eu tenho que ter um partido político. Não sei se vou disputar as eleições do ano que vem. Devo disputar, não posso garantir. Temos conversado com vários partidos, entre eles o Partido Progressista, ao qual integrei por aproximadamente 20 anos ao longo de 28 que eu fui deputado federal.”

Bolsonaro também comentou a nomeação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para a Casa Civil , classificada por ele como “ministério mais importante do governo”:

“Trouxe para dentro da Presidência agora, (para) o ministério mais importante nosso, que é o da Casa Civil, o senador Ciro Nogueira, do Piauí, que é um homem adequado para conversar com o Parlamento.”

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O presidente disse ter “certeza” de que o diálogo com o Congresso irá melhorar “muito” e afirmou que “ninguém melhor” para essa tarefa do que Nogueira:

“Tenho certeza que a interlocução melhorará e muito. É um ministério muito importante para nós, tendo vista que nós temos que conversar com o Parlamento brasileiro. E ninguém melhor que do que um senador experiente como Ciro Nogueira.”

Sobre Luiz Eduardo Ramos, que chefiava a Casa Civil e foi deslocado para a Secretaria-Geral, Bolsonaro disse que ele é “nota 9”, mas que falta saber conversar com parlamentares.

“O general Ramos é uma pessoa nota 9. Ele não é 10 porque falta para ele um pouco de conhecimento para melhor conversar com o parlamentar. É a mesma coisa eu querer que o Ciro Nogueira converse com o Alto Comando da Forças Armadas.”

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Política Nacional

Miranda diz à PF que não gravou conversa com Bolsonaro e disponibiliza celular

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Deputado federal Luís Miranda
Agência Senado

Deputado federal Luís Miranda

Em depoimento à Polícia Federal (PF) nesta terça-feira, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) negou ter gravado a conversa que teve com o presidente Jair Bolsonaro em 20 de março, em que trouxe denúncias sobre a Covaxin, o mesmo que já havia dito em outras ocasiões. Deixou também seu celular à disposição das autoridades para extração das mensagens sobre o tema.

A PF investiga se o presidente Jair Bolsonaro teria cometido prevaricação ao deixar de levar adiante as denúncias apresentadas por Miranda e seu irmão, Luis Ricardo Miranda, servidor concursado do Ministério da Saúde.

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Luis Ricardo disse que estava sofrendo uma pressão atípica de superiores no processo de importação da Covaxin, vacina indiana comprada por R$ 1,6 bilhão em contrato hoje suspenso.

Miranda disse ao GLOBO que o delegado que o interroga nesta tarde de terça-feira é “muito sério e interessado na verdade dos fatos” e não perguntou “nada que me deixasse constrangido”. 

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