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Política Nacional

Câmara apresenta programa legislativo para vereadores do Nordeste

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Gustavo Lima / Câmara dos Deputados
Deputado André de Paula discursa no Plenário da Câmara
André de Paula: vereador percebe mais rápido angústias e esperanças do cidadão

O 2º vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado André de Paula (PSD-PE), participou nesta quinta-feira (25) do Encontro Nordestino de Legislativos Municipais. André de Paula apresentou aos vereadores do Nordeste o Programa de Interação Legislativa (Prolegis), rede digital que compartilha informações e ferramentas para aperfeiçoar o trabalho legislativo, seja na elaboração de normas, definição de políticas públicas ou fiscalização dos atos do Poder Executivo.

O encontro é realizado até sábado pela União de Vereadores de Pernambuco (UVP-PE) em parceria com a União de Vereadores do Brasil (UVB).

“O Prolegis pretende apoiar e assessorar nossos vereadores”, explicou André de Paula, que coordena o programa. “A realidade da enorme maioria das câmaras municipais, sobretudo no Nordeste, é de muita dificuldade com o assessoramento qualificado.”

O deputado considera a atividade de vereador ao mesmo tempo nobre e difícil. “Sempre digo que tenho muito orgulho de ter iniciado minha vida pública por uma câmara municipal, como vereador, que é o mandato que mais ensina e permite que o político esteja mais perto do povo. Os problemas começam no município e o vereador percebe com mais rapidez as angústias e esperanças do cidadão.”

Especialistas
Ao introduzir o Prolegis, André de Paula destacou a importância de contar com o apoio de um corpo técnico qualificado. “Olha que eu vim da Câmara de Vereadores do Recife. Mas a Câmara dos Deputados tem a elite do funcionalismo público. São concursos públicos disputadíssimos por gente do Brasil inteiro. Então você tem uma assessoria de primeiro mundo.”

André de Paula afirmou que os políticos, por terem funções generalistas sobre diferentes temas, precisam de especialistas para ajudar na elaboração dos textos legislativos. “Eu tenho projeto na área de saúde e não sou médico, sou advogado”, comentou.

Ensino
A Câmara dos Deputados também oferece ações educacionais para a capacitação de candidatos e parlamentares, como cursos a distância e trilhas de aprendizagem sobre cidadania e participação política.

Ainda no evento, André de Paula lançou o livro “Como se Fazem as Leis“, da Edições Câmara. Escrito pela consultora legislativa Luciana Botelho Pacheco, a obra apresenta o caminho que as propostas legislativas percorrem, com linguagem objetiva e acessível.

A publicação pode ser comprada na versão impressa ou adquirida gratuitamente em edição eletrônica na Livraria da Câmara.

Reportagem – Francisco Brandão
Edição – Natalia Doederlein

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Moro pode migrar para União Brasil para acelerar campanha presidencial

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Moro pode migrar para o União Brasil e acelerar campanha presidencial
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Moro pode migrar para o União Brasil e acelerar campanha presidencial

Dois meses e meio depois de filiar o  ex-ministro Sergio Moro para disputar a Presidência da República, o Podemos abriu conversas que poderão resultar na migração do seu pré-candidato para o União Brasil, partido formado pela fusão entre DEM e PSL.

A mudança está sendo negociada com a presidente da sigla do ex-juiz da Lava-Jato, a deputada Renata Abreu (SP), que tem visto correligionários de diferentes estados pularem para os palanques dos dois principais adversários de Moro: o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Integrantes do União Brasil admitem abertamente que sonham com o ingresso de Moro para encabeçar a chapa presidencial pela legenda recém criada, que aguarda apenas o aval do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ser formalizada, o que deve ocorrer em fevereiro. Renata Abreu também não descarta o movimento, embora ressalte que as conversas estão em estágio inicial.

“Parlamentares do União Brasil pediram para avaliarmos esta possibilidade de o Moro migrar para o partido, mas não temos nada concreto”, afirmou Renata ao Globo.

Nos atuais termos do debate em curso, a própria Renata seria beneficiada. Para convencê-la a abrir mão do nome escolhido para representar seu partido na corrida ao do Planalto, representantes da União Brasil estariam dispostos a oferecer à deputada o posto de vice na chapa. As negociações foram reveladas pelo colunista Lauro Jardim.

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Bolsonaro: ministros substitutos já estão “praticamente acertados”

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Bolsonaro: ministros substitutos já estão
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Bolsonaro: ministros substitutos já estão “praticamente acertados”

presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou nesta terça-feira (18) que 12 ministros deverão deixar seu governo para concorrer e que já está “praticamente acertado” quem os substituirá. De acordo com o presidente, os ministros deverão deixar o cargo até o final de março.

Segundo Bolsonaro, cada ministro produziu um relatório do trabalho de cada pasta nos últimos três anos. A declaração foi dada à “Sidys TV”. A desincompatibilizaçao do cargo, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, deve ocorrer seis meses antes das eleições: neste ano, até 2 de abril.

“Cada ministro já fez um relatório do que foi feito nos últimos três anos. Nós vamos continuar trabalhando sem parar. No final de março, devemos ter 12 ministros que vão concorrer a cargos eletivos pelo Brasil e já está praticamente acertado quem os substituirá. E continuarão mantendo o mesmo ritmo”, disse Bolsonaro na entrevista.

O presidente admitiu ainda que alguns de seus auxiliares desejam concorrer ao mesmo cargo: o ministro das Comunicações, Fábio Faria, e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Segundo Bolsonaro, ambos desejam se candidatar ao Senado pelo Rio Grande do Norte mas, caso isso ocorra, ficará “muito difícil”.

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“Os dois ministros querem o Senado, né? Vamos ver se chegam num acordo. Se os dois disputarem, fica muito difícil. São dois quadros excepcionais do Rio Grande do Norte”, afirmou.

Ao comentar sobre as eleições presidenciais, Bolsonaro disse que a eleição não vai ser “difícil” para o povo brasileiro. Segundo ele, o pleito será uma comparação entre os quatro anos de seu mandato com os 14 dos governos do PT que, segundo o presidente, foram marcados por ilusões e corrupção.


“Não vai ser uma eleição difícil para o povo brasileiro. Vocês vão poder comparar praticamente quatro anos do meu governo com 14 do PT. Lá atrás, marcado por promessas, ilusões e um governo com muita corrupção e sem perspectiva de futuro. E o nosso, nós temos mostrado o que tem sido feito ao longo desse tempo. Então não acho que vai ser difícil a população escolher em outubro quem ela quer para comandar nosso país”, disse.

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