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Política Nacional

Calheiros considera incluir 10 novos pedidos de indiciamento; saiba de quem

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Calheiros considera incluir 10 novos pedidos de indiciamento; saiba de quem
Reprodução: iG Minas Gerais

Calheiros considera incluir 10 novos pedidos de indiciamento; saiba de quem

Senadores do grupo majoritário da  CPI da Covid, o chamado G7, trabalham para inserir pelo menos dez novos nomes nos pedidos de indiciamento apresentados esta semana pelo relator,  Renan Calheiros (MDB-AL). Na lista, estão integrantes e ex-integrantes do Ministério da Saúde, como o ex-coordenador de logística Alex Lial Marinho; o ex-assessor Marcelo Bento Pires; a fiscal de contratos Regina Célia de Oliveira; o secretário de Ciência e Tecnologia, Hélio Angotti Netto; e o assessor técnico Thiago Fernandes da Costa.

Também está na mira do colegiado Heitor Freire de Abreu, que é auxiliar do ministro da Defesa, Walter Braga Netto. Os dois trabalharam juntos no Centro de Coordenação de Operações da Pandemia, quando Braga Netto chefiou a Casa Civil.

Outro que poderá entrar na lista é o reverendo Amilton Gomes de Paula, fundador da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), uma associação privada — ele se envolveu na tentativa frustrada de venda de doses da AstraZeneca.

Segundo o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan já acatou diversas sugestões feitas ontem. Randolfe disse que ainda vai sugerir a inclusão do coronel da reserva Helcio Bruno de Almeida, presidente do Instituto Força Brasil (IFB), que teria intermediado encontros entre vendedores de vacinas e o Ministério da Saúde.

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“Sempre é necessário um pente-fino no trabalho que foi feito. Pelo excesso de serviço, alguns nomes acabaram sendo omitidos. O relatório está perfeito, impecável, só por uma circunstância ou outra estamos vendo a possibilidade de acréscimos”, disse Randolfe.

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Política Nacional

Promulgação da PEC dos Precatórios será fatiada, diz Arthur Lira

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC)  23/21, conhecida como PEC dos Precatórios terá promulgação “fatiada”. O objetivo é viabilizar o aumento do Auxílio Brasil. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), as duas Casas Legislativas farão “o máximo esforço” para promulgar o quanto antes as partes da proposta em que houve acordo. Depois de promulgadas, serão publicadas e entrarão em vigor.

Já as alterações feitas pelo Senado voltam à Câmara para nova apreciação como proposta  independente.

“Nem mercado, bolsa, dólar, empresários, municípios, credores, e muito mais ainda, aqueles que precisam do Auxílio Brasil podem esperar uma tramitação de novo de CCJ [Comissão de Constituição e Justiça], de comissão especial e de plenário duas vezes. É muito normal que textos comuns possam ser promulgados”, disse Lira, após sair da reunião do colégio de líderes. Segundo Lira, as assessorias de Câmara e Senado definirão o que já pode ser promulgado e o que deve voltar à análise dos deputados.

Na tarde desta quinta-feira (2), o Senado Federal aprovou, por 64 votos a favor e 13 contra, no primeiro turno, e 61 votos a favor e 10 contra, no segundo turno, a PEC dos Precatórios.

Entre as principais modificações feitas pelo relator, está a redução do prazo de vigência do limite no Orçamento destinado ao pagamento dos precatórios. Pelo texto aprovado, o teto de gastos, que restringe o crescimento das despesas à inflação, terá que ser rediscutido novamente em 2026, medida contraria o que desejava o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Ainda segundo a proposta, o espaço fiscal aberto com a restrição do pagamento dos precatórios e a mudança no cálculo do teto de gastos do governo – um total de R$ 106 bilhões – será inteiramente destinado a fins sociais, como programas de combate à pobreza e extrema pobreza, saúde, assistência social e previdência.

*Com informações da Agência Câmara

Edição: Nádia Franco

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Política Nacional

Lula lembra conselho de Fidel Castro para não desistir da política após derrota

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O ex-presidente Lula em entrevista ao Podpah
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O ex-presidente Lula em entrevista ao Podpah


Até chegar à Presidência da República, em 2003, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) experienciou diversas derrotas eleitorais. Ele conta que quando ficou em quarto lugar na disputa para o governo de São Paulo, em 1982, pensou em desistir. Mas voltou atrás após ouvir um conselho do então presidente de Cuba, Fidel Castro.

“Fui pra Cuba, conheci o Fidel, gente boa. (…) Falei: ‘tô pensando em parar'”, contou em entrevista ao podcast Podpah, transmitida na noite desta quinta-feira (2) no Youtube. Segundo Lula, o cubano o fez repensar seus planos após ouvir a quantidade de votos que ele recebeu, mesmo sendo derrotado.

“‘Lula, não existe na história da humanidade um operário metalúrgico que conseguiu um milhão de votos’. Aí eu pensei: ‘eu sou bom'”, comentou, aos risos.


Apontado como pré-candidato à Presidência da República, Lula aparece como  líder de intenções de votos para retornar ao Palácio do Planalto em todas as pesquisas divulgadas nos últimos meses. Ao longo desse período, o petista tem participado de programas populares, como o podcast Mano a Mano, apresentado pelo rapper Mano Brown, e agora o Podpah.

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