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Calcinhas absorventes para pessoas com deficiência chegam ao mercado

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Toda a produção das calcinhas absorventes para pessoas com deficiência é feita em território nacional
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Toda a produção das calcinhas absorventes para pessoas com deficiência é feita em território nacional

A marca brasileira Herself, especializada em criar itens de higiene para pessoas que menstruam, lançou calcinhas absorventes especialmente voltada para pessoas com deficiência (PcDs). Com o intuito de trazer mais autonomia no momento da troca da peça, a calcinha conta com uma abertura lateral e está disponível do tramaho 30 ao 60. É a primeira vez que o item é confeccionado e dispnibilizado no país e conta com produção totalmente brasileira

Além das calcinhas absorventes, a empresa também vai lançar um mix de produtos para pessoas com deficiência. Entre eles estão top com abertura frontal e toalha absorvente com velcro para fixar na cadeira de rodas. 

“Acreditamos que a menstruação não deve ser um limitante para ninguém. Isso começa especialmente na modelagem que temos e agora, com uma opção que atende também pessoas com deficiência”, afirma Raissa Assmann Kist, fundadora e CEO da marca.

Segundo dados divulgados pela ONU, Organização das Nações Unidas, 500 milhões de pessoas vivem em situação de pobreza menstrual. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 45 milhões de pessoas vivem com algum tipo de deficiência. 

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Fonte: IG Mulher

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7 mitos e verdades sobre cabelos

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7 mitos e verdades sobre cabelos
Redação EdiCase

7 mitos e verdades sobre cabelos

Médica esclarece as principais dúvidas sobre cuidados com os fios

Cuidados com os cabelos é um assunto que desperta muita dúvida na maioria das pessoas. Além disso, também é um tema repleto de mitos e verdades. Para esclarecê-los, conversamos com a Dra. Cristiane Braga, médica especialista em dermatologia, medicina estética e tricologia.

> Saiba como proteger a pele nos dias frios

1. Devo lavar os cabelos com mais cuidado no verão?

Verdade! Os cabelos devem ser lavados com alguns cuidados para evitar o ressecamento excessivo: usar água morna (ou fria, quando possível), usar um xampu para cabelos normais e sempre aplicar um condicionador ou máscara nos fios (exceto no couro cabeludo) para melhorar a hidratação.

2. Água muito quente danifica os fios?

Verdade! Danifica, pois desidrata os fios e, dependendo da temperatura da água, pode até desnaturar suas proteínas. Quando a água está acima de 36°C, ela estimula a produção das glândulas sebáceas , o que pode colaborar para a queda de cabelo, deixá-lo opaco e quebradiço.

3. Dormir com os cabelos molhados prejudica a raiz?

Verdade! Isso acontece porque o couro cabeludo úmido cria um ambiente propício para o crescimento de fungos e bactérias, aumentando a chance do desenvolvimento de dermatite seborreica.

4. Chá de camomila clareia o cabelo?

Verdade! O extrato seco de camomila, presente no chá, possui substâncias clareadoras que em contato com a radiação UV (sol) são potencializadas.

> Cabelos coloridos: veja 4 tendências que não saem da moda

5. O cloro deixa o cabelo esverdeado?

Mito! Na realidade, o cloro provoca uma oxidação do pigmento, deixando-o menos intenso. Nos cabelos loiros pode ficar levemente esverdeado.

6. O sol pode queimar o cabelo?

Verdade! Assim como na pele , a radiação UV também danifica os fios, desnaturando suas proteínas e tornando-os frágeis, ressecados e opacos.

7. Passar abacate nos fios ajuda a hidratar?

Verdade! O abacate possui óleos vegetais que melhoram muito a hidratação dos fios.

Confira mais dicas para cuidar dos cabelos na  revista ‘Inspire-se Beleza’

Fonte: IG Mulher

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Plataforma ajuda pessoas que buscam relacionamento ‘sugar’

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Plataforma proporciona que 'sugar daddies' e 'sugar babies' se encontrem
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Plataforma proporciona que ‘sugar daddies’ e ‘sugar babies’ se encontrem

Os padrões de relacionamento mudaram muito ao longo dos anos e hoje em dia é possível viver relações de diversas formas, com diferentes tipos de acordos e interesses. Uma das experiências afetivas mais questionadas e problematizadas é a relação ‘sugar’. Nela, um dos parceiros tem uma situação econômica estabilizada, leva um padrão de vida alto e deseja proporcionar este conforto para quem está se relacionando.

Em contrapartida, a outra pessoa da relação prioriza este status como um dos pontos principais para se relacionar e essa condição fica clara para quem pode proporcionar esta experiência. Com os diversos tipos de plataformas de relacionamentos disponíveis hoje em dia, é possível encontrar aplicativos específicos para quem busca um busca ‘sugar daddy’ ou um ‘sugar baby’ para chamar de seu. A maquiadora e importadora de jóias, Lara Cristin, 22, é uma ‘sugar baby’ e usa a plataforma Meu Patrocínio para se envolver com homens mais velhos que possam lhe proporcionar experiências de luxo.

Ela conta que a maior motivação para usar o serviço foram as más experiências que teve em relações no passado.

“A frustração que a gente vive nos relacionamentos hoje em dia é a minha maior motivação para utilizar a plataforma. Ninguém leva a nada sério, parece que está tudo tão supérfluo, então prefiro manter as relações que o Meu Patrocínio me proporciona”, diz.

A maquiadora completa dizendo que se sente mais valorizada hoje em dia pelas experiências que já viveu devido a plataforma. “Eu considero que sou uma mulher que mereço o melhor, mereço conhecer pessoas legais e na plataforma é tudo muito direto, você conhece pessoas que vão se esforçar para te conquistar. Eu não gosto de homem mais novo. Quando estou em festas e aparece um homem mais velho, minhas amigas já falam: ‘olha lá, seu número'”, brincou Lara.

Para especialista é preciso quebrar estereótipos sobre relacionamentos sugar
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Para especialista é preciso quebrar estereótipos sobre relacionamentos sugar

Segundo dados do Meu Patrocínio, a plataforma já conta com mais de 2.8 milhões de usuários sendo estes 1.8 milhão de sugar babies femininos, 638 mil babies masculinos, 279 mil sugar daddies e 48 mil sugar mommies. Para o diretor de comunicação de relacionamento da empresa, Caio Bittencourt, é preciso desmistificar alguns tabus sobre a relação sugar. “Estamos acostumados a lidar com estereótipos a todo tempo, como por exemplo, onde pessoas bonitas são consideradas fúteis, pessoas ricas arrogantes, mulheres solteiras que se apaixonam por alguém com estabilidade financeira interesseiras, e por aí vai. É importante desmistificar estes preconceitos”, diz.

Caio complementa dizendo que um ‘sugar daddy’ não necessariamente será um homem mais velho e que este estereótipo precisa ser quebrado. “É importante frisar que especialmente nesta era digital em que vivemos, muitas pessoas conseguem fazer fortuna ainda enquanto jovens. Existem ‘daddies’ que são herdeiros, empresários talentosos que alcançaram muito sucesso precocemente ou investidores, por exemplo”, comenta o diretor. O comandante de empresa aérea, Marco Antonio Saeger Marinho, 60, é um exemplo de ‘sugar daddy’ que utiliza a plataforma. Ela conta que já viveu tanto experiências positivas quanto negativas utilizando o serviço. “Já tive contatos agradáveis e desagradáveis. Em um encontro que eu tive no passado, a pessoa não era a mesma da foto, mas hoje em dia a plataforma já se previne melhor sobre isso”, diz. Ele completa dizendo que já conseguiu viver relacionamentos estáveis a partir da plataforma, mas que eles “terminaram porque tudo tem seu tempo”.

O comandante ainda dá dicas para quem quer usar uma plataforma de relacionamento de forma segura. “Depois de ver que tem uma afinidade durante uma conversa inicial na plataforma, eu parto para um aplicativo de conversa privado e depois faço uma videoconferência, antes de marcar um encontro presencial. São passos importantes para eu me certificar que não estou entrando em uma ‘roubada'”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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