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Economia

Caixa paga auxílio de R$ 300 para beneficiários do Bolsa Família

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A Caixa realiza hoje (23) o pagamento de R$ 428,6 milhões da primeira parcela do auxílio emergencial residual para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final 5 do Número de Identificação Social (NIS).

Para quem recebe o Bolsa Família nada muda. O recebimento do Auxílio Emergencial Extensão atende aos mesmos critérios e datas do benefício regular, permitindo a utilização do cartão nos canais de Autoatendimento, Unidades Lotéricas e Correspondentes Caixa Aqui; ou por crédito na conta Caixa Fácil.

Para o pagamento do Auxílio Emergencial Extensão, os beneficiários do Bolsa Família tiveram avaliação de elegibilidade realizada pelo Ministério da Cidadania – conforme Medida Provisória nº 1.000, de 2 de setembro de 2020 – e recebem o valor do Programa Bolsa Família complementado pela extensão do auxílio emergencial em até R$ 300 ou em até R$ 600, no caso de mulher provedora de família monoparental. 

Se o valor do Bolsa Família for igual ou maior que R$ 300 ou R$ 600, o beneficiário receberá o valor do Bolsa Família, sempre privilegiando o benefício de maior valor.

 

Edição: Kleber Sampaio

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Economia

Advogado criminalista fala sobre fake news e eleições em live do iG nesta quinta

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Brasil Econômico

homem de barba
Divulgação

Augusto Arruda Botelho é entrevistado do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta


Nesta quinta-feira (29), o Brasil Econômico ao Vivo recebe o advogado criminalista, Augusto Arruda Botelho , para falar sobre fake news e eleições às 17 horas. O programa faz parte de projeto de lives que acontecem sempre às  quintas.


Augusto é mestrando em Direito Penal Econômico pela Faculdade de Direito da Fundação Getulio Vargas, especialista em Direito Penal Econômico pela Universidade de Coimbra e especialista em Direito Penal pela Universidade de Salamanca.

O advogado também é membro do Grupo Prerrogativas. Outras atuações se destacam ao longo da sua carreira, como ex-presidente e conselheiro no Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) e conselheiro da Human Rights Watch.

Lives do Brasil Econômico

As entrevistas sempre contam com participação de jornalistas convidados e são transmitidas simultaneamente no perfil do Facebook do iG e no canal do YouTube. Internautas poderão interagir e mandar perguntas durante a entrevista.

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Economia

Apenas 8% das mulheres negras no Brasil ocupam cargos de liderança

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Brasil Econômico

Mulher negra em escritório
Unsplash/Christina @ wocintechchat.com

Apenas 8% das mulheres negras ocupam cargos de liderança


Segundo pesquisa realizada pela consultoria Indique Uma Preta e pela empresa Box1824, apenas 8% das mulheres negras brasileiras que trabalham no mercado formal ocupam cargos de gerente, diretora ou sócia proprietária de empresas e menos da metade das mulheres negras exerce trabalho remunerado.


As responsáveis pelo levantamento disseram à Folha de S. Paulo que os dados mostram a importância das empresas estarem atentas à evolução da carreira desses profissionais dentro das corporações não só ao processo seletivo.

A pesquisa está prevista para ser lançada nesta quarta-feira (28), e ouviu 1 mil mulheres negras, com idades entre 18 e 65 anos, entre março e setembro deste ano. Das entrevistadas, 54% não exerciam trabalho remunerado e, destas, 39% estavam em busca por emprego.

Das 46% que estava trabalhando, 20% eram autônomas, e das empregadas no mercado de trabalho formal, apenas 2% eram diretora, 3% sócia proprietária e 3% gerente. Enquanto que presidentes e vice-presidentes somam um número tão pequeno, que se arredondar, o percentual fica em 0%. Mas existem casos isolados, principalmente no Nordeste.

Das mulheres empregadas no mercado de trabalho formal, 23% eram assistentes ou auxiliares, 18% profissionais administrativos ou operacional, 8% analistas e 5% eram estagiárias ou trainees.

Das entrevistadas, 72% relataram que também não foram lideradas por uma mulher negra nos últimos cinco anos.

51% das mulheres negras ouvidas afirmaram que receber promoção foi difícil ou muito difícil nos últimos anos e 35% disseram insatisfeitas ou muito insatisfeitas com a falta de oportunidades.

O mito da falta de qualificação

A pesquisa também identificou quatro principais barreiras que impedem o avanço das mulheres negras no mercado de trabalho , sendo a primeira delas o mito de que essas profissionais não teriam a qualificação necessária.

As mulheres ouvidas observam que os negros são maioria nas universiades públicas hoje em dia (50,3%, segundo dados do IBGE de 2019) e que as profissionais negras estão sempre em busca de melhorar a formação.

Ainda segunda pesquisa, 43% delas pretendem voltar ou continuar a estudar e 31% desejam de capacitação na área em que atuam.

A segunda barreira identificada é o fato de que boa parte das contratações no Brasil são feitas por indicação. E segundo a pesquisa, 46% das mulheres negras conseguiram o trabalho atual por meio de processo seletivo, contra 26% que entraram por indicação.

Segundo as representantes da pesquisa , isso acontece porque os brancos hoje são a maioria do mercado de trabalho formal e pessoas brancas tendem a ter mais outras pessoas brancas em seu círculo de conhecidos. Acaba que a indicação perpetua desigualdade.

As outras duas barreiras identificadas são políticas de diversidade genéricas adotadas pelas empresas e o medo das corporações de errar ao adotar ações de inclusão que possam levar a uma paralisia.

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