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Economia

Caixa já pagou 42% do FGTS

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Um balanço divulgado pela Caixa Econômica Federal (Caixa), neste sábado (26), aponta que foram pagos mais de R$ 16,9 bilhões a mais de 40 milhões de trabalhadores por meio do Saque Imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Já receberam o dinheiro correntistas da Caixa e os nascidos entre janeiro e março que foram pessoalmente às agências do banco.

Ainda segundo a Caixa, que já liberou 42% dos R$ 40 bilhões previstos, na manhã de hoje o atendimento nas agências foi tranquilo “sem intercorrências e sem tumulto”. Além do atendimento especial nas agências neste sábado, o horário estendido continua na segunda-feira (28). A lista das agências com horário especial de atendimento está no site da Caixa.

Novo cronograma

Conforme anunciado esta semana, a Caixa antecipou o calendário do Saque Imediato do FGTS para mais de 52 milhões de trabalhadores. De acordo com o novo cronograma, todos os pagamentos deverão ser feitos pelo banco ainda em 2019. A data limite para recebimento dos valores continua sendo 31 de março de 2020. Caso o saque não seja feito até lá, os valores retornam para a conta de FGTS do trabalhador, sem qualquer ônus.

 
 
Edição: Fernando Fraga

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Economia

Dívidas com Finam e Finor podem ser quitadas com até 70% de desconto

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Empresas do Norte e Nordeste do país já podem renegociar suas dívidas com os Fundos de Investimento da Amazônia (Finam) e do Nordeste (Finor), administrados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). O prazo para renegociação dos débitos vai até 18 de dezembro. A portaria que disciplina procedimentos, requisitos e condições necessárias para a quitação e a renegociação das dívidas foi publicada na edição desta quarta-feira (20) do Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo ministro Rogério Marinho. 

Segundo o governo, a medida permite a quitação das debêntures (títulos de dívidas de empresas) com descontos que podem chegar a até 70% do valor total do débito no caso de quitação, com a possibilidade de exclusão de encargos e de juros de mora por inadimplência. Para quem pretende renegociar os débitos, a extensão do pagamento poderá ser feira em até sete anos, incluídos dois anos de carência. Em qualquer caso, informou o MDR, será estabelecida uma nova base de cálculo de indexação da dívida, aproximando a realidade desses fundos ao praticado no mercado. A renegociação deve ser feita diretamente com a instituição financeira, que são o Banco do Nordeste (Finor) e o Banco da Amazônia (Finam).

De acordo com o MDR, em nota, a portaria atende uma demanda histórica de empresários do Norte e Nordeste, uma vez que o índice de inadimplência das carteiras de debêntures do Finam e Finor chega a 99% “em consequência da complexidade do sistema, da alta carga moratória de juros e da insegurança jurídica causada por várias mudanças legais, principalmente entre 1991 e 2000”. Atualmente, a dívida de empreendedores com os dois fundos chega a R$ 49,3 bilhões. A meta do governo é atender mais de 1,7 mil empresas e renegociar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 5 bilhões, com retorno para os fundos de R$ 400 milhões a R$ 1 bilhão.

Para participar, as empresas devem ter recebido o Certificado de Empreendimento Implantado (CEI), estarem com projetos em implantação regular ou terem tido incentivos financeiros cancelados por fatores externos. A renegociação de dívidas permite ao devedor limpar seu nome perante as instituições bancárias e retirar possíveis restrições para tomada de crédito em outras modalidades oferecidas.

Edição: Aline Leal

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Economia

Copom mantém Selic a 2% ao ano pela quinta vez consecutiva

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Brasil Econômico

Copom
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Aumento de casos e nova cepa da Covid-19 fizeram Banco Central recuar e manter taxa básica de juros

O Comitê de Políticas Monetárias do Banco Central (Copom) manteve, nesta quarta-feira (20), a taxa básica de juros em 2% ao ano. Essa é a quinta vez consecutiva que a Selic não sofre alterações . A última vez que houve mudanças na taxa foi em agosto, quando o Banco Central estipulou o índice em 2% devido à pandemia.

Mesmo com a alta na inflação, a  decisão já era esperada por especialistas após o aumento de casos de Covid-19 no Brasil e o atraso na vacinação . O possível retorno do auxílio emergencial também provocou a manutenção da Selic.

“Em outras palavras, estão optando por determinada estratégia que depende de como os eventos econômicos se sucedem. Assim, espera-se que haja manutenção da taxa de juros em 2%”, afirma Matheus Jaconeli, economista da Nova Futura Investimentos.

Em comunicado, os analistas informaram que a nova cepa do coronavírus encontra na Europa também preocupa, além do receio de uma repercussão negativa no mercado financeiro caso a taxa básica fosse reajustada.

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“Eles tentarão segurar este aumento até onde der para não mostrar uma sinalização ruim para o mercado financeiro. No entanto, se as reformas não andarem ao longo do ano, será inevitável a subida da Selic”, ressalta Fabrizio Gueratto, financista do Canal 1Bilhão Educação Financeira.

A reunião começou na última terça-feira (19) quando já havia a especulação do recuo do Banco Central em aumentar a taxa de juros. Na primeira parte do encontro, foram feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial, e o comportamento do mercado financeiro.

Meta de inflação

A Selic representa o principal instrumento do governo para controlar a inflação, garantindo que ela fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) . Para 2021, a meta está em 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%. Para 2022, a meta é 3,5%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Impacto no dia a dia

O Copom fixa a Selic em cima da meta da inflação para o ano vigente e influência diretamente na economia do país: quanto maior a taxa, menor será a alta nos preços .

A medida também afeta na oportunidade de créditos à população. Quando a taxa está alta, há grande possibilidade de aumento nas taxas bancárias e consequentemente intervêm nos ânimos das instituições em fornecer empréstimos. 

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