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CAFÉ/CEPEA: Mesmo com avanço da colheita de arábica, negócios estão lentos

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Cepea, 27/07/2022 – Apesar do avanço da colheita da temporada brasileira 2022/23 de café arábica (informações de colaboradores do Cepea indicam que as atividades alcançaram entre 45% e 55% da área nacional), os negócios seguem em ritmo muito lento no mercado físico. Isso porque os futuros do arábica oscilaram significativamente na Bolsa de Nova York nos últimos dias e, com isso, a maior parte dos vendedores se retirou do mercado, adotando postura mais cautelosa. ROBUSTA – A colheita da variedade está bem perto do fim no Espírito Santo e em Rondônia. De forma geral, a temporada 2022/23 está terminando com bom volume no ES. Em Rondônia, porém, houve quebra de produção, devido ao clima desfavorável. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Fungicida carbendazim é proibido pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (08), por unanimidade, a proibição, em todo o país, do uso do fungicida carbendazim em produtos agrotóxicos. 

 Por ser largamente utilizado por agricultores brasileiros nas plantações de feijão, arroz, soja e de outros produtos agrícolas, a fim de evitar danos ao meio ambiente, devido à queima ou ao descarte inadequado, a eliminação do produto será realizada de forma gradual. Por outro lado, a importação, tanto do produto técnico como do formulado, será proibida de imediato, a partir da publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC). 

Para a produção, na versão formulada, a proibição começará a valer dentro do prazo de três meses, já para a comercialização, a proibição terá início no prazo de seis meses, contados a partir da publicação, que deverá ocorrer nos próximos dias. 

A Anvisa dará prazo de 12 meses para o início da proibição da exportação desses produtos

A determinação de suspensão do carbendazim já havia sido feita de forma cautelar no dia 21 de junho, durante reunião extraordinária da diretoria colegiada da Anvisa. Entre os argumentos para a proibição do produto está a suspeita de  de mutagenicidade, carcinogenicidade, toxicidade para o desenvolvimento e toxicidade reprodutiva.

Apesar de estar entre os 20 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, o carbendazim é proibido em países da Europa, na Austrália e nos Estados Unidos há muitos anos.

Fonte: AgroPlus

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Brasil negocia primeiro embarque de milho para a China

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Conforme fontes do governo, há a possibilidade de o Brasil embarcar o primeiro lote de milho para a China ainda neste ano. Inicialmente, a expectativa era de que o produto enviado para a China seria o da safra 2022/2023, porém os chineses precisam do milho antes. 

No entanto, para que isso ocorra, o Brasil precisará atender os requisitos de ordem técnica exigidos pela China. Conforme um interlocutor que acompanhou a negociação, o que definirá se o milho embarcado será o desta safra ou da próxima é o cumprimento dos requisitos.

Em virtude da sua necessidade pelos grãos, a China concordou com a antecipação dos embarques da safra 2022/2023 para o milho produzido em 2021/2022, abrindo mão do monitoramento de eventuais pragas, que possam ter acometido as lavouras do cereal. Em reunião para apresentar os protocolos de exportação à China, nesta sexta-feira (05), o governo sinalizou que os primeiros embarques de milho poderiam ser realizados ainda neste ano e que o governo chinês já teria emitido licenças para as empresas brasileiras exportarem milho. 

Diante disso, as empresas brasileiras têm até o dia 19 deste mês para manifestar interesse em exportar o cereal para a China junto ao ministério da Agricultura, que fará a avaliação das unidades e então concederá a habilitação.

Segundo o informe do governo da China, esta safra não precisará cumprir todas as exigências de controle das 18 pragas quarentenárias indicadas no protocolo, porém, para a próxima,o cumprimento já será obrigatório. 

 A antecipação da China pelos embarques de milho ocorre devido a preocupação, cada vez maior, em garantir o abastecimento para a produção de carne suína, de aves e de ovos. 

Fonte: AgroPlus

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