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Agro News

CAFÉ/CEPEA: Arábica avança 7,2% na parcial de janeiro

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Cepea, 20/01/2021 – Dados levantados pelo Cepea mostram que os preços do café arábica seguem em forte alta no Brasil. Na parcial deste mês (de 30 de dezembro de 2020 a 19 de janeiro), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, avançou 43,85 Reais por saca de 60 kg (ou +7,2%). Na sexta-feira, 15, especificamente, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 renovou o recorde nominal da séria do Cepea (iniciada em 1996), quando fechou a R$ 651,99/sc. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem da alta externa e, sobretudo, da retração de vendedores no spot nacional. Neste caso, ressalta-se que a maior parte dos produtores segue afastada do mercado, tendo em vista o elevado percentual de café já comercializado anteriormente e a expectativa de quebra de produção na safra 2021/22. Fonte: www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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Aprosoja alerta: atraso no Plantio do Milho pode gerar cancelamento do Seguro Agrícola

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja alerta: atraso no Plantio do Milho pode gerar cancelamento do Seguro Agrícola

Milho será semeado fora da janela indicada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático

26/02/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) orienta os associados que contrataram seguro agrícola para a cultura do milho, que se atentem a janela do plantio, já que de acordo com dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), o cultivo do cereal nesta safra apresenta atraso significativo se comparado a anterior, o que pode gerar prejuízos caso haja necessidade de acionar o seguro.

Conforme dados do IMEA, colheita da soja safra 2020/21 apresenta um atraso de 32% em relação ao ano anterior e boa parte do cereal que teria de estar plantado até o final de fevereiro será semeado fora da janela indicada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), consequentemente, as apólices de seguro agrícola contratadas junto com o custeio da safra, ou à parte, tendem a não cobrir os riscos da atividade, em virtude das regras definidas nas próprias apólices.

Sendo assim, a Aprosoja orienta seus associados que contrataram seguro agrícola para que atentem-se a janela de plantio do seu município, de acordo com a cultivar escolhida e o tipo de solo da propriedade, e caso identifique que a semeadura ocorrerá fora da indicação do ZARC, que notifique a seguradora e instituição financeira, se for o caso, sobre o agravamento de risco da atividade.

Segundo a entidade, a notificação deve ser realizada em formulário próprio (clique aqui para baixar) e é condição obrigatória para que o segurado não perca o valor do prêmio do seguro, além de não ser indenizado em caso de sinistro. A Seguradora, após notificada, tem 15 dias para se manifestar em relação a sua decisão de cancelar a apólice ou, mediante acordo entre as partes, restringir a cobertura contratada.

“Produto rural, fique atento! Somente de posse da notificação de agravamento de risco será possível solucionar eventuais conflitos relacionados à cobertura das apólices de seguro”, alerta Aprosoja Mato Grosso.

Fonte: Ana Sampaio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agro News

LEITE/CEPEA: Preço ao produtor acumula queda de 6,7% no primeiro bimestre

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Cepea, 26/02/2021 – O preço do leite no campo caiu pelo segundo mês consecutivo, acumulando queda real de 6,7% neste primeiro bimestre. De acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o preço do leite captado em janeiro e pago aos produtores em fevereiro recuou 2,2% na “Média Brasil” líquida, chegando a R$ 1,9889/litro. É a primeira vez em seis meses que o preço fica abaixo do patamar de R$ 2,00/l. Ainda assim, o valor é 34,5% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, em termos reais, e representa um novo recorde de preço para o mês de fevereiro (descontando a inflação pelo IPCA de jan/21).

A desvalorização do leite no campo se deve ao enfraquecimento da demanda por lácteos, dado o contexto de diminuição do poder de compra do brasileiro, do fim do auxílio emergencial para muitas famílias, do recente agravamento dos casos de covid-19 e da elevação do desemprego.

Colaboradores consultados pelo Cepea informaram que, diante da instabilidade do consumo, houve um esforço das indústrias em ajustar a produção para manter os estoques controlados, de modo a evitar quedas mais bruscas de preços, tanto para os derivados quanto para o produtor. No entanto, o nível de estoques vem crescendo, e, desde dezembro de 2020, observa-se a intensificação da pressão exercida pelos canais de distribuição junto às indústrias para obter preços mais baixos nas negociações de derivados.

O desempenho ruim das vendas em janeiro influenciou negativamente o pagamento ao produtor pelo leite captado naquele mês. Pesquisas do Cepea, com apoio financeiro da OCB, mostraram que, na média de janeiro, os preços do leite UHT e do queijo muçarela negociados no atacado do estado de São Paulo caíram 6,8% e 8,9%, respectivamente, frente ao mês anterior, enquanto os do leite em pó se mantiveram praticamente estáveis. As cotações de leite spot em Minas Gerais também recuaram, 12,3% na média de janeiro.

Durante fevereiro, os derivados continuaram se desvalorizando, o que reforça a tendência de baixa para o produtor no mês que vem. Até o dia 25, houve queda de 5,4% nos preços do UHT, 8,1% para a muçarela e de 7,2% nos valores do leite em pó em São Paulo. No caso da média mensal do spot, em Minas Gerais, o recuo foi de 0,7% frente a janeiro.

OFERTA –  A pesquisa do Cepea apontou que, em janeiro, a captação das indústrias caiu 4,5% frente ao mês anterior, segundo o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L), puxada pela redução média de 6,5% no volume adquirido nos estados do Sul do País. A expectativa de agentes do setor é de que, nos próximos meses, a oferta se reduza ainda mais em decorrência do início da entressafra. Além disso, a produção de leite deve ter impacto negativo diante das menores quantidade e qualidade das silagens neste início de ano, em decorrência de condições climáticas adversas no último trimestre de 2020. Ademais, a valorização considerável e contínua dos grãos (principais componentes dos custos de produção da pecuária leiteira) tem comprometido a margem do produtor, prejudicando o manejo alimentar dos animais e a produção.

Pesquisas do Cepea mostram que, em janeiro, o pecuarista precisou de, em média, 41,2 litros de leite para a aquisição de uma saca de 60 kg de milho, 16,3% a mais que em dezembro/20. Com isso, é importante pontuar que, mesmo diante de preços do leite em patamares considerados altos para o período do ano, a margem do produtor tem caído – o que desestimula o investimento na atividade e pode refletir em dificuldade na retomada da produção no segundo semestre.

Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de janeiro/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: [email protected]

Fonte: CEPEA

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