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Internacional

Cães são usados para detectar coronavírus em aeroporto na Finlândia

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Cães treinados para detectar o novo coronavírus começaram a farejar alguns passageiros no aeroporto de Helsinque-Vanda nesta semana, em um projeto piloto utilizado conjuntamente com exames convencionais. 

A eficiência dos cães não foi comprovada em estudos científicos comparativos, por isso os passageiros que se oferecem para ser testados e são suspeitos de portar o vírus são instruídos a também fazer um exame de coleta para confirmar o resultado.

Uma equipe de 15 cães e dez instrutores está sendo treinada para o trabalho na Finlândia por voluntários patrocinados por uma clínica veterinária particular. Entre eles está Kossi, um cão de resgate espanhol que foi treinado como cão farejador no país e que já trabalhou na detecção de câncer.

“O que vimos em nossa pesquisa é que os cães encontram a doença cinco dias antes de os pacientes terem quaisquer sintomas clínicos”, disse Anna Hielm-Bjorkman, professora adjunta da Universidade de Helsinque, especializada em pesquisa clínica de animais acompanhantes.

“Eles são muito bons nisso. Chegamos perto de uma sensibilidade de 100%”, disse ela, referindo-se à capacidade dos cães para detectar casos do novo coronavírus.

No exame canino, um passageiro passa uma gaze no pescoço e a coloca em uma lata, que depois é entregue em outra sala para que um cão a fareje e ofereça um resultado imediato.

Alguns meses atrás, autoridades dos Emirados Árabes Unidos adotaram um exame canino semelhante no Aeroporto Internacional de Dubai, usando cães policiais.

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Internacional

Reino Unido, Itália e Polônia têm protestos contra medidas de isolamento social

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Protesto Itália
Reprodução/Twitter

Países estão restringindo funcionamento de bares e estabelecimentos comerciais.

Com a chegada da segunda onda da pandemia de Covid-19, diversos países europeus estão adotando medidas restritivas no intuito de frear o avanço da doença. Entretanto, tais medidas não estão agradando a população da Itália, do Reino Unido e da Polônia, que, no último sábado (24), protestaram contra as novas regras.

Em Londres, no Reino Unido , manifestantes formaram uma aglomeração perto do Palácio de Buckingham e foram a uma das principais praças do país. Houve confusão com a polícia e, segundo a BBC, 18 pessoas foram presas pelas autoridades.

Por conta dos novos casos, algumas cidades inglesas estão com bares fechados e proibiram encontros de moradores em casas diferentes.

Na Itália , onde vêm sido registrados recordes de contaminação diária, houve manifestações também. Em Roma, cidadãos marcharam contra a decisão do governo de delegar a responsabilidade de implantar um lockdown para líderes regionais. Veja um registro dos protestos na cidade:

Em Nápoles, houve confronto entre a polícia e manifestantes contrários ao toque de recolher que foi imposto na região na última sexta-feira (23).

Por fim, a Polônia também registrou protestos que pediam a reabertura de atividades econômicas. Manifestantes entraram em confronto com a polícia e foram presos. Os atos aconteceram no mesmo dia em que foi registrado o recorde de mortes diárias pela doença: 179.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Afeganistão diz que matou líder da Al-Qaeda procurado pelo FBI

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Abu Muhsin al-Masri
Reprodução/Twitter

Homem estava na lista de procurados pelo FBI.

O governo do Afeganistão disse que matou um líder da Al-Qaeda neste domingo (25). Husam Abd al-Rauf, que é conhecido como Abu Muhsin al-Masri, estava na lista dos mais procurados pela agência federa norte-americana, o FBI.

Segundo o governo afegão, Abu Muhsin al-Masri morreu durante uma operação realizada no leste do país. Entretanto, detalhes sobre a ação militar não foram divulgados mesmo depois que órgãos de inteligência ado Afeganistão confirmaram a morte do líder pelo Twitter.

A notícia sobre a morte do líder da rede terrorista veio depois de semanas violentas no país. Um atentado suicida assumido pelo Estado Islâmico deixou 24 mortos neste período.

Até o momento, o FBI, a OTAN e militares americanos não comentaram a morte de al-Masri. Por sua vez, o governo afegão diz que continuará lutando contra militantes em busca da paz na região.

Fonte: IG Mundo

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