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Cabelos tingidos: é verdade que a tintura deixa o fio ressecado?

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É verdade que a coloração detona os fios? Apesar da resposta depender, principalmente, do tipo de cuidado que você tem, fique sabendo que é possível ter cabelos tingidos e saudáveis. Sim, isso quer dizer que tintura e saúde são coisas que podem andar juntas e sem medo. 

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mulher tingindo os cabelos arrow-options
Reprodução/freepik

Ter os cabelos tingidos não significa, necessariamente, que ele precisa estar ressecado – alguns cuidados podem ajudar

Ao Delas , Luiz Rono, que é hairstylist do salão L’Officiel III Luiz Rono e especialista em cabelos tingidos saudáveis, explica que existe essa crença de que tintura resseca o fio, mas isso não passa de um mito. “Quando utilizada de maneira correta, a tinta não resseca o cabelo”, diz.

Segundo ele, tudo depende de um outro elemento que as pessoas não costumam dar muita atenção: o volume da água oxigenada. “Para a tintura, existem oxidantes de 10 até 40 volumes. Quanto mais alta essa volumagem, maior é a agressão aos fios.”

A questão é que cada um desses oxidantes é específico para um tipo de cabelo. Então, cabe ao profissional responsável pela coloração saber avaliar a porosidade e a estrutura dos fios para determinar qual é o oxidante adequado. “Se não houver essa avaliação, certamente pode haver ressecamento”, conta o especialista.

Ter alguns cuidados com os cabelos coloridos também fazem a diferença, como por exemplo ter cuidado com a temperatura do secador, chapinha ou babyliss, já que isso oxida a cor mais rápido — assim como ficar muito tempo debaixo do Sol. Para proteger os fios, o ideal é não usar essas ferramentas todos os dias e investir em um protetor térmico.

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A cor influencia na saúde dos cabelos tingidos?

Outros dois mitos populares é que os cabelos loiros sofrem mais com a tintura e que as tintas escuras “protegem”. Luiz afirma, porém, que a cor não tem nenhuma influência na saúde dos cabelos. “Tanto as tintas claras, quantos às escuras tem o mesmo poder de ação nos fios e as tintas escuras garantem apenas uma falsa impressão de hidratação por refletirem mais a luz.”

O que determina o quanto o cabelo sofrerá com a tintura é o diâmetro do frio. “Fios mais finos tendem a sofrer mais por serem mais delicados, mas com o diagnóstico adequado e o uso de produtos que oxidem menos, é possível preservar a integridade e a beleza do cabelo”, diz.

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Nesse caso, escolher a cor só influencia no quão rápido os  cabelos tingidos  vão desbotar. Cores fantasia, como rosa, azul, roxo, ou vermelhos e ruivos tendem a desbotar mais rápido — o que também depende de avaliação profissional, já que cabelos porosos e frágeis não fixam o tom.

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Aprovada lei que obriga condomínios a denunciar violência doméstica

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Homem segurando mulher pelo braço
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Homem segurando mulher pelo braço

Foi sancionada e publicada nesta nesta quinta-feira (16/9) a Lei 17.406/2021, criada e aprovada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que obriga os condomínios residenciais e comerciais a denunciarem casos de violência doméstica e familiar contra mulheres , crianças, adolescentes ou idosos.

lei sancionada sobre  violência doméstica teve origem no Projeto de Lei 108/2020 , de autoria do deputado Professor Kenny (PP), e passa a valer em 60 dias. Os síndicos ou responsáveis dos condomínios ficam obrigados a comunicarem aos órgãos de segurança pública, qualquer indício de violência doméstica e familiar contra mulheres , crianças, adolescentes ou idosos. A proposta especifica que a comunicação deva ser feita em até 24 horas após o fato ocorrido e que as informações contribuam para identificar vítimas e o possível agressor.

A norma também obriga fixação de cartazes, placas ou comunicados nas áreas de uso comum dos condomínios divulgando a lei e incentivando os moradores a notificarem o síndico e/ou administrador quando tomarem conhecimento da ocorrência ou de indícios de episódios de violência doméstica no interior do condomínio.

O trecho que previa pagamento de multa de até R$ 2,9 mil em caso de descumprimento da lei foi vetado pelo Executivo.

Fonte: IG Mulher

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Cozinha colorida; especialista dá dicas para acertar na decoração

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Veja como usar cores na decoração da cozinha
Luis Gomes

Veja como usar cores na decoração da cozinha


Há algum tempo, tem crescido o interesse pelo uso de cores na decoração . Essa tendência, assim como os demais ambientes da casa, chegou às cozinhas. Populares entre as décadas de 1940 a 1980, as cozinhas coloridas perderam espaço entre 1990 a meados dos anos 2000, quando os projetos passaram a evidenciar uma paleta mais clara, com ênfase nos ‘beginhos’ e nuances de cinza. Mas para a alegria daqueles que desejam ousar, as cozinhas coloridas voltaram, agora com um ar mais contemporâneo e sofisticado.

Para a arquiteta Karina Alonso, as cozinhas coloridas vêm ganhando cada vez mais espaço, com cores incorporadas principalmente na marcenaria. Contudo, antes de colorir o projeto, ela recomenda escolher a tonalidade certa e mesclar com sabedoria e equilíbrio para que o ambiente possa transmitir as sensações almejadas.

“Na teoria das cores, sempre há uma que se corresponde com outra. Por isso, o auxílio de um profissional de arquitetura ou designer de interiores é fundamental para entender o desejo do cliente e saber realizar as combinações e a dosagem”, explica.

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Segundo a especialista, a psicologia das cores mostra como o nosso cérebro promove a identificação de cada cor. Assim, não levar essa questão em análise pode resultar em um efeito adverso ao esperado. Ela acrescenta que na seleção da paleta de cores não há regras, como se estivéssemos seguindo uma receita de bolo, mas devemos pensar de maneira coerente. A dica para não errar na combinação é podemos pensar nos tons complementares, que ocupam os lados opostos no círculo cromático, como vermelho e verde, laranja e azul, amarelo e roxo.

Outra possibilidade para incluir cores na decoração da cozinha é jogar com diferentes contrastes, como verdes claros e escuros. Além disso, uma aposta super em alta na cozinha é a monocromia: fazer um móvel inteiro, inclusive puxadores e prateleiras no mesmo tom. 

 “Como arquiteta de formação, afirmo que pode nascer do desejo do cliente ou da percepção que o profissional consegue captar da sua personalidade. O próximo passo é estabelecer onde ela estará presente e a marcenaria costuma ser a mais especial por conta do seu protagonismo”, diz Karina. Além disso, se for possível testar as combinações de cores antes de inseri-las completamente no ambiente, pode evitar arrependimentos no futuro. “In loco tudo é diferente”, acrescenta.

Fonte: IG Mulher

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