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Bussiki denuncia ‘cabidão’ de R$ 23 milhões para apadrinhados e dispara: “Emanuel fala demais”

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Vereador afirma que prefeito criou 700 cargos comissionados para abrigar seus apadrinhados políticos

O vereador Marcelo Bussiki (PSB) fez uma grave denúncia pelas redes sociais na noite de quinta-feira (23), contra o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB). Aproveitando a polêmica em torno da Escola Estadual Nilo Póvoas, que será desativada, o parlamentar diz que o prefeito, além de “falar muito”, deveria enviar projetos para o Legislativo para combater a falta de vagas nas creches.

Ao contrário disso, segundo Bussiki, o prefeito enviou um projeto de lei, ao apagar das luzes de 2019, para a implantação de uma Verba Indenizatória (VI) para servidores comissionados que atuam na prefeitura, que “vai dar um impacto anual nas contas do município de R$ 23 milhões”.

Bussiki inicia o áudio enviado nas redes sociais dizendo “eis que agora surge Emanuel Pinheiro, prefeito de Cuiabá, falando muito em relação à Escola Nilo Póvoas. Acontece que o Governo do Estado já anunciou que vai investir cerca de R$ 3 milhões para fazer daquela escola um Centro de Referência em educação inclusiva”.

Conforme o parlamentar, “o prefeito de Cuiabá deveria, primeiro, olhar para a educação do município, que tem uma série de escolas que estão em situação totalmente deplorável, como a Escola Dr. Fábio, Augusto Mário, São Sebastião e Maria Ambrósio.

Segundo o vereador, “se o prefeito realmente se preocupa com as escolas do município, com a falta de vaga nas creches, ele deveria encaminhar projetos de lei para criar novas creches e não encaminhar um projeto no qual ele beneficia cerca de 700 cargos comissionados, pessoas que ele indicou por seus apadrinhados políticos, para receber cerca de R$ 23 milhões ao ano de verba indenizatória”.

O vereador faz questão de destacar que com esse recurso, “se o prefeito Emanuel Pinheiro se preocupa com Cuiabá, com a falta de vagas para nossas crianças, daria para construir cerca de dez novas creches. Isso é uma falta de prioridade. O gestor que investe nos apadrinhados políticos e a população acaba perecendo sem vagas nas creches”, diz.

Finalizando o vídeo, onde o parlamentar mostra imagens das escolas citadas e matérias sobre a VI implantada pelo prefeito cuiabano, Bussiki diz que “é isso que ocorre em Cuiabá, um prefeito que fala muito e tem trabalhado pouco pela Capital e praticado uma má gestão”.

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Política MT

Vereador denuncia prefeito de Cuiabá no Ministério Público por “calote” de R$ 1,4 milhão nos servidores

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Na denúncia, Marcelo Bussiki afirma que Emanuel Pinheiro não repassou dinheiro retido do servidor para um fundo de capacitação

O vereador Marcelo Bussiki (DEM), candidato a vice-prefeito de Cuiabá na chapa encabeçada pelo ex-prefeito Roberto França (Patriota), acusou o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), candidato à reeleição, de dar um calote no servidor público e protocolou denúncia no Ministério Público Estadual contra o prefeito cuiabano. Conforme o parlamentar, o prefeito, desde 2017, retém dinheiro da folha de pagamento do servidor e não repassa ao fundo de capacitação.

“O prefeito Emanuel Pinheiro, em sua gestão, desde 2017, ele reteve esse dinheiro que era do servidor, que é retido da folha de pagamento do servidor, oriundo de falta, de percentual de consignações em folha, e esse recurso deveria ter sido repassado para o fundo de capacitação, para garantir cursos para os servidores. Mas nada disso aconteceu”, disse o vereador.

Conforme Marcelo Bussiki, “o prefeito reteve esse dinheiro, mas não repassou para o fundo, para que fosse revertido em capacitação dos profissionais. Deu um calote no servidor. Pegou esse dinheiro e utilizou para outros meios”, destacou, acrescentando que “é algo em torno de R$ 1,4 milhão que o prefeito reteve e acabou não repassando. Enquanto isso, o servidor fica sem capacitação, sem cursos e treinamentos porque o prefeito utilizou os recursos para outra finalidade”.

“Fiz o meu dever de protocolar uma denúncia. Esta é a nossa linha de atuação na Câmara de Vereadores. Não vamos ao Ministério Público fazer fofocas. O MP verificou que as provas que anexamos ao processo são robustas e por isso abriu um inquérito e o prefeito Emanuel Pinheiro terá que responder perante o Ministério Público”, observou Bussiki. “Nossa expectativa é a de que o prefeito possa devolver esse recurso para o fundo de capacitação e que o servidor volte a receber seus treinamentos necessários, uma vez que esse dinheiro é do próprio servidor público”, afirmou.

O parlamentar argumenta que a oposição de vereadores está alertando há tempos os problemas fiscais da atual gestão. “Estamos alertando a tempos que a situação fiscal da prefeitura de Cuiabá está complicada, e isso aí é um dos exemplos. É dinheiro do servidor que o prefeito pegou para outro fim.

Segundo o vereador Marcelo Bussiki, a garantia dos recursos para o fundo vem de uma lei de 2003, da gestão do ex-prefeito Roberto França. “É uma lei que o ex-prefeito Roberto França enviou para a Câmara e sancionou em 2003, pensando na valorização do servidor público”.

 

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Política MT

Em defesa do Pantanal, senadores vão a ministros, vice-presidente e ao STF

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Comissão Temporária aprovou plano de trabalho e recebeu a minuta do Estatuto do Pantanal, que será aperfeiçoado com debates

Senadores que integram a Comissão Temporária Externa do Pantanal decidiram nesta quarta-feira, 23, que irão pessoalmente aos ministros de Estado de Agricultura, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional; ao vice-presidente Hamilton Mourão, que preside o Conselho da Amazônia, e também ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, pedir participação ativa dessas autoridades nas ações efetivas em defesa do Pantanal, que está em chamas.

Eles levarão pessoalmente o requerimento aprovado para que os ministros Rogério Marinho, Ricardo Salles e Teresa Cristina, assim como vice-presidente da República possam estar presentes na visita ‘in loco’ que a Comissão realizará no dia 3 de outubro a Corumbá, no Mato Grosso do Sul. No sábado, 19, a Comissão visitou a região de Poconé, em Mato Grosso.

Com mais de 4 mil focos de incêndios, Corumbá segue liderando o ranking de municípios com mais registros de queimadas em todo o país, boa parte dos focos estão localizados no Pantanal.

Presidente da Comissão Temporária do Pantanal, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirmou que é fundamental envolver o Executivo para que, de forma objetiva, seja possível definir ações integradas em defesa do bioma, tanto em caráter emergencial – já que as chuvas ainda devem demorar para chegar -, quanto em curto e médio prazo, para evitar que os incêndios se estendam aos anos seguintes.

“Não podemos permitir que essa situação volte a acontecer no futuro. Na seca, o bioma pantanal irá pegar fogo, mas não da forma descontrolada como está neste momento” – disse o senador, que na terça-feira, 22, se mostrou alarmado com os relatos obtidos na reunião da Sala da Crise Hídrica da Bacia do Rio Paraguai, um dos principais formadores do Pantanal Mato-grossense.

No requerimento aprovado pela Comissão Temporária do Pantanal também serão convidados: o secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, almirante Flávio Augusto Rocha, além de dirigentes de órgãos ligados à defesa do meio ambiente e dos setores produtivos.

Foram aprovadas também audiências públicas remotas, como a que vai discutir com o presidente do Supremo Tribunal Federal as ações de enfrentamento às queimadas no Pantanal. Haverá ainda audiências para discutir a atuação governamental no combate às chamas, com representantes do governo e da sociedade civil, visando coletar subsídios para o Estatuto do Pantanal.

O ESTATUTO DO PANTANAL

A Comissão recebeu do senador Wellington Fagundes uma minuta do projeto do Estatuto do Pantanal, cuja elaboração é um dos objetivos da comissão. A minuta é ponto de partida para a série de debates e diligências programadas no plano de trabalho, apresentado pelo relator Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto proposto por Fagundes busca conciliar a conservação e o uso sustentável do patrimônio natural; incentivar as atividades econômicas compatíveis com a proteção ambiental; reconhecer a organização, costumes e cultura das comunidades tradicionais e indígenas; promover a regularização fundiária; e estimular a criação de mecanismos econômicos de incentivo à conservação ambiental e ao combate aos incêndios florestais, entre outros pontos.

Durante a reunião, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, sugeriu que a CTE Pantanal finalize rapidamente a proposta com normas gerais, em 30 a 40 dias, para que a Comissão de Meio Ambiente (CMA) e o Plenário as aprovem ainda este ano.

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