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Política Nacional

Bruno Covas passa por novos exames no Hospital Sírio-Libanês

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi internado para fazer uma bateria de exames no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. Segundo boletim médico, o prefeito foi internado na noite de ontem (29) e os exames são de rotina, relacionados ao tratamento que ele faz contra um câncer.

De acordo com o hospital, o prefeito, que completou quatro meses de um tratamento por imunoterapia, deve passar por exames como endoscopia, ressonância nuclear magnética e PET/Scan. “Clinicamente o prefeito está muito bem, praticamente sem nenhum sinal ou sintoma, apto a seguir suas atividades pessoais e profissionais sem maiores restrições”, diz o boletim do hospital.  

Em outubro do ano passado, ele foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer na região de transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos. Após o diagnóstico, ele iniciou um tratamento de quatro meses de quimioterapia.

Em fevereiro deste ano, exames demonstraram regressão da lesão esôfago-gástrica e da lesão hepática, mas uma biópsia detectou que o câncer nos linfonodos ainda persistia e os médicos decidiram então iniciar uma nova fase de tratamento, baseado em imunoterapia, uma estratégia que permite ao próprio sistema imunológico do paciente combater a doença. Segundo o hospital, a imunoterapia é aplicada a cada três semanas.

De acordo com boletim médico do hospital de hoje (30), exames feitos pelo prefeito em abril deste ano demonstraram controle da lesão em linfonodos.

No dia 13 de junho, o prefeito foi diagnosticado com o novo coronavírus, mas sem apresentar sintomas. Na última quarta-feira (24), após cumprir quarentena em sua casa, ele pôde retomar suas atividades.

Edição: Denise Griesinger

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Política Nacional

Bolsonaro nomeia mais dois membros para a Comissão de Ética Pública

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O presidente Jair Bolsonaro nomeou hoje Francisco Bruno Neto e Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega para a função de membros da Comissão de Ética Pública, para mandato de três anos. Os decretos de nomeação foram publicados no Diário Oficial da União.

Criada em 1999, a Comissão de Ética Pública é um órgão consultivo do governo federal e responsável, entre outras atribuições, pela apuração de condutas de ocupantes de cargos da alta administração do Poder Executivo. A secretaria executiva do órgão é exercida pela Secretaria-Geral da Presidência.

Francisco Bruno Neto é perito judicial e professor de direito em São Paulo e já foi assessor da Câmara Municipal de São Paulo e da Companhia Nacional de Abastecimento. Também foi presidente da Comissão para Procedimentos Administrativos do Ministério da Educação e corregedor administrativo da Secretaria de Administração Penitenciária no Estado de São Paulo.

Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega também é professor universitário no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. Já ocupou o cargo de Corregedor Geral da União e conselheiro do Conselho de Controle de Atividades Financeiras.

A comissão é composta por sete integrantes que tem mandato de três anos, permitida uma única recondução. Os requisitos para assumir o posto são idoneidade moral, reputação ilibada e notória experiência em administração pública.

O colegiado passa agora a ter seis membros, sendo a presidência exercida por André Ramos Tavares. Os demais membros são Paulo Henrique dos Santos Lucon, Ruy Martins Altenfelder da Silva e Gustavo do Vale Rocha.

Edição: Valéria Aguiar

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Política Nacional

Em razão de luto oficial, comissão cancela audiência desta terça-feira

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A comissão mista que acompanha as ações do governo federal no combate ao coronavírus cancelou a reunião prevista para esta terça-feira (11) por conta do luto decretado pelas 100 mil vítimas da covid-19. A audiência pública iria discutir informações sobre testes, diagnósticos, tratamentos, imunologia e prognóstico da doença. Uma nova data será marcada pela comissão.

A reunião remota deveria ter a participação do diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), Jacson Venâncio Barros, e do coordenador do Comitê Científico de Combate ao Coronavírus, formado pelo Consórcio Nordeste, Sérgio Rezende.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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