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Bruno Covas é extubado após apresentar melhoras em sangramento no estômago

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Apesar de extubado, Covas segue na UTI do hospital Sírio Libanês, em SP
André Bueno/Câmara Municipal de São Paulo

Apesar de extubado, Covas segue na UTI do hospital Sírio Libanês, em SP

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), apresentou melhora em  seu sangramento no estômago e foi extubado no início da noite desta segunda-feira (5). Segundo informações do G1, o tucano continua internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no hospital Sírio Libanês, na capital paulista.

Covas foi transferido para a UTI nesta segunda-feira e, pouco depois, intubado após apresentar sangramento causado por uma úlcera em cima do tumor na cárdia – passagem do esôfago para o estômago. De acordo com David Uip, um dos profissionais que acompanham o quadro do prefeito, o sangramento foi controlado pelo endoscopista.

Os médicos afirmam que esse tipo de sangramento não é desejável, mas faz parte de um quadro de tratamento pelo qual passa o prefeito. Ainda segundo os médicos, Covas não deve realizar, nos próximos dias, as sessões de quimioterapia e imunoterapia que estavam previstas.

A intubação, segundo um dos profissionais, foi feita para proteger as vias aéreas e evitar alguma laceração no momento da endoscopia.

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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

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 'Queiroga com certeza será reconvocado à CPI', diz Omar Aziz
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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

O senador e presidente da CPI da Covid , Omar Aziz (PSD-AM), se posicionou sobre o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, como a “grande decepção” da comissão até o momento. Em relação as falas pouco objetivas, Aziz reiterou que Queiroga “com certeza” será reconvocado. As falas foram reproduzidas em uma entrevista no YouTube para o canal do historiador Marco Antônio Villa.

O motivo que levou o presidente da comissão em buscar uma nova audiência para ouvir Queiroga é a constante contradição entre as diretrizes do Ministério da Saúde e as políticas públicas do governo Bolsonaro .

Queiroga declarou inúmeras vezes que não se pronunciaria em seu depoimento pois não havia um protocolo de tratamento para a covid-19 elaborado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Renan Calheiros declarou no último sábado (08) que a estratégia adotada pelo cardiologista comandante do Ministério da Saúde de não responder objetivamente as perguntas é uma outra maneira de “não falar a verdade”.

Aziz ratificou o posicionamento de Calheiros ao declarar que “a gente perguntava se ele era a favor da cloroquina – e ele não citava a palavra cloroquina, falava em ‘fármacos’ -, ele jogava para a Conitec”.


O presidente da CPI argumentou que o posicionamento de Queiroga visa “não magoar o chefe” e que as contradições existentes dão base para que o ministro seja reconcado”.

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Ex-ministro Ernesto Araújo busca manter influência ideológica no Itamaraty

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Ex-ministro Ernesto Araújo busca manter influência ideológica no Itamaraty
Agência Brasil

Ex-ministro Ernesto Araújo busca manter influência ideológica no Itamaraty

O ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo , publicou nas suas redes sociais uma série de comentários a respeito do trabalho de Carlos França, atual chanceler no comando do Itamaraty. Segundo interlocutores, o posicionamento de Ernesto têm criado constrangimentos no órgão. As informações são do jornal A Folha de S.Paulo.

De acordo com fontes próximas ao governo de Jair Bolsonaro, o posicionamento do ex-ministro revela uma ambição política e impede uma ‘guinada’ ao pragmatismo que França busca implementar no Ministério.

Em 17 de abril, Ernesto publicou uma série de mensagens se defendendo as acusações de que ele era um empecilho para que o Brasil contratasse uma quantidade maior de vacinas contra a covid-19. Segundo Araújo, o país “não mudou” em relação a este tema desde que saiu do Itamaraty.

“Ou mesmo em alguns casos sofreu adiamentos depois disso. Dificuldades seguem no mundo todo. Minha atuação não foi empecilho para nada”, disse Ernesto , após destacar que o Brasil não avançou na tratativa de adquirir novas vacinas desde que ele deixou o cargo. O ex-ministro, inclusive, pede ao presidente Jair Bolsonaro para que seu discurso se radicalize.

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Pessoas próximas ao ministério de Relações Exteriores relatam que Carlos França demonstra certo incômodo com a situação, mas que não há condição política ao chanceler de repreender seu antecessor. Isso porque Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), deputado federal e filho do presidente da República, apoia Ernesto nesta ‘queda de braço’.


Entre os diplomatas brasileiros, a avaliação é de que Araújo não deveria se posicionar em relação ao trabalho de França , e o faz porque busca se posicionar para disputar um cargo eletivo no Legislativo brasileiro nas eleições do ano que vem.

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