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Economia

Brics pede fim de medidas comerciais unilaterais e protecionistas

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O respeito à Organização Mundial do Comércio (OMC) e o pedido para o fim das medidas comerciais unilaterais e protecionistas foram destaque na reunião de ministros de Comércio do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O encontro foi realizado hoje (11) em Brasília, como evento preparatório para a 11ª reunião de cúpula do grupo, que ocorrerá nesta quarta (13) e quinta-feira (14). 

“Confirmamos nosso compromisso com o comércio internacional transparente, não discriminatório, aberto, livre e inclusivo. Reiteramos nosso total apoio ao sistema de comércio multilateral baseado em regras, com a OMC em seu núcleo. É essencial que todos os membros da OMC evitem medidas unilaterais e protecionistas que são contrárias ao espírito e às regras da OMC”, destacou o comunicado oficial da reunião. 

Desde o ano passado, as tensões comerciais entre Estados Unidos e China se agravaram, com o governo do presidente Donald Trump anunciando a imposição de tarifas sobre diversos produtos chineses e o governo do país asiático retaliando. No próximo mês, os dois países devem fechar um acordo. 

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Os ministros do Brics se comprometeram a estimular a liberalização do comércio, com um ambiente transparente, aberto e com regras claras. Eles também concordaram em levar a cabo uma reforma na OMC para ampliar o poder de países em desenvolvimento dentro do órgão. Segundo eles, os países do grupo levarão o tema a discussão na 12ª Conferência Ministerial do OMC, em junho de 2020, no Cazaquistão. 

“Nossos países trabalharão com todos os membros da OMC para avançar em um processo de reforma necessária, equilibrada, aberta, transparente e que promova a inclusão e o desenvolvimento. A reforma deve, entre outras coisas, preservar a centralidade, os valores centrais e os princípios fundamentais da OMC e considerar os interesses de todos os membros, incluindo países em desenvolvimento e PMDs [países menos desenvolvidos]”, ressaltou o texto. 

Cooperações 

Com base em estudo apresentado pelo Grupo de Contato sobre Assuntos Econômicos e Comerciais (CGETI) do Brics, os ministros traçaram diretrizes para ampliar a cooperação comercial entre os países do grupo. Os principais segmentos a serem beneficiados serão o comércio eletrônico, a facilitação de investimentos, o comércio entre micro, pequenas e médias empresas, a harmonização de regulamentos técnicos e os direitos de propriedade intelectual.

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O CGETI concluiu um memorando de entendimento sobre promoção de comércio e investimento entre os países do Brics. O comunicado ajudará a melhorar as oportunidades econômicas entre os membros do grupo e permitirá o compartilhamento de conhecimentos sobre políticas.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia
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Philips oficializa recall de babá eletrônica por risco de incêndio

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Modelos a serem substituídos%3A SCD620/79%2C SCD620/78%2C SCD620/93%2C SCD620/52%2C SCD620/26%2C SCD620/05%2C SCD620/01. arrow-options
Foto: Divulgacao

Modelos a serem substituídos: SCD620/79, SCD620/78, SCD620/93, SCD620/52, SCD620/26, SCD620/05, SCD620/01.

Como medida de precaução, a Philips está voluntariamente fazendo o r ecall e substituindo os sete modelos de babá eletrônica com vídeo digital da série SCD620, fabricados entre janeiro de 2016 e março de 2018.

A empresa informa ter verificado a possibilidade de a bateria da unidade dos pais superaquecer enquanto conectada à rede elétrica com risco de incêndio.

Farmacêutica faz recall de remédio para úlcera gástrica

O Procon de São Paulo, vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania, orienta aos consumidores que os produtos devem ter o uso suspenso imediatamente e que a empresa deverá substituí-los.

O número do produto pode ser localizado na parte de baixo da unidade dos pais da babá eletrônica. veja informações no site da empresa: www.philips.com.br.

O contato para substituição poderá ser feito no telefone 0800 709 1434 ; a empresa solicita ter o número de série em mãos ao telefonar.

Ainda de acordo com o Procon, a Philips deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos.

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Os consumidores que sofreram algum tipo de acidente, pela manipulação do produto, poderão solicitar, por meio do Judiciário, a reparação dos danos eventualmente sofridos.

Fonte: IG Economia
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Economia

Fase 2 do acordo entre China e EUA não representa fim das tarifas

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Estados Unidos e China assinaram fase 1 de acordo comercial arrow-options
Foto: Reprodução/Internet

Estados Unidos e China assinaram fase 1 de acordo comercial

DAVOS, Suíça – A segunda fase do acordo comercial com a China não será necessariamente um “big bang” que removeria todas as tarifas existentes, disse o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, em entrevista ao jornal The Wall Street Journal.

– Podemos fazer a ‘Fase 2’ e algumas das tarifas caírem. Podemos fazer isso sequencialmente ao longo do caminho – acrescentou o secretário, que discursará na tarde desta terça-feira, em Davos.

No dia do julgamento de seu impeachment, Trump elogia acordos comerciais dos EUA

Mais cedo, ao discursar em Davos, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que as negociações da segunda fase do acordo com os chineses começarão em breve.

No dia 15 deste mês, China e EUA anunciaram um acordo comercial inicial que reverterá a aplicação de algumas tarifas e incrementará as compras de produtos e serviços americanos por Pequim. O tratado pôs fim a uma guerra comercial que já durava 18 meses entre as duas maiores economias do planeta.

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Em Davos, Guedes diz que Brasil abrirá licitações públicas a estrangeiros

Pequim e Washington retrataram a Fase 1 do acordo como um importante passo após meses de vaivéns em negociações, pontuadas por aplicações de tarifas que atrapalharam cadeias de fornecimento e aumentaram temores de maior desaceleração na economia internacional.

Após polêmica, EUA confirmam apoio à entrada do Brasil na OCDE

O ponto central do tratado de 86 páginas é o compromisso da China de comprar mais US$ 200 bilhões em produtos agrícolas e outros bens e serviços dos EUA ao longo de dois anos.

Fonte: IG Economia
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