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Brasileiros procurados pela Interpol são deportados e presos pela PF

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Os fugitivos Deivide Denis Lino Ribeiro (foto à esquerda) e James Taylon Lino Ribeiro
Divulgação/ICE-ERO

Os fugitivos Deivide Denis Lino Ribeiro (foto à esquerda) e James Taylon Lino Ribeiro

Fugitivos da Justiça brasileira pelos crimes de roubo e latrocínio, os irmãos Deivide e James Lino-Ribeiro, de 32 e 28 anos, foram capturados pelas autoridades americanas na cidade de Everett, em Massachusetts. Deportados nesta semana, foram presos ao aterrissarem no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (22) segundo a Polícia Federal.

A dupla foi detida no dia 13 de maio por agentes do Departamento de Imigração e Costumes dos Estados Unidos, que atendiam a um pedido da Interpol. Segundo os EUA, os dois entraram ilegalmente no país em meados de 2017.

De acordo com a PF, os irmãos cometeram uma série de crimes utilizando uma motocicleta e arma de fogo.

Em 2014, na cidade mineira de Mantena, um assalto cometido pela dupla terminou na morte de uma pessoa em um posto de gasolina, alvejado por disparos de Deivide. O irmão, James, foi condenado por participação no roubo.

Eles deverão cumprir 36 e 19 anos de prisão cada um. Ao chegarem no Brasil, nesta manhã, foram submetidos ao exame de corpo de delito e levados para a Penitenciária Nelson Hungria.

Fonte: IG Nacional

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Nacional

Brumadinho: Vale é multada em R$ 86 mi com base na Lei Anticorrupção

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Rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho
Vinicius Mendonça/ Ibama

Rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho

A Controladoria-Geral da União (CGU), órgão federal com atribuição para realização de auditorias públicas e outras ações de preservação da integridade da gestão pública, aplicou multa de R$ 86,3 milhões à Vale.

Em decisão publicada hoje (15), a mineradora foi responsabilizada por dificultar a fiscalização da barragem que se rompeu em Brumadinho (MG) em janeiro de 2019.

A ruptura da estrutura gerou uma avalanche de rejeitos de mineração, culminando em devastação ambiental e na morte de 270 pessoas. Dezenas de cidades mineiras da bacia do Rio Paraopeba foram impactadas.

A CGU considerou que a Vale infringiu a Lei Federal 12.846 de 2013, conhecida como Lei Anticorrupção, que no artigo 5º elenca os atos lesivos à administração pública.

A mineradora foi enquadrada em um dos incisos por “dificultar atividade de investigação ou fiscalização de órgãos, entidades ou agentes públicos, ou intervir em sua atuação, inclusive no âmbito das agências reguladoras e dos órgãos de fiscalização do sistema financeiro nacional”.

De acordo a CGU, entre junho e setembro de 2018, a Vale emitiu declaração que atestava a estabilidade da estrutura. O documento é obrigatório e deve ser apresentado periodicamente à Agência Nacional de Mineração (ANM), autarquia responsável por fiscalizar a atividade do setor.

Sem uma declaração positiva, a Vale seria obrigada a paralisar as operações na barragem. Segundo a decisão, a mineradora deixou de apresentar informações fidedignas no sistema da ANM.

A elaboração de uma declaração de estabilidade falsa foi apontada em diversas investigações sobre a tragédia de Brumadinho. Na primeira etapa do inquérito da Polícia Federal, concluído em setembro de 2019, foram indiciados funcionários da Vale e da Tüv Süd, consultoria alemã contratada para avaliar a estabilidade da barragem.

Eles foram acusados de falsidade ideológica e uso de documentos falsos, por ignorar os parâmetros técnicos adequados e forjar os relatórios de inspeção e a declaração de estabilidade.

A denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que resultou na ação criminal que atualmente tramita na Justiça mineira, apontou conluio entre a Vale e a Tüv Süd, que teriam escondido dos órgãos de controle e da sociedade a real situação da barragem.

Relatórios das comissões parlamentares de inquérito (CPIs) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, da Câmara dos Deputados e do Senado também indicaram a ocorrência de manipulação na emissão da declaração de estabilidade.

Em comunicado ao mercado, a Vale anunciou que tomou ciência da decisão. De acordo com a mineradora, a CGU reconheceu que não houve prática de corrupção e nem envolvimento da alta direção, aplicando o valor mínimo da multa previsto na lei.

“A Vale discorda da condenação e apresentará nos próximos 10 dias pedido de reconsideração”, registra o texto.

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Fonte: IG Nacional

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Datacenter da Prefeitura do Rio segue fora do ar após ataque hacker

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Hacker
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Hacker

Pelo segundo dia consecutivo, o Datacenter da Prefeitura do Rio continua fora do ar. O sistema, que sofreu uma ação hacker na madrugada desta segunda (15), ainda não retornou, apesar dos trabalhos da Iplan para a normalização.

Por conta do ataque virtual, o Portal da Prefeitura e o Carioca Digital e todos os seus serviços foram retirados do ar, de forma preventiva, para preservação dos dados.

Entre os serviços afetados, estão utilizados nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). A Secretaria Municipal de Assistência Social explicou que as unidades vão atender o máximo de pessoas possível realizando o preenchimento de fichas de forma manual. Porém, informou que o cadastro só é de fato realizado quando incluído no sistema.

A pasta apontou ainda que, com a realização manual, o tempo nos atendimentos é aumentado. A explicação é que são muitas páginas de cadastro, sendo necessários cerca de 15 minutos para a realização de maneira digital, o que torna o tempo ainda maior manualmente.

O serviço Táxi Rio também foi afetado, desde cedo, deixando pacientes de hemodiálise e outros tratamentos que dependem do serviço sem ter como ir para as unidades de Saúde. Além disso, os principais serviços prestados à população no Centro Administrativo São Sebastião, na Cidade Nova, também ficaram fora do ar e sem condições de atendimento ao público.

Em nota, a prefeitura pediu a compreensão dos cariocas e ressaltou que os servidores da Iplan trabalham para minimizar o impacto e fazer com que o sistema volte a sua normalidade o mais rápido possível. Ainda não há recomendação para aqueles que têm algum tipo de serviço agendado ou precisam do sistema.

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Fonte: IG Nacional

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